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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012


Atendimentos para crianças, adolescentes e adultos em:



Psicopedagogia/ Neuroeducação/ Alfabetização /Programa de Enriquecimento Instrumental ( PEI) / Programação Neurolinguística (PNL) /Avaliação e Intervenção para dislexia de leitura (síndrome de Irlen)


Tels:  11-2309 8243/  11-81175807


PSICOPEDAGOGIA

Seu filho tem dificuldade para aprender a ler?

Quando uma pessoa tem dificuldades para ler ou para escrever, mesmo tendo recebido educação apropriada, suas oportunidades de sucesso na escola e na vida são diminuídas.

           

             Freqüentemente associamos estas dificuldades com uma menor capacidade intelectual, mas o problema real pode ser um distúrbio de aprendizado.



            A dislexia é um tipo de distúrbio de aprendizado que interfere na maneira como a pessoa percebe e processa letras, números e símbolos. Um diagnóstico de dislexia deve ser feito por um profissional, mas existem alguns sinais que pais e professores podem observar assim que a criança começa a aprender a ler e escrever, como;
Letras e números percebidos e escritos de forma invertida ou de cabeça para baixo.

· Dificuldades em aprender alguns fonemas.

· Memorizar novas palavras.

· Problemas com a coordenação motora.

· Dificuldades com leitura

            Se seu filho apresenta algum destes sinais procure um  psicopedagogo ou um profissional da área educacional.

O que é Psicopedagogia?


 A Psicopedagogia é uma especialidade da área da educação e da saude que investiga e compreende o processo de aprendizagem e a relação que o aprendiz estabelece com a mesma, levando em consideração a interação dos aspectos sociais, culturais e familiares.

            O  objetivo é facilitar a criança, ao adolescente ou ao adulto a construção cognitiva e a retomada do seu processo de aprendizagem.



quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

As birras....O bebê cresceu!


Por Magna de Oliveira Melo

Frequentemente ouço  de alguns pais queixas sobre o comportamento de seus filhos ainda muito pequenos, geralmente dizendo que não sabem como agir frente as mudanças de comportamento que seus filhos começam apresentar quando deixam de serem bebês.
Mais ou menos por volta de dois anos é um momento em que os  pais  começam a notar as mudanças e muitas vezes não saber o que fazer, como falar, chegando até mesmo ocorrer desacordos entre a mãe e o pai, pois  cada um "acha" uma resposta diferente para o comportamento do filho.
O fato é que este é um momento de transição para a criança, ocorrem mudanças importantes cognitivas, momento em que adquiri novas habilidades. Este será momento de mudança para os pais também, os pais devem saber que agora a sua criança  não está mais no piloto automático como antes,  agora ela é capaz de fazer muitas coisas. A criança  de 2 anos é boa em fazer coisas, mas não é tão boa em  não fazer. Quando ela se sente frustrada, pode  bater, xingar,  choramingar ou berrar, de acordo com Helen Bee.

O bebê que recentemente adquiriu a habilidade da linguagem, agora vai utilizar essa nova e fantástica habilidade da maneira que conseguir e que souber. este momento é crucial e faz-se necessário, (e este é mesmo o momento, não deixe para depois apenas porque certas coisas são "bonitinhos") que os pais  adquiriram a capacidade de impor  os limites adequados na criança.
Algumas pessoas dizem que crianças precisam de limites, outras que elas pedem por limites, mas o que na verdade ocorre  é que a crianças está construindo o seu modelo do que é  certo e do que é errado,  por isso é muito importante e preciso ensiná-la, já que este conceito não é algo inato, precisa ser aprendido e apreendido logo cedo, os pais devem ter isso muito claro e insistir até que ela entenda e assimile esse conhecimento novo, apesar de falar muitas vezes é sempre preciso repetir porque ela vai testar se o que está sendo ensinado é sempre igual.

As regras que a sociedade precisa para viver em comunidade foram construídas, portanto é cultural e precisam ser ensinadas ainda com as crianças pequenas

Além das regras, também seus impulsos devem ser controlados por meio de modelos, ou seja, é preciso não somente dizer, mas é preciso  mostrar para a criança como agir, os pais devem ser sempre uma referencia para ela neste importantíssimo período. esqueça aquela frase, "faça o que eu falo e não o que eu faço". uma criança aprende com modelos, exemplo, vivenciando as situações em que vive e observando o comportamento dos que lhes são importantes.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Repetência escolar pode ser causada por Dislexia de Leitura

Com o final do ano, a repetência escolar alerta pais e professores, mas este pode ser um resultado de distúrbios de aprendizagem, como a conhecida Dislexia de Leitura

São Paulo, 24 de novembro de 2011 –

A deficiência de aprendizado conhecida como Dislexia de Leitura, ou Síndrome de Irlen, atinge mais de 17% da população brasileira e, muitas vezes, é confundida com falta de disciplina ou preguiça de crianças e jovens em idade escolar. No final do ano, com a chegada do boletim escolar, estes problemas são evidenciados e muitos alunos que não tiveram suas dificuldades previamente identificadas terão sérios prejuízos escolares, podendo repetir o ano, ou até em casos mais graves, abandonar a escola.

Para ajudar educadores e profissionais da saúde a identificar o problema,e a tratá-lo adequadamente, a Fundação Hospital de Olhos, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criou o projeto Bom Começo,que está chegando a São Paulo no início de dezembro.
Presente em 20 estados brasileiros, esse Projeto é uma ação social destinada a erradicar distúrbios de aprendizagem relacionados à visão – em especial, a Síndrome deIrlen – por meio da capacitação de profissionais das áreas de saúde e educação. Durante um curso com duração de 24 horas/aula,esses profissionais são treinados para identificar o distúrbio e lidar com o problema, de modo a melhorar o desempenho dos alunos em sala de aula.

Pela primeira vez, esse curso será dado em São Paulo, nos dias 01 a 03 de dezembro, no Espaço Metodista (Rua Major Diogo, 285, Bela Vista).

“O  objetivo é mostrar a importância da avaliação da saúde ocular edo processamento cerebral da visão”, explica o oftalmologista Ricardo Guimarães, um dos idealizadores do curso – e do projeto Bom Começo. O projeto já capacitou mais de 1.400 profissionais nopaís, em cerca de 150 municípios, e ajudou milhares de criançascom baixo desempenho escolar. A intenção, segundo Guimarães, é expandir o treinamento, beneficiando um contingente ainda maior de crianças e jovens.
Dividido em aulas teóricas e práticas, o curso é dado em três dias, no horário das 8h às 18h. Destina-se a professores, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, orientadores educacionais, educadores, pedagogos, psicopedagogos, neurologistas e ortoptistas. Durante as aulas, esses profissionais são habilitados a realizar atriagem diagnóstica e a indicar a intervenção terapêutica adequada ao caso.

O que é
ASíndrome de Irlen é uma hipersensibilidade à luz que causa distorções visuais que interferem na maneira comoa pessoa percebe e processa letras, números e símbolos. Sua causa está relacionada a alterações no processamento cerebral, mas os problemas oculares contribuem para os sintomas. Eles aparecem após o tempo médio de 10 a 15 minutos de leitura, causando estresse visual e inquietude diante da tarefa de estudo, o que pode gerar déficit de aprendizado. Em cerca de 45% dos casos, a Síndrome de Irlen apresenta-se em consonância com a Dislexia e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

Serviço
Inscrições abertas até o dia 28/11;
Local do evento: Espaço Metodista - Rua Major Diogo, 285 - Bela Vista - São Paulo – SP
Horário: 8h às 18h
Data: 01,02 e 03 de dezembro
Mais informações:www.dislexiadeleitura.com.br/ ou (31) 3289-2085

Informaçõespara Imprensa:
PimentaComunicação
ReginaPimenta–regina@pimenta.com / 11-2858-9191
MarianaPassos – mariana@pimenta.comFone: 11-2858.9123
TatianeCunha – tatiane@pimenta.comFone: 11- 2858.9150
Tatiane Cunha
Pimenta Comunicação
tatiane@pimenta.com
55 11 2858-9191

Magna Oliveria Melo- Neuroeducadora e Psicopedagoga- SP
mom@psiccoterapeutas.com.br
Tel- 55 11 2309 8243/ 8117 5807

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Estudos recentes ajudam a melhor entender a dislexia

Estudos recentes ajudam a melhor entender a dislexiaA dislexia é o transtorno de aprendizagem com maior incidência nas salas de aula. Trata-se de um transtorno específico e persistente da leitura e da escrita, caracterizado por um inesperado e substancial baixo desempenho da capacidade de ler e escrever, apesar da adequada instrução formal recebida, da normalidade do nível intelectual e da ausência de déficits sensoriais. Pesquisas realizadas em vários países mostram que entre 5% e 17% da população mundial é disléxica.

O grande impacto desse transtorno na população tem motivado diversos estudos sobre o assunto e algumas pesquisas recentes, como um estudo sobre a dificuldade dos disléxicos de associarem as pessoas às suas vozes, têm ajudado a compreender melhor a sua causa. Novas evidências têm demonstrado que o nível de QI (Quociente de Inteligência) não deve ser considerado para o diagnóstico da dislexia e também estão conduzindo a novas técnicas para o diagnóstico precoce através do uso de neuroimagem.

Como foi mencionado anteriormente, a definição generalizada da dislexia considera que os disléxicos possuem um nível intelectual dentro da normalidade, mas pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, comprovaram que pessoas com dificuldade de leitura possuem o mesmo padrão de ativação cerebral, independente do nível de QI. Essa descoberta oferece evidência biológica de que o QI não deve ser enfatizado no diagnóstico de habilidades de leitura, contradizendo a prática comum de utilizar o QI como fator auxiliar para definir e diagnosticar a dislexia.

Para entender melhor o que acontece nos cérebros de pessoas com baixa habilidade de leitura e sua relação com o nível de QI, os pesquisadores se voltaram para recursos de imagem, a ressonância magnética funcional. Para isso eles avaliaram um grupo de 131 crianças com idades entre 7 e 16 anos classificados em três grupos: fraca leitura com QI normal, fraca leitura com baixo QI, e leitura normal com QI normal. Os grupos foram submetidos a um teste envolvendo rimas enquanto passavam pela ressonância magnética.

Os resultados mostraram que os dois grupos de crianças com fraca leitura tiveram um desempenho parecido no teste de rimas, porém muito inferior ao do grupo de crianças com leitura normal. E as imagens indicaram que os padrões cerebrais dos grupos de fraca leitura eram também parecidos na maior parte do tempo, ao contrário do grupo com leitura normal.
Os pesquisadores ressaltam que essa descoberta soma a diversas outras evidências que indicam que uma criança com dificuldade na leitura, independentemente do seu nível de QI, deve ser estimulada a procurar intervenção específica para leitura. Esses novos resultados chegam num momento em que estudos comportamentais recentes mostram que as dificuldades no processamento do sistema sonoro da linguagem, que geralmente leva a dificuldades para conectar os sons da linguagem às letras, são similares em pessoas com baixa habilidade de leitura, independentemente do QI.

Isso fica mais claro em outro estudo recente, que descobriu que pessoas com dislexia têm dificuldade para distinguir pessoas pelas suas vozes. Isso se deve à dificuldade do disléxico de reconhecer as diferenças fonéticas, as propriedades físicas da fala que torna exclusiva a voz de uma pessoa, independentemente do idioma. A causa provável é que eles sofrem de comprometimento fonológico.

Para chegar a essa descoberta, os cientistas do MIT, nos EUA, treinaram pessoas com e sem dislexia para reconhecer as vozes de pessoas falando seus idiomas nativos, no caso o inglês, e também um idioma desconhecido deles, o mandarim. Em cada idioma, os participantes aprenderam a associar as vozes dos falantes a personagens diferentes e depois foram testados na habilidade de identificar corretamente as vozes.

Os cientistas descobriram que os disléxicos eram significativamente piores em consistentemente reconhecer as vozes no idioma inglês, porém eram tão ruins quanto os não disléxicos em reconhecer as vozes no idioma chinês.

O resultado reafirma a teoria de que o déficit da dislexia não está no ato da leitura em si, mas na verdade envolve dificuldades de como os sons da língua falada são ouvidos e processados no cérebro do disléxico. Porém, o que as teorias sobre dislexia ainda não foram capazes de explicar convincentemente, de acordo com os pesquisadores, é por que não há dificuldade aparente na habilidade das pessoas com dislexia de perceber e produzir a fala.
Muitas pesquisas demonstram que pessoas com dislexia têm mais dificuldade de compreender a fala quando existe ruído ao redor. Esses resultados sugerem que a dificuldade de se seguir uma voz específica pode ser parte da causa. Então, professores e demais educadores devem ser sensíveis a isso durante as suas aulas, uma vez que o barulho dos outros alunos pode tornar desproporcionalmente difícil para alunos disléxicos acompanharem o que está sendo ensinado.
Apesar de a dislexia ser uma condição hereditária, segundo o Instituto ABCD, o disléxico responde às intervenções terapêuticas e educacionais específicas, mesmo que lentamente. Somente com intervenções adequadas pode-se melhorar o desempenho em leitura e escrita, que também podem ser beneficiadas por diversos fatores facilitadores como a precocidade do diagnóstico, e o ambiente familiar e escolar.