<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113</id><updated>2012-01-26T11:40:39.535-08:00</updated><category term='Dificuldades-o que os pais podem fazer'/><category term='Como fazer uma Monografia'/><category term='NEUROEDUCAÇÃO - Livros'/><category term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - medicamentos ( áudio- entrevista cbn)'/><category term='Memória'/><category term='Atendimento em Neuroeducação'/><category term='Palestras'/><category term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Transtorno de Atenção'/><category term='Déficit de atenção e PNL'/><category term='neuroeducação'/><category term='PNL- terapias'/><category term='Neuroeducar'/><category term='MEMÓRIA - atenção'/><category term='DISLEXIA - A vida secreta da criança com dislexia'/><category term='Psicopedagogia'/><category term='II Simpósio de Neuroeducação 2010'/><category term='DISLEXIA  - PEI: Uma nova proposta de intervenção na Dislexia e Síndrome de Irlen'/><category term='DISLEXIA- Estudos recentes da neurociências'/><category term='Dislexia- crianças com dislexia tem dificuldade com sons'/><category term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Transtorno'/><category term='DISTÚRBIO DO Processamento Auditivo Cental'/><category term='lição de casa'/><category term='DISLEXIA  - Sinais de Dislexia nas diferentes fases da infância e escolarização'/><category term='O CEREBRO QUE APRENDE - Lançamento do Livro'/><category term='DISLEXIA  - Dificuldade de Leitura'/><category term='DISLEXIA - Porque um disléxico não compreende o que lê?'/><category term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Principais Sintomas'/><category term='Preguiça'/><category term='Dislexia- Como conhecer o cérebro dos disléxicos'/><category term='EMOÇÃO - Como controlar a emoção'/><category term='Emoções e Pnl'/><category term='Emoções- Como controlo as minhas emoções'/><category term='MEMÓRIA -'/><category term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Sistema Educacional e o Aluno com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)'/><category term='Simpósio de Neuroeducação'/><category term='DISLEXIA DE LEITURA- Síndrome de Irlen'/><category term='déficit de atenção- superação'/><category term='TRABALHO apresentado no Simpósio de Neuroeducaçãosuperandoasdificuldadesdeatencao-1ª parte'/><category term='TDAH- entrevista com Gastão Ribeiro'/><category term='A. Sessões em Neuroeducação on line'/><category term='DÉFICIT DE ATENÇÃO- medicamentos'/><category term='Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) - Medicamentos'/><category term='Neuroeducação - Lateralidades'/><category term='Birrasl- Comprtamento infantil'/><category term='Dislexia de Leitura - Repetência escolar'/><category term='Atendimentos- Marque sua consulta'/><title type='text'>Aprendizagem</title><subtitle type='html'>Avaliações e Intervenções para: 
Falta de Foco / Falta de atenção 
• Memória e esquecimento 
• Bloqueios 
• Timidez e Baixa autoestima 
• Dificuldade em aprender idiomas estrangeiros 
• Dificuldades com leitura 
• Procrastinação - Preguiça 
• Medos e Fobias 
• Indisciplina 
• Apresentação de Trabalhos e monografias,  
receio de falar em publico, Síndrome de Irlen, etc
Contatos: mom@psicoterapeutas.com.br
tels: 
Cons. 55-11-2309 8243 
cel- 55-11-8117 5807</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>57</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-7071370972589236237</id><published>2012-01-26T10:41:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T11:37:01.988-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Birrasl- Comprtamento infantil'/><title type='text'>As birras....Meu bebê cresceu!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
Por Magna de Oliveira Melo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Frequentemente ouço&amp;nbsp; de alguns pais queixas sobre o comportamento de seus filhos ainda muito pequenos, geralmente dizendo que não sabem como agir frente as mudanças de comportamento&amp;nbsp;que seus filhos começam apresentar quando deixam de serem bebês.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="color: #274e13; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Mais ou menos&amp;nbsp;por volta de dois anos é um momento em que os&amp;nbsp; pais&amp;nbsp; começam a notar as mudanças e muitas vezes não saber o que fazer, como falar, chegando aaté mesmo ocorrer desacordos&amp;nbsp;entre a mãe e o pai,&amp;nbsp;pois&amp;nbsp; cada um "acha" uma resposta diferente para o comportamento do filho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;O&amp;nbsp;fato é que este é um momento de transição para a criança,&amp;nbsp;ocorrem mudanças
importantes cognitivas, momento em que&amp;nbsp;adquiri novas habilidades. Este será momento
de mudança para os pais também, os pais devem saber que agora a sua&amp;nbsp;criança&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;não está mais no piloto automático como antes,&amp;nbsp; agora ela é
capaz de fazer muitas coisas. A criança&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;de 2 anos é boa em &lt;u&gt;fazer coisas&lt;/u&gt;, mas&amp;nbsp;não é tão boa em &lt;u&gt;&amp;nbsp;não&lt;/u&gt; fazer. Quando ela se sente frustrada,&amp;nbsp;pode &amp;nbsp;bater,
xingar,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;choramingar&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;berrar, de acordo com Helen Bee.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;O&amp;nbsp;bebê que recentemente adquiriu a habilidade da linguagem, agora vai
utilizar essa nova e fantástica habilidade da maneira que conseguir e que&amp;nbsp;souber.&amp;nbsp;este momento é crucial e&amp;nbsp;faz-se necessário, (e este é mesmo o momento, não deixe para depois apenas&amp;nbsp;porque certas coisas são "bonitinhos") que os pais&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;adquiriram a capacidade de impor&amp;nbsp; os limites adequados na criança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Algumas pessoas dizem que crianças
precisam de limites, outras que elas pedem por limites, mas&amp;nbsp;o que na verdade ocorre &amp;nbsp;é que&amp;nbsp;a crianças&amp;nbsp;está
construindo o seu&amp;nbsp;modelo do que é &amp;nbsp;certo e do que é errado, &amp;nbsp;por isso é muito importante e&amp;nbsp;preciso
ensiná-la, já que&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;este conceito&lt;/span&gt; não é algo inato, precisa ser aprendido e apreendido logo cedo, os pais devem ter isso muito claro e insistir até que&amp;nbsp;ela entenda e assimile esse conhecimento novo, apesar de falar muitas vezes é sempre preciso repetir porque ela vai testar se o que está sendo ensinado é sempre igual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: #274e13; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;As regras que a sociedade precisa
para viver em comunidade foram construídas, portanto é cultural e precisam ser
ensinadas ainda com as crianças pequenas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="color: #274e13; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;span style="color: #00b050; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Além das regras, também&amp;nbsp;seus impulsos devem ser
controlados por meio de modelos, ou seja, é preciso não somente dizer, mas é preciso &amp;nbsp;mostrar para
a criança como agir, os pais devem ser sempre uma referencia para ela neste importantíssimo periodo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;. esqueça aquela frase, "faça o que eu falo e não o que eu faço". uma criança aprende com modelos, exemplo, vivenciando as situações em que vive e observando o comportamento dos que lhes são importantes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-7071370972589236237?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/7071370972589236237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2012/01/as-birrasmeu-bebe-cresceu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7071370972589236237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7071370972589236237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2012/01/as-birrasmeu-bebe-cresceu.html' title='As birras....Meu bebê cresceu!'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-2841827269340315663</id><published>2012-01-17T08:16:00.000-08:00</published><updated>2012-01-17T08:32:33.734-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TDAH- entrevista com Gastão Ribeiro'/><title type='text'>Entrevista sobre Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) com o psicólogo e hipnólogo Gastão Ribeiro</title><content type='html'>Clik no link abaixo para ver a entrevista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/mgtv-1edicao/t/edicoes/v/psicologo-fala-sobre-a-hiperatividade/1768410/" target="_blank"&gt;http://g1.globo.com/videos/minas-gerais/mgtv-1edicao/t/edicoes/v/psicologo-fala-sobre-a-hiperatividade/1768410/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magna Oliveira Melo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-2841827269340315663?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/2841827269340315663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2012/01/entrevisata-sobre-tdah-com-o-psicologo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/2841827269340315663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/2841827269340315663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2012/01/entrevisata-sobre-tdah-com-o-psicologo.html' title='Entrevista sobre Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) com o psicólogo e hipnólogo Gastão Ribeiro'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-983517060819990859</id><published>2011-11-25T09:04:00.000-08:00</published><updated>2011-11-25T09:07:51.899-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dislexia de Leitura - Repetência escolar'/><title type='text'>Repetência escolar pode ser causada por Dislexia de Leitura</title><content type='html'>Com o final do ano, a repetência escolar alerta pais e professores, mas este pode ser um resultado de distúrbios de aprendizagem, como a conhecida Dislexia de Leitura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Paulo, 24 de novembro de 2011 – &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A deficiência de aprendizado conhecida como Dislexia de Leitura, ou Síndrome de Irlen, atinge mais de 17% da população brasileira e, muitas vezes, é confundida com falta de disciplina ou preguiça de crianças e jovens em idade escolar. No final do ano, com a chegada do boletim escolar, estes problemas são evidenciados e muitos alunos que não tiveram suas dificuldades previamente identificadas terão sérios prejuízos escolares, podendo repetir o ano, ou até em casos mais graves, abandonar a escola.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ajudar educadores e profissionais da saúde a identificar o problema,e a tratá-lo adequadamente, a Fundação Hospital de Olhos, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), criou o projeto Bom Começo,que está chegando a São Paulo no início de dezembro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Presente em 20 estados brasileiros, esse Projeto é uma ação social destinada a erradicar distúrbios de aprendizagem relacionados à visão – em especial, a Síndrome deIrlen – por meio da capacitação de profissionais das áreas de saúde e educação. Durante um curso com duração de 24 horas/aula,esses profissionais são treinados para identificar o distúrbio e lidar com o problema, de modo a melhorar o desempenho dos alunos em sala de aula. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Pela primeira vez, esse curso será dado em São Paulo, nos dias 01 a 03 de dezembro, no Espaço Metodista (Rua Major Diogo, 285, Bela Vista).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O&amp;nbsp; objetivo é mostrar a importância da avaliação da saúde ocular edo processamento cerebral da visão”, explica o oftalmologista Ricardo Guimarães, um dos idealizadores do curso – e do projeto Bom Começo. O projeto já capacitou mais de 1.400 profissionais nopaís, em cerca de 150 municípios, e ajudou milhares de criançascom baixo desempenho escolar. A intenção, segundo Guimarães, é expandir o treinamento, beneficiando um contingente ainda maior de crianças e jovens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dividido em aulas teóricas e práticas, o curso é dado em três dias, no horário das 8h às 18h. Destina-se a professores, psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, orientadores educacionais, educadores, pedagogos, psicopedagogos, neurologistas e ortoptistas. Durante as aulas, esses profissionais são habilitados a realizar atriagem diagnóstica e a indicar a intervenção terapêutica adequada ao caso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O que é &lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ASíndrome de Irlen é uma hipersensibilidade à luz que causa distorções visuais que interferem na maneira comoa pessoa percebe e processa letras, números e símbolos. Sua causa está relacionada a alterações no processamento cerebral, mas os problemas oculares contribuem para os sintomas. Eles aparecem após o tempo médio de 10 a 15 minutos de leitura, causando estresse visual e inquietude diante da tarefa de estudo, o que pode gerar déficit de aprendizado. Em cerca de 45% dos casos, a Síndrome de Irlen apresenta-se em consonância com a Dislexia e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Serviço&lt;br /&gt;
Inscrições&amp;nbsp;abertas até o dia 28/11;&lt;br /&gt;
Local&amp;nbsp;do evento:&amp;nbsp;Espaço Metodista - Rua Major Diogo, 285 - Bela Vista - São Paulo –&amp;nbsp;SP&lt;br /&gt;
Horário:&amp;nbsp;8h&amp;nbsp;às 18h&lt;br /&gt;
Data:&amp;nbsp;01,02 e 03 de dezembro&lt;br /&gt;
Mais&amp;nbsp;informações:www.dislexiadeleitura.com.br/&amp;nbsp;ou (31) 3289-2085&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informaçõespara Imprensa: &lt;br /&gt;
PimentaComunicação &lt;br /&gt;
&lt;a href="mailto:ReginaPimenta–regina@pimenta.com"&gt;ReginaPimenta–regina@pimenta.com&lt;/a&gt; / 11-2858-9191&lt;br /&gt;
MarianaPassos – &lt;a href="mailto:mariana@pimenta.comFone"&gt;mariana@pimenta.comFone&lt;/a&gt;: 11-2858.9123&lt;br /&gt;
TatianeCunha – &lt;a href="mailto:tatiane@pimenta.comFone"&gt;tatiane@pimenta.comFone&lt;/a&gt;: 11- 2858.9150&lt;br /&gt;
Tatiane Cunha&lt;br /&gt;
Pimenta Comunicação&lt;br /&gt;
&lt;a href="mailto:tatiane@pimenta.com"&gt;tatiane@pimenta.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
55 11 2858-9191&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magna Oliveria Melo- Neuroeducadora e Psicopedagoga- SP&lt;br /&gt;
&lt;a href="mailto:mom@psiccoterapeutas.com.br"&gt;mom@psiccoterapeutas.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Tel- 55 11 2309 8243/ 8117 5807&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-983517060819990859?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/983517060819990859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/11/repetencia-escolar-pode-ser-causada-por.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/983517060819990859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/983517060819990859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/11/repetencia-escolar-pode-ser-causada-por.html' title='Repetência escolar pode ser causada por Dislexia de Leitura'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8303503661991442062</id><published>2011-10-25T10:20:00.000-07:00</published><updated>2011-10-25T10:24:21.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA- Estudos recentes da neurociências'/><title type='text'>Estudos recentes ajudam a melhor entender a dislexia</title><content type='html'>&lt;h2 class="date-header" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img align="left" alt="Estudos recentes ajudam a melhor entender a dislexia" height="182" src="http://www.cerebromelhor.com.br/blog/UserFiles/image/Dislexia.jpg" width="160" /&gt;A &lt;a href="http://www.dislexia.org.br/" target="_blank"&gt;dislexia&lt;/a&gt; é o transtorno de  aprendizagem com maior incidência nas salas de aula. Trata-se de um transtorno  específico e persistente da leitura e da escrita, caracterizado por um  inesperado e substancial baixo desempenho da capacidade de ler e escrever,  apesar da adequada instrução formal recebida, da normalidade do nível  intelectual e da ausência de déficits sensoriais. Pesquisas realizadas em vários  países mostram que entre 5% e 17% da população mundial é disléxica.&lt;/h2&gt;&lt;div class="post-body"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O grande impacto desse transtorno na população tem motivado diversos estudos  sobre o assunto e algumas pesquisas recentes, como um estudo sobre a dificuldade  dos disléxicos de associarem as pessoas às suas vozes, têm ajudado a compreender  melhor a sua causa. Novas evidências têm demonstrado que o nível de QI  (Quociente de Inteligência) não deve ser considerado para o diagnóstico da  dislexia e também estão conduzindo a novas técnicas para o diagnóstico precoce  através do uso de neuroimagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como foi mencionado anteriormente, a definição generalizada da dislexia  considera que os disléxicos possuem um nível intelectual dentro da normalidade,  mas &lt;/span&gt;&lt;a href="http://med.stanford.edu/ism/2011/september/dyslexia.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;pesquisadores da Universidade de Stanford&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;, nos EUA,  comprovaram que pessoas com dificuldade de leitura possuem o mesmo padrão de  ativação cerebral, independente do nível de QI. Essa descoberta oferece  evidência biológica de que o QI não deve ser enfatizado no diagnóstico de  habilidades de leitura, contradizendo a prática comum de utilizar o QI como  fator auxiliar para definir e diagnosticar a dislexia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para entender melhor o que acontece nos cérebros de pessoas com baixa  habilidade de leitura e sua relação com o nível de QI, os pesquisadores se  voltaram para recursos de imagem, a ressonância magnética funcional. Para isso  eles avaliaram um grupo de 131 crianças com idades entre 7 e 16 anos  classificados em três grupos: fraca leitura com QI normal, fraca leitura com  baixo QI, e leitura normal com QI normal. Os grupos foram submetidos a um teste  envolvendo rimas enquanto passavam pela ressonância magnética.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os resultados mostraram que os dois grupos de crianças com fraca leitura  tiveram um desempenho parecido no teste de rimas, porém muito inferior ao do  grupo de crianças com leitura normal. E as imagens indicaram que os padrões  cerebrais dos grupos de fraca leitura eram também parecidos na maior parte do  tempo, ao contrário do grupo com leitura normal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os pesquisadores ressaltam que essa descoberta soma a diversas outras  evidências que indicam que uma criança com dificuldade na leitura,  independentemente do seu nível de QI, deve ser estimulada a procurar intervenção  específica para leitura. Esses novos resultados chegam num momento em que  estudos comportamentais recentes mostram que as dificuldades no processamento do  sistema sonoro da linguagem, que geralmente leva a dificuldades para conectar os  sons da linguagem às letras, são similares em pessoas com baixa habilidade de  leitura, independentemente do QI.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Isso fica mais claro em &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sciencemag.org/content/333/6042/595.abstract" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;outro estudo recente&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;, que descobriu que pessoas com dislexia  têm dificuldade para distinguir pessoas pelas suas vozes. Isso se deve à  dificuldade do disléxico de reconhecer as diferenças fonéticas, as propriedades  físicas da fala que torna exclusiva a voz de uma pessoa, independentemente do  idioma. A causa provável é que eles sofrem de comprometimento fonológico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para chegar a essa descoberta, os cientistas do MIT, nos EUA, treinaram  pessoas com e sem dislexia para reconhecer as vozes de pessoas falando seus  idiomas nativos, no caso o inglês, e também um idioma desconhecido deles, o  mandarim. Em cada idioma, os participantes aprenderam a associar as vozes dos  falantes a personagens diferentes e depois foram testados na habilidade de  identificar corretamente as vozes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os cientistas descobriram que os disléxicos eram significativamente piores em  consistentemente reconhecer as vozes no idioma inglês, porém eram tão ruins  quanto os não disléxicos em reconhecer as vozes no idioma chinês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O resultado reafirma a teoria de que o déficit da dislexia não está no ato da  leitura em si, mas na verdade envolve dificuldades de como os sons da língua  falada são ouvidos e processados no cérebro do disléxico. Porém, o que as  teorias sobre dislexia ainda não foram capazes de explicar convincentemente, de  acordo com os pesquisadores, é por que não há dificuldade aparente na habilidade  das pessoas com dislexia de perceber e produzir a fala.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Muitas pesquisas demonstram que pessoas com dislexia têm mais dificuldade de  compreender a fala quando existe ruído ao redor. Esses resultados sugerem que a  dificuldade de se seguir uma voz específica pode ser parte da causa. Então,  professores e demais educadores devem ser sensíveis a isso durante as suas  aulas, uma vez que o barulho dos outros alunos pode tornar desproporcionalmente  difícil para alunos disléxicos acompanharem o que está sendo ensinado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Apesar de a dislexia ser uma condição hereditária, segundo o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.institutoabcd.org.br/portal/institucional/glossario/" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Instituto ABCD&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;, o disléxico responde às intervenções  terapêuticas e educacionais específicas, mesmo que lentamente. Somente com  intervenções adequadas pode-se melhorar o desempenho em leitura e escrita, que  também podem ser beneficiadas por diversos fatores facilitadores como a  precocidade do diagnóstico, e o ambiente familiar e escolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-footer" style="text-align: justify;"&gt;Fonte- site &lt;a href="http://www.cerebromelhor.com.br/"&gt;www.cerebromelhor.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8303503661991442062?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8303503661991442062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/10/estudos-recentes-ajudam-melhor-entender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8303503661991442062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8303503661991442062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/10/estudos-recentes-ajudam-melhor-entender.html' title='Estudos recentes ajudam a melhor entender a dislexia'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-6685916488262132780</id><published>2011-10-24T14:06:00.000-07:00</published><updated>2011-10-24T14:58:42.959-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNL- terapias'/><title type='text'>O que a Programação Neurolinguística - PNL pode fazer por você?</title><content type='html'>&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;A&amp;nbsp;&lt;acronym title="Programação Neurolinguística"&gt;PNL&lt;/acronym&gt; trabalha em diversas áreas e pode você ajudar a:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-e-tYp46Xzl0/TqXX-ecpb_I/AAAAAAAAAP8/POAxUA_FuZA/s1600/caminho+indecisoes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-e-tYp46Xzl0/TqXX-ecpb_I/AAAAAAAAAP8/POAxUA_FuZA/s1600/caminho+indecisoes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fKgmPezkiT0/TqXaoEVLG2I/AAAAAAAAAQM/ftBTiQqI1Bg/s1600/caminho+desequilibrio.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-fKgmPezkiT0/TqXaoEVLG2I/AAAAAAAAAQM/ftBTiQqI1Bg/s200/caminho+desequilibrio.png" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Melhorar a auto-estima e confiança.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;R&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;e-significar comportamentos e hábitos improdutivos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Atingir mais facilmente os objetivos/metas, como por exemplo, emagrecer, deixar de  fumar, etc.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Tomar decisões mais produtivas, escolher o melhor caminho.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Re-significar experiencias do passado que o impedem de ir adiante e ajudar a construir um caminho mais adequado.&lt;/span&gt;Alcançar a transformação que deseja para a sua vida.&lt;/li&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Re-significar e&amp;nbsp;transformar convicções ou crenças que o impendem atingir suas metas. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Tratar fobias, medos e inibições.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Reestruturar emoções como raiva&amp;nbsp; e&amp;nbsp; ódio.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Melhorar&amp;nbsp; relacionamentos e comunicações.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7ykIVVTswDM/TqXbEe3n8-I/AAAAAAAAAQU/_nSIp9Bf6Sg/s1600/caminho+construir.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-7ykIVVTswDM/TqXbEe3n8-I/AAAAAAAAAQU/_nSIp9Bf6Sg/s1600/caminho+construir.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #b45f06; font-size: large;"&gt;A PNL pode ser utilizada com propósitos terapêuticos ou para  aprimorar o desenvolvimento pessoal, profissional e escolar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;Magna de Oliveria Melo&lt;br /&gt;
Psicopedagoga/ Neuroeducadora/ Mestre em Programação Neurolinguística&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-6685916488262132780?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/6685916488262132780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/10/o-que-programacao-neurolinguistica-pnl.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6685916488262132780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6685916488262132780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/10/o-que-programacao-neurolinguistica-pnl.html' title='O que a Programação Neurolinguística - PNL pode fazer por você?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-e-tYp46Xzl0/TqXX-ecpb_I/AAAAAAAAAP8/POAxUA_FuZA/s72-c/caminho+indecisoes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4669334322290628303</id><published>2011-08-03T17:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T13:56:31.183-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Déficit de atenção e PNL'/><title type='text'>Programação NeuroLinguística e Deficit de Atenção</title><content type='html'>&lt;div id="yui_3_2_0_5_1312416033308654" style="color: black; display: inline; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;; font-size: small; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;&lt;div dir="ltr" id="yui_3_2_0_5_1312416033308652"&gt;&lt;div id="yui_3_2_0_5_1312416033308650" style="color: black; font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;h1 id="yiv1198072591post-673" style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://site.suamente.com.br/intervencoes-da-pnl-que-funcionam-no-disturbio-do-deficit-de-atencao-dda/" id="yui_3_2_0_5_1312416033308647" rel="nofollow" target="_blank" title="Permanent Link to Intervenções da PNL que funcionam no Distúrbio do Déficit de Atenção (DDA)"&gt;&lt;span id="yui_3_2_0_5_1312416033308645" style="color: #234786; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Intervenções da PNL que funcionam no  Distúrbio do Déficit de Atenção (DDA)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Uma nova Definição do  DDA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Meu teste para descobrir o verdadeiro portador  de DDA é dar a ele uma tarefa simples a fazer com a sua mente. Uma destas  tarefas é: conseguir uma imagem interna de uma palavra que ele já saiba como  soletrar e manter essa imagem fixa enquanto ele soletra a palavra de trás para  diante (da direita para a esquerda).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Eu aumento gradualmente o tamanho da palavra até  que tenhamos uma palavra bem comprida (dependendo da idade dele). O portador de  DDA não será capaz de manter a imagem fixa o tempo suficiente para fazer isto. A  palavra vai voar, apagar-se, pular em volta ou simplesmente desaparecer! Ele não  pode controlar a imagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Algumas pessoas que não são portadores de DDA  também não conseguem soletrar palavras ou números de trás para frente. Para  eles, entretanto, isso é simplesmente uma questão de aprender como fazer isso e  não que a palavra desapareça ou que esteja fora de controle em suas  mentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Eu encontrei muitos alunos que foram mal  diagnosticados com o rótulo do DDA. Os sintomas de comportamento enquadram-se em  muitos estudantes os quais estão aborrecidos na escola ou que estão apresentando  outros problemas de comportamento. Muitas vezes, ensinando aos alunos como  aprender na escola, como se concentrar, como se organizar, como estabelecer  prioridades e/ou como ter uma melhor atitude na escola, as causas dos sintomas  somem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Ensinar pais, professores e alunos como se  comunicar melhor parece ajudar em muito. Também descobri, que é importante,  procurar inicialmente por alergias, principalmente de comida, e verificar a  quantidade de açúcar ingerida e/ou comidas tipo lanches e salgadinhos. Também  descobri os sintomas do DDA em indivíduos de todas as idades os quais foram  infectados com o germe do fungo “Candida Albicans”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;Por causa disto eu adaptei a minha definição do  DDA. Para mim, o portador de DDA tem a inabilidade de controlar a sua mente. Ele  não consegue controlar a sua mente e não consegue fazer nada sobre isso. Essa  inabilidade em controlar a sua mente conduz a todos os sintomas mencionados  anteriormente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;O verdadeiro portador de DDA ainda precisa  aprender as coisas mencionadas antes como aprender e ter uma melhor atitude  própria em relação a escola, etc. Entretanto, antes de aprender essas coisas,  eles precisam aprender como controlar suas mentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://site.suamente.com.br/intervencoes-da-pnl-que-funcionam-no-disturbio-do-deficit-de-atencao-dda/" id="yui_3_2_0_5_1312416033308660" rel="nofollow" target="_blank" title="http://site.suamente.com.br/intervencoes-da-pnl-que-funcionam-no-disturbio-do-deficit-de-atencao-dda/"&gt;&lt;span style="color: #234786; font-size: small;"&gt;http://site.suamente.com.br/intervencoes-da-pnl-que-funcionam-no-disturbio-do-deficit-de-atencao-dda/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4669334322290628303?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://site.suamente.com.br/intervencoes-da-pnl-que-funcionam-no-disturbio-do-deficit-de-atencao-dda/' title='Programação NeuroLinguística e Deficit de Atenção'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4669334322290628303/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/08/programacao-neurolinguistica-e-deficit.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4669334322290628303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4669334322290628303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/08/programacao-neurolinguistica-e-deficit.html' title='Programação NeuroLinguística e Deficit de Atenção'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1430276134326832568</id><published>2011-08-03T17:38:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T17:38:23.978-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memória'/><title type='text'>A insustentável levesa da memória</title><content type='html'>Você confia na sua memória? Tente se lembrar de algum acontecimento traumático  na sua vida. Você consegue se lembrar onde estava? Quem estava com você? E como  você se sentiu durante o evento? Você provavelmente esteja muito confiante  dessas memórias, mas nossas lembranças não são tão precisas quanto nós  imaginamos. &lt;br /&gt;
&lt;a href="http://worldsciencefestival.com/events/memory" target="_blank"&gt;Especialistas explicam&lt;/a&gt; que a memória muitas vezes não é  armazenada de maneira completa ou pode até ser armazenada de maneira equivocada.  Além disso, é possível modificar uma memória durante o processo em que ela é  recordada e isso até pode ser usado em terapias. Existem até drogas com o poder  de apagar totalmente a memória de longo prazo de uma pessoa ou de  fortalecê-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elizabeth Phelps, da Universidade de New York nos EUA, explica que memórias  de eventos traumáticos são armazenadas principalmente numa região do cérebro  chamada de amídala, um centro de processamento de emoções do cérebro  particularmente envolvido com o medo. A amídala foca tão pesadamente nas emoções  que ela acaba não armazenando adequadamente os detalhes do evento. Estudos de  imagem cerebral com voluntários americanos têm demonstrado que, quando eles  pensam sobre o ataque às Torres Gêmeas no fatídico 11 de setembro, há uma grande  ativação da amídala, enquanto a ativação do parahipocampo, região do cérebro  importante para resgatar detalhes, é baixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é que essas lembranças falhas podem ter graves consequências, pois  às vezes combinamos os detalhes de nossas experiências incorretamente. Um  exemplo disso foi o de Donald Thompson, um psicólogo e especialista em memória,  que foi acusado de um estupro brutal. Mas por sorte de Thompson, ele tinha um  álibi inquestionável. Ele estava dando uma entrevista ao vivo na televisão sobre  memórias não confiáveis no momento do crime. A mulher estava assistindo à  entrevista quando foi estuprada e acabou confundindo o rosto de Thompson com o  do estuprador. De acordo com Daniel Schachter, professor de psicologia em  Harvard, esse tipo de memória confiável mal atribuída é uma das causas mais  frequentes de acusações erradas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas memórias mudam toda vez que pensamos sobre um evento do passado.  Quando nossos cérebros armazenam memórias, elas passam por um processo de  consolidação e, enquanto o processo não é concluído, as memórias permanecem  frágeis. Toda vez que recordamos algo, criamos oportunidades de mudar ou  atualizar o que resgatamos. Este processo nos permite deixar nossas memórias  mais precisas na medida em que adicionamos novas informações a elas, explica o  professor da Universidade do Arizona Lynn Nadel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reativação da memória pode fortalecer, mudar ou atualizar nossas  lembranças, e &lt;a href="http://www.dana.org/news/features/detail.aspx?id=24148" target="_blank"&gt;pode ser usada no tratamento de pessoas&lt;/a&gt; que sofrem de  distúrbio de estresse pós-traumático. Quando resgatamos memórias e não fazemos  nada para diminuir seu impacto, o medo se torna maior, mas quando novas  informações são adicionadas à memória, o medo pode diminuir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terapias químicas também podem algum dia diminuir o impacto emocional  negativo das memórias. Em 2006, o pesquisador Todd Sacktor, descobriu uma &lt;a href="http://www.dana.org/news/publications/detail.aspx?id=24570" target="_blank"&gt;proteína responsável pelo processo de armazenar memórias de longo  prazo&lt;/a&gt;. Pesquisas indicaram que aplicando mais dessa proteína fez com que  memórias de longo prazo fossem fortalecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadores desenvolveram uma droga, chamada de ZIP, que inibe essa  proteína e, em testes feitos com ratos, permitiu com que eles apagassem as  memórias de longo prazo desses ratos. Tratamentos usando essa droga, o ZIP,  seriam antiéticos em humanos, pois os pesquisadores não conseguem atacar uma  memória específica e, consequentemente, apagariam todas as memórias de longo  prazo de uma pessoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo sabendo que não podemos confiar cegamente em nossa memória, é  importante lembrarmos que nossa habilidade de memorizar pode ser melhorada com a  prática e o treino frequente com &lt;a href="http://www.cerebromelhor.com.br/jogos_memoria.asp" target="_blank"&gt;jogos de  memória&lt;/a&gt; é uma ótima maneira de exercitarmos essa habilidade tão importante  para nossas vidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="post-footer"&gt;Postado por &lt;a href="http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_author.asp?id=1" title="Perfil de Cérebro Melhor"&gt;Cérebro Melhor&lt;/a&gt; às &lt;a href="http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_permalink.asp?id=152" title="Permalink para A insustentável leveza da memória"&gt;18:19:47&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_archives_cat.asp?cat=17" title=""&gt;Científico (36)&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_permalink.asp?id=152#comments"&gt;Comentários (0)&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1430276134326832568?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_permalink.asp?id=152' title='A insustentável levesa da memória'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1430276134326832568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/08/insustentavel-levesa-da-memoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1430276134326832568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1430276134326832568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/08/insustentavel-levesa-da-memoria.html' title='A insustentável levesa da memória'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-7945202813183484686</id><published>2011-08-02T11:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T11:52:43.732-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dislexia- crianças com dislexia tem dificuldade com sons'/><title type='text'>Que som é esse?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Crianças com dislexia têm dificuldade em diferenciar a língua falada de outros ruídos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gn-7w-acr5A/TjhGO0Hql-I/AAAAAAAAAOw/4waU-YCRsuI/s1600/que+som+e+esse.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-gn-7w-acr5A/TjhGO0Hql-I/AAAAAAAAAOw/4waU-YCRsuI/s1600/que+som+e+esse.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro da sala de aula os sons se misturam: conversas em voz alta, barulho de papel e arrastar de cadeiras, e, ainda assim, a maioria das crianças consegue acompanhar a voz do professor. Porém, para vários alunos com dificuldades de leitura isso não acontece. O que foi dito se perde em meio ao barulho, e eles não conseguem distinguir todos os outros sons a sua volta. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Segundo neurocientistas da Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, a raiz do problema está no tronco encefálico: em crianças disléxicas essa área aparentemente não reage bem. Os pesquisadores estudaram 30 crianças com idade entre 8 e 13 anos, das quais metade sofria de distúrbios de leitura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os participantes assistiram a um filme escolhido por eles ao mesmo tempo que ouviam a sílaba “da” no fone de ouvido. Com a ajuda de eletrodos os pesquisadores registraram a atividade cerebral das crianças. Em um segundo teste, os voluntários repetiam frases inteiras que lhes eram ditas, e o volume do barulho que estava ao fundo, usado para distraí-los, aumentava gradativamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados foram os esperados: apesar de todas as crianças terem se concentrado no filme, o cérebro dos voluntários sem distúrbios percebeu a sílaba pronunciada com grande exatidão, fato percebido pela linearidade do padrão no eletroencefalograma (EEG). Em crianças com dislexia, esse sinal não ocorreu e o desempenho no segundo teste foi pior do que nas demais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tronco encefálico funciona como primeiro ponto de conversão de sinais acústicos depois que o ouvido interno transformou as ondas sonoras em impulsos elétricos. Crianças disléxicas aparentemente têm nesse estágio inicial do processamento sensorial problemas relevantes para diferenciar a fala de outros ruídos ambientes, explica o neurocientista Bharath Chandrasekaran, coordenador do estudo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas descobertas podem explicar o resultado de outros estudos que demonstraram que a dislexia muitas vezes surge associada a uma percepção acústica ruim da fala. Os pesquisadores sugerem que os professores podem ajudar crianças com esse distúrbio: alunos disléxicos deveriam sentar-se na frente do professor para acompanhar melhor a explicação e, em casos mais graves, usar aparelho auditivo adaptado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;viver&amp;nbsp; mente e cérebro- agosto de 2010&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-7945202813183484686?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/7945202813183484686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/08/que-som-e-esse.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7945202813183484686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7945202813183484686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/08/que-som-e-esse.html' title='Que som é esse?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gn-7w-acr5A/TjhGO0Hql-I/AAAAAAAAAOw/4waU-YCRsuI/s72-c/que+som+e+esse.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1793707439381350417</id><published>2011-05-06T09:07:00.000-07:00</published><updated>2011-05-06T10:04:48.611-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DÉFICIT DE ATENÇÃO- medicamentos'/><title type='text'>Déficit de atenção -  Uso exagerado do medicamento para TDAH</title><content type='html'>PATRÍCIA BRITTO&lt;br /&gt;
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA &lt;br /&gt;
Quase 75% das crianças e dos adolescentes brasileiros que tomam remédios para deficit de atenção não tiveram diagnóstico correto.  &lt;br /&gt;
O dado é de um estudo de psiquiatras e neurologistas da USP, Unicamp, do Instituto Glia de pesquisa em neurociência e do Albert Einstein College of Medicine (EUA), que será apresentado no 3º Congresso Mundial de TDAH (transtorno de deficit de atenção e hiperatividade), no fim do mês, na Alemanha. &lt;br /&gt;
A pesquisa colheu dados de 5.961 jovens, de 4 a 18 anos, em 16 Estados do Brasil e no Distrito Federal. &lt;br /&gt;
Os autores aplicaram questionários em pais e professores para identificar a ocorrência do transtorno, tendo como base os critérios do DSM-4 (manual americano de diagnóstico em psiquiatria). &lt;br /&gt;
As informações foram comparadas aos relatos dos pais sobre o diagnóstico que seus filhos receberam de outros profissionais, antes do período das entrevistas. &lt;br /&gt;
Só 23,7% das 459 crianças que haviam sido diagnosticadas com deficit de atenção realmente tinham o transtorno, segundo os critérios do manual. Das 128 que tomavam remédios para tratá-lo, só 27,3% tinham o problema, segundo os pesquisadores. &lt;br /&gt;
"Isso mostra que há muitos médicos prescrevendo o remédio, mas que não conhecem bem o problema", diz o neurologista Marco Antônio Arruda, coautor do estudo e diretor do Instituto Glia. &lt;br /&gt;
O remédio usado para tratar o transtorno é o metilfenidato, princípio ativo da Ritalina e do Concerta. A substância é da família das anfetaminas e age sobre o sistema nervoso central, aumentando a capacidade de concentração. &lt;br /&gt;
Entre os efeitos colaterais causados pela droga estão taquicardia, perda do apetite e o desenvolvimento de quadro bipolar ou psicótico em pessoas com predisposição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouça a entrevista do neurologista Marco Antônio Arruda para a rádio CBN.&lt;br /&gt;
Magna Oliveria Melo&lt;br /&gt;
Neuroeducadora e Psicopedagoga&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1793707439381350417?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1793707439381350417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/05/uso-exagerado-do-medicamento-para-tdah.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1793707439381350417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1793707439381350417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/05/uso-exagerado-do-medicamento-para-tdah.html' title='Déficit de atenção -  Uso exagerado do medicamento para TDAH'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3382203046913453325</id><published>2011-05-06T07:24:00.000-07:00</published><updated>2011-05-09T05:20:17.168-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - medicamentos ( áudio- entrevista cbn)'/><title type='text'>Déficit de atenção - Uso exagerado do medicamento para TDAH - (áudio) Pesquisa mostra que 75% dos usuários de medicamentos para deficit de atenção teve diagnóstico errado</title><content type='html'>&lt;iframe src='http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2011/noticias/marruda_110504&amp;OAS_sitepage=cbn/programas/cbntotal' width='475' height='193' marginheight='0' marginwidth='0' frameborder='0' scrolling='no' bgcolor='#CCCCCC'/&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3382203046913453325?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3382203046913453325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/05/75-dos-usuarios-de-medicamentos-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3382203046913453325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3382203046913453325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/05/75-dos-usuarios-de-medicamentos-para.html' title='Déficit de atenção - Uso exagerado do medicamento para TDAH - (áudio) Pesquisa mostra que 75% dos usuários de medicamentos para deficit de atenção teve diagnóstico errado'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4404407789896177090</id><published>2011-04-28T13:05:00.001-07:00</published><updated>2011-04-28T13:05:39.259-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Palestras'/><title type='text'>Palestras</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;Ø&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Sim, seu filho pode fazer as lições de casa, sem estresse&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; (&lt;span style="color: red;"&gt;gratuita&lt;/span&gt;)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;Ø&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Por que os alunos não prestam atenção nas aulas?&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;Ø&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Como saber se o aluno é preguiçoso ou se tem mesmo dificuldades de aprendizagem?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;Ø&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Como agir com os alunos com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;Ø&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Memória e aprendizagem, o que é preciso saber.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 0pt 18pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Wingdings; font-size: 11pt; mso-bidi-font-family: Wingdings; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Wingdings;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;Ø&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Dislexia de Leitura: Síndrome de Irlen.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que é e como tratar.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;(&lt;span style="color: red;"&gt;gratuita&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4404407789896177090?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4404407789896177090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/palestras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4404407789896177090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4404407789896177090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/palestras.html' title='Palestras'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1032925963863540695</id><published>2011-04-26T05:28:00.000-07:00</published><updated>2011-04-26T05:28:04.698-07:00</updated><title type='text'>Adolescentes</title><content type='html'>&lt;span class="title_post02"&gt;&lt;strong&gt;Como lidar com filhos adolescentes?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Walkyria Coelho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="float: left; width: 100%;"&gt;Estamos vivendo uma época em que há uma transitoriedade em vários aspectos da nossa sociedade, o que proporciona um clima de impermanência e incerteza, que afeta a nossa vida em todos os sentidos, especialmente no convívio familiar. Educar adolescentes é uma tarefa desafiadora, questionadora, emocionante e de grande aprendizado tanto para os pais como para os filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os adolescentes querem emoção, vibração, privacidade, independência, ou seja, os privilégios do adulto, sem que deem provas de já terem competência e maturidade para merecê-las. Mas, no fundo do coração, os jovens querem amor, respeito e aceitação por parte dos familiares.&lt;br /&gt;
A maioria dos pais acredita que educar um adolescente é um processo cansativo, assustador. Quantas vezes não escutamos comentários do tipo “Por que os adolescentes não vêm com um manual de operação?” ou “Desisto! Nada funciona com ele!", etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser pai e mãe é apresentar o jovem a si mesmo e ao mundo, com amor atenção e respeito. Quem vai querer conselhos de alguém que não entende seus conflitos? Dizer que o jovem está exagerando, fazendo tempestade em copo d’água pode ser visto por ele como um uso de superioridade e condescendência para esconder que, na verdade, você não sabe do que ele está falando e não entende o que ele está sentindo.&lt;br /&gt;
Em Programação Neurolinguística utilizamos muito o rapport, que significa uma mudança de atitude diante do outro, do mundo e de si mesmo. Trata-se de um processo de transformação e mudança através da comunicação e da utilização da linguagem que amplia a capacidade de enxergar e compreender as pessoas pela sua forma de pensar, sem críticas ou julgamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos já fomos adolescentes, e temos experiências que nos ajudam a compreender esse momento pelo qual nossos filhos estão passando. Ampliar nossa capacidade de percepção e compreensão, somado a boas doses de respeito e tolerância, já é um grande passo para melhorar o relacionamento e permitir uma comunicação mais eficaz e, como consequência, fortalecer e trazer mais qualidade ao relacionamento pai e filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E um bom relacionamento entre pais e filhos consiste sobretudo na possibilidade dos pais crescerem junto com cada filho, respeitando e acompanhando a passagem dessa fase tão complexa e difícil que vai da dependência quase total do bebê para a crescente autonomia e independência do filho já quase adulto.&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;* Walkyria Coelho é psicóloga e instrutora da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1032925963863540695?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1032925963863540695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/adolescentes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1032925963863540695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1032925963863540695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/adolescentes.html' title='Adolescentes'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-7201541859178149903</id><published>2011-04-25T06:02:00.000-07:00</published><updated>2011-04-25T06:02:05.256-07:00</updated><title type='text'>Timidez</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-i8ZQ4jByBgA/TbVuYRI1QDI/AAAAAAAAAOA/E3Q9UmsTJSM/s1600/leaotimido.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" i8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-i8ZQ4jByBgA/TbVuYRI1QDI/AAAAAAAAAOA/E3Q9UmsTJSM/s1600/leaotimido.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A timidez é caracterizada por uma &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;inibição das crenças de capacidades.&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Todas as vezes que o individuo se acredita incapaz em qualquer modelo de incapacidade, existe uma timidez. Esta incapacidade vai levá-lo a sentir uma insegurança a respeito do&amp;nbsp; próprio desempenho, a respeito da sua própria pessoa e&amp;nbsp;passar a não ter mais&amp;nbsp;confiança e&amp;nbsp;segurança para se entregar na sua performance.&amp;nbsp;Um grande problema do tímido é o medo que&amp;nbsp;de ficar a mercê dele mesmo, vai que na hora H ele nega fogo? Por causa da inibição que ele tem nas crenças de capacidade, vai que ele não da conta do recado e se deixa na mão.&amp;nbsp;A insegurança vem exatamente por causa disso,&amp;nbsp;e &amp;nbsp;o que vai acontecer?&amp;nbsp;O tímido se tornará desconfiado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Essa desconfiança é um movimento de duas direções, ele desconfia dos outros assim como&amp;nbsp; dele mesmo, de tal maneira que&amp;nbsp; poderá&amp;nbsp;viver com medo,&amp;nbsp;inseguro,&amp;nbsp; temendo pela seu bem estar e&amp;nbsp; sua segurança.&amp;nbsp;Se&amp;nbsp; ele sente-se&amp;nbsp; incapaz,&amp;nbsp; impotente, tenderá a&amp;nbsp;mudar&amp;nbsp;o roteiro da sua&amp;nbsp;vida para&amp;nbsp; garantir-lhe a segurança. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A timidez&amp;nbsp;é bem complexa, existe em vários graus e direções,&amp;nbsp;&amp;nbsp; age de maneiras diferentes em cada tímido, como na&amp;nbsp;capacidade,&amp;nbsp; na compreensão e também moral. Além disso,&amp;nbsp; tudo isso depende de uma série de fatores biopsicosociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Magna o. Melo&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Neuroeducação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-7201541859178149903?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/7201541859178149903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/timidez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7201541859178149903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7201541859178149903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/timidez.html' title='Timidez'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-i8ZQ4jByBgA/TbVuYRI1QDI/AAAAAAAAAOA/E3Q9UmsTJSM/s72-c/leaotimido.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3280066179848033111</id><published>2011-04-07T16:04:00.000-07:00</published><updated>2011-04-12T10:04:44.794-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MEMÓRIA - atenção'/><title type='text'>Não consegue lembrar informações? As lateralidades cerebrais podem estar desajustadas.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ImPSdFzK2x0/TZ5CM-pp3qI/AAAAAAAAAN8/XPAX7VpPLT0/s1600/quasma2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-ImPSdFzK2x0/TZ5CM-pp3qI/AAAAAAAAAN8/XPAX7VpPLT0/s1600/quasma2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Temos duas lateralidades cerebrais, a lateralidades &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;esquerda e a lateralidade direita no cérebro, cada uma dessas lateralidades tem uma tela mental, ou seja, uma representação interna própria que&amp;nbsp;constrói&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;imagens, podendo ter sons e sentimentos. São projeções holográficas em&amp;nbsp;local fora&amp;nbsp;do cérebro,&amp;nbsp; que nós&amp;nbsp; neuroeducadores chamamos de tela mental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Muitas vezes essas telas mentais estão funcionando inadequadamente ou há um conflito entre elas. Podem estar desajustadas &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;por assim dizer, e esse desajustes&amp;nbsp; causam dificuldades em vários níveis, inclusive na aprendizagem. Podem também estar desligadas, ou sejam, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;não funcionam.&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;Às vezes uma lateralidade domina a outra,&amp;nbsp;há uma dominância da percepção visual também.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É mais comum&amp;nbsp; que &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;uma pessoa destra &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;tenha dominância no olho direito, na perna direita, etc e a&amp;nbsp;canhota no olho esquerdo, na perna esquerda. A lateralidade cerebral é cruzada, por isso o&amp;nbsp;lado direito do cérebro domina o esquerdo e vice versa. No quiasma ótico há esse cruzamento, parte da informação cruza e parte da informação é direta, que é a visão periférica. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tz1UzJ0Q13M/TZ4_4O0S1rI/AAAAAAAAAN4/riQWbuuA2C4/s1600/imagem+mental.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-tz1UzJ0Q13M/TZ4_4O0S1rI/AAAAAAAAAN4/riQWbuuA2C4/s320/imagem+mental.jpg" width="295" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Tudo isso se relaciona diretamente na atenção das informações que recebemos e como a acessamos na memória. O desajuste entre as lateralidades e a tela mental desorganiza&amp;nbsp;o foco de&amp;nbsp;atenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Podemos dizer que temos a primeira atenção e a segunda atenção, a primeira você capta todas as informações e a segunda você capta por tabela. Quando uma pessoa desfoca o olhar pode desconfiar de que a pessoa não esta prestando atenção com sua primeira atenção, desviando sua atenção para alguma outra coisa. Muitos alunos fazem isso na sala de aula, não conseguem manter a atenção na aula, mantem a atenção em outro pensamento ou situação e observa a aula com a segunda atenção, por isso muitas vezes não consegue lembrar-se do que estudou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Há pessoas que são programadas para desligar a primeira atenção quando alguém começa a falar. Geralmente é um mecanismo de defesa dela. A pessoa olha, parece que está prestando atenção, responde às vezes, mas na realidade está mergulhada em outro assunto. Esse comportamento pode transformar-se num habito inconsciente, e não conseguir mais prestar atenção ou lembrar de informações que ouviu, nem se esforçando &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;consegue, pois gerou um vício no comportamento, não&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;presta atenção com sua primeira atenção e a desliga. O foco de atenção fica com percepção periférica. Percebe tudo a sua volta, mas o foco torna-se difuso, pegando partes de varias informações irrelevantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;A pessoa diz que presta atenção, que ouve tudo, mas não sabe que está usando apenas sua segunda &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;atenção e esta não tem tanta força suficiente para guardar eficazmente as informações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tz1UzJ0Q13M/TZ4_4O0S1rI/AAAAAAAAAN4/riQWbuuA2C4/s1600/imagem+mental.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Uma pessoa só é capaz aprender e se aprofundar em algo quando mantem&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;atenção com a primeira atenção &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;naquilo que vai aprender. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Para acessarmos nosso arquivo de memórias é necessário que o foco de atenção tenha força eficiente. A segunda atenção não tem a mesma força de&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;manter o arquivo na tela mental, pega-se somente partes da informação e cada informação vai &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ancorando-se a informações diferentes. Por exemplo, o aluno fazendo prova, se não estudou a matéria com a primeira atenção, vai lembrar apenas partes do que estudou e &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;uma palavra ou imagem, vai lembrar-se de outra coisa, e é o suficiente para acessar outros pensamentos, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;podendo esquecer totalmente o que estava fazendo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3280066179848033111?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3280066179848033111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/nao-consegue-lembrar-informacoes-as.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3280066179848033111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3280066179848033111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/nao-consegue-lembrar-informacoes-as.html' title='Não consegue lembrar informações? As lateralidades cerebrais podem estar desajustadas.'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ImPSdFzK2x0/TZ5CM-pp3qI/AAAAAAAAAN8/XPAX7VpPLT0/s72-c/quasma2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8266542201784987415</id><published>2011-04-04T14:16:00.001-07:00</published><updated>2011-04-04T14:16:51.980-07:00</updated><title type='text'>Palestra sim, seu filho pode fazer a lição de casa, sem estresse!</title><content type='html'>Check out this SlideShare Presentation: &lt;div style="width:477px" id="__ss_7514379"&gt;&lt;strong style="display:block;margin:12px 0 4px"&gt;&lt;a href="http://www.slideshare.net/magnaomelo/palestra-sim-seu-filho-pode-fazer-a-lio-de-casa-sem-estresse-7514379" title="Palestra sim, seu filho pode fazer a lição de casa, sem estresse!"&gt;Palestra sim, seu filho pode fazer a lição de casa, sem estresse!&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;object id="__sse7514379" width="477" height="510"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=palestra-simseufilhopodefazeraliodecasasemestresse-110404160541-phpapp02&amp;stripped_title=palestra-sim-seu-filho-pode-fazer-a-lio-de-casa-sem-estresse-7514379&amp;userName=magnaomelo" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed name="__sse7514379" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=palestra-simseufilhopodefazeraliodecasasemestresse-110404160541-phpapp02&amp;stripped_title=palestra-sim-seu-filho-pode-fazer-a-lio-de-casa-sem-estresse-7514379&amp;userName=magnaomelo" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="477" height="510"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="padding:5px 0 12px"&gt;View more &lt;a href="http://www.slideshare.net/"&gt;documents&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://www.slideshare.net/magnaomelo"&gt;magnaomelo&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8266542201784987415?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8266542201784987415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/palestra-sim-seu-filho-pode-fazer-licao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8266542201784987415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8266542201784987415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/04/palestra-sim-seu-filho-pode-fazer-licao.html' title='Palestra sim, seu filho pode fazer a lição de casa, sem estresse!'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-834367508303135624</id><published>2011-03-30T10:19:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T11:59:55.403-07:00</updated><title type='text'>Terapias</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="msobodytext4" style="margin: 0cm 0cm 3pt; mso-pagination: none;"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: large; line-height: 150%;"&gt;O trabalho terapêutico individualizado com a neuroeducação tem como objetivo&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;possibilitar que a pessoa possa se reorganizar em suas estruturas neurológicas, a fim de fornecer&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;meios eficazes para sua total funcionalidade cerebral.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“neuroprograma” as dificuldades &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ou sensações que foram armazenada no cérebro de forma improdutiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Falta de Foco / Falta de atenção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Memória e esquecimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Bloqueios&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Timidez e Baixa autoestima&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Dificuldade em aprender idiomas estrangeiros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Dificuldades com leitura&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Procrastinação - Preguiça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Medos e fobias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Indisciplina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-family: Symbol; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: Symbol;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Apresentação de Trabalhos e monografias e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin: 0cm 0cm 10pt 36pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-pagination: none; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: large;"&gt;insegurança ou medo de&amp;nbsp;falar em público&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc33cc; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: large;"&gt;As sessões são realizadas de forma simples e objetiva,&amp;nbsp;com crianças, adolescentes ou adultos. Costumam ter duração de aproximadamente cinquenta minuto a uma hora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-834367508303135624?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/834367508303135624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/03/terapias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/834367508303135624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/834367508303135624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/03/terapias.html' title='Terapias'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4624556748425842853</id><published>2011-03-30T10:13:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T11:57:19.748-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Preguiça'/><title type='text'>Preguiça é normal?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Nem sempre! Aquela preguicinha, como a&amp;nbsp;vontade de não&amp;nbsp;fazer nada que&amp;nbsp;&amp;nbsp;acontece num final de semana é merecida e podemos desfrutar dela sim. Mas muitas vezes a preguiça não para por&amp;nbsp;aí. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Uma pessoa, por exemplo, que não se compromete com nada,&amp;nbsp;quando&amp;nbsp; tem uma responsabilidade&amp;nbsp; não cumpre, pode sofrer de uma preguiça emocional &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dwDNopuxMwE/TZNkqOOFelI/AAAAAAAAANs/PSrZGu13nHg/s1600/aluno+dormindo+na+sala+de+aula.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="178" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-dwDNopuxMwE/TZNkqOOFelI/AAAAAAAAANs/PSrZGu13nHg/s200/aluno+dormindo+na+sala+de+aula.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;. A preguiça é uma mascara e tem que ser desmascarada o quanto antes, pois&amp;nbsp; gera um&amp;nbsp;vício&amp;nbsp;improdutivo que devemos &amp;nbsp;combater a todo custo. Ninguém é preguiçoso por que quer, há uma sempre uma ou mais&amp;nbsp;causas por trás. Tenho recebido clientes que sofrem de preguiça a tempos sem saberem que seria possível &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;livrar-se dela e assim&amp;nbsp;foram deixando sua vida para depois,&amp;nbsp; tornando-a improdutiva, procrastinando muitas coisas que poderiam fazer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A procrastinação poderá ser um sinal de preguiça emocional e de preguiça moral também. A pessoa não tem força moral para encarar um desafio que vai causar-lhe uma emoção que ela não suporta sentir. Como ela não suporta sentir essas emoções acaba sempre fugindo de situações que possam desencadeá-la. A preguiça &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;precisa ser pesquisada e tratada.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4624556748425842853?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4624556748425842853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/03/preguica-e-normal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4624556748425842853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4624556748425842853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/03/preguica-e-normal.html' title='Preguiça é normal?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-dwDNopuxMwE/TZNkqOOFelI/AAAAAAAAANs/PSrZGu13nHg/s72-c/aluno+dormindo+na+sala+de+aula.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1777724897933196233</id><published>2011-03-23T05:35:00.000-07:00</published><updated>2011-03-23T10:09:54.481-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Emoções e Pnl'/><title type='text'>Controle das emoções com PNL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-fy2-4-K4XI4/TYnnYKSejtI/AAAAAAAAANo/iWT_47JKFAQ/s1600/controle+emocional.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="120" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-fy2-4-K4XI4/TYnnYKSejtI/AAAAAAAAANo/iWT_47JKFAQ/s200/controle+emocional.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #38761d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;A&lt;span style="background-color: white; color: #990000;"&gt; saúde mental depende de aprendizado&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #38761d; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000;"&gt;&amp;nbsp;emocional. Muitos dos problemas mentais estão relacionados com a organização dos sentimentos. As emoções devem trabalhar em prol dos objetivos e &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%; mso-ascii-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-hansi-font-family: Calibri;"&gt;não ditar as regras do jogo.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;&lt;em&gt;Evitar sentimentos é uma atitude mal planejada. O importante é entender, perceber e diferenciar qual é a estrutura lógica dos sentimentos para&amp;nbsp;poder ter&amp;nbsp; escolha de mudar e de se libertar das emoções limitantes. Assim, podemos decidir por aquela mais desejável, refletindo sobre o que fazer a respeito, modificando, ressignificando a interpretação da situação que dispara a emoção indesejada. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;&lt;em&gt;De acordo com Damásio (1996), é o quadro referencial das emoções que seleciona as melhores opções, e se não houver conhecimento das emoções, não haverá a referência de que o cérebro necessita para fazer as melhores escolhas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;As emoções têm muita influência sobre a razão e só conhecendo-as se torna possível escolher, controlar, decidir e adotar uma atitude mais produtiva. Somos seres racionais e isto quer dizer que devemos usar a razão em prol também de nossas decisões emocionais. O ser humano tem toda a capacidade de pensar sobre fazer, planejar como fazer e aprender com o que fazer. Somos exatamente o fruto destas decisões e destas escolhas.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;&lt;em&gt;A Programação Neuro linguística&amp;nbsp; ajuda a ressignificar tais emoções e trazer &amp;nbsp;uma&amp;nbsp;&amp;nbsp;nova&amp;nbsp;interpretação para fatos que tanto limitam um ser humano a ter uma vida mais produtiva.&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #990000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;&lt;em&gt;Segundo Richard Bandler, o criador da Programação neuro linguística, construir um mundo pessoal para si mesmo que lhe oferecerá a liberdade e o poder de dirigir sua experiência emocional por caminhos que preservem seu bem estar, levando-o a ser e expressar plenamente o que realmente é, pois somente&amp;nbsp;quando você se liberta dá a oportunidade de ser o que você realmente é.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: #990000; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Magna de Oliveira Melo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Neuroeducadora&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; line-height: 150%; margin: 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;55-11-81175807&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1777724897933196233?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1777724897933196233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/03/controle-das-emocoes-com-pnl.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1777724897933196233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1777724897933196233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/03/controle-das-emocoes-com-pnl.html' title='Controle das emoções com PNL'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-fy2-4-K4XI4/TYnnYKSejtI/AAAAAAAAANo/iWT_47JKFAQ/s72-c/controle+emocional.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3003683180744569061</id><published>2011-01-20T06:00:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T06:18:23.287-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Neuroeducação - Lateralidades'/><title type='text'>Neuroeducação- lateralidades cerebrais</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/VBi6oYfwmCs/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VBi6oYfwmCs?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/VBi6oYfwmCs?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/OK6BOqV9mVA/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OK6BOqV9mVA?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/OK6BOqV9mVA?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/BhgDW88E5AM/0.jpg" height="266" style="clear: left; float: left;" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BhgDW88E5AM?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/BhgDW88E5AM?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/yAJD4H3s8A0/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yAJD4H3s8A0?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/yAJD4H3s8A0?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3003683180744569061?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3003683180744569061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/neuroeducacao-lateralidades-cerebrais.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3003683180744569061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3003683180744569061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/neuroeducacao-lateralidades-cerebrais.html' title='Neuroeducação- lateralidades cerebrais'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1661409542577040780</id><published>2011-01-20T05:54:00.000-08:00</published><updated>2011-01-20T05:55:54.946-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='déficit de atenção- superação'/><title type='text'>Superando a dificuldade de Atenção</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/HN2OJDB6ERY/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HN2OJDB6ERY?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/HN2OJDB6ERY?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/-0yi42D41wU/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-0yi42D41wU?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/-0yi42D41wU?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/ETfyw-NO4Ik/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ETfyw-NO4Ik?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/ETfyw-NO4Ik?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://i.ytimg.com/vi/uQuUaVijwtk/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uQuUaVijwtk?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/uQuUaVijwtk?f=videos&amp;c=google-webdrive-0&amp;app=youtube_gdata" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1661409542577040780?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1661409542577040780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/superando-o-problema-de-atencao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1661409542577040780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1661409542577040780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/superando-o-problema-de-atencao.html' title='Superando a dificuldade de Atenção'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3724879659418956060</id><published>2011-01-17T08:42:00.001-08:00</published><updated>2011-01-17T08:42:49.592-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neuroeducação'/><title type='text'>Neuroeducação: Em busca da genialidade pessoal</title><content type='html'>&lt;div id="testa"&gt;Neuroeducação by Susan Leibig &lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Este estudo sobre a genialidade humana é resultado teórico/prático de pesquisas sobre a tríade - Consciência, Mente e Cérebro - e tem como foco de trabalho a malha de informações do sistema mental. Baseado no conceito do mapa holográfico cerebral, permite possibilitar as matrizes lógicas do sistema mental ao seu potencial máximo de genialidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Neuroeducação foi desenvolvida pensando em tornar - o ato de estudar, freqüentar a escola, ler livros, prestar atenção nas aulas, pensar, aprender coisas novas - algo muito interessante, fácil, prazeroso e ao alcance de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas pessoas vêm sendo trabalhadas com a Neuroeducação, tanto para eliminar incapacidades de aprendizagem como para expandir conhecimentos específicos. Entre tantas outras necessidades, foram atendidas dificuldades para aprender línguas estrangeiras, tocar instrumentos musicais, memorizar muitas informações ao mesmo tempo, concentrar para prestar atenção em uma aula, estudar ou ler, aprender matérias de conteúdo complexo e que exigem aplicação como matemática, física, química etc., além da preguiça em todas as suas modalidades e a falta de motivação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta tecnologia foi aplicada, experimentalmente, nos alunos de uma escola de ensino médio aqui de São Paulo - SP. Da 5a. à 8a. séries, todos os alunos que apresentavam baixo rendimento escolar e quiseram ser trabalhados, foram encaminhados para terem o seu sistema mental reestrurado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados obtidos foram muito bons. Tivemos poucos casos com resultados modestos, quatro adolescentes que desistiram logo nas primeiras sessões de atendimento. Cada um dos outros, depois de trabalhados, tem uma história de sucesso para contar! É muito gratificante verificar as mudanças para melhor - prazer em estudar, vontade de aprender, facilidade de entendimento e raciocínio, concentração, senso de responsabilidade, pró-atividade, interesse, curiosidade, etc. &lt;/h3&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3724879659418956060?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3724879659418956060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/neuroeducacao-em-busca-da-genialidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3724879659418956060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3724879659418956060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/neuroeducacao-em-busca-da-genialidade.html' title='Neuroeducação: Em busca da genialidade pessoal'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4434060694234091859</id><published>2011-01-17T08:39:00.000-08:00</published><updated>2011-01-17T08:39:36.060-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dislexia- Como conhecer o cérebro dos disléxicos'/><title type='text'>Como conhecer o cérebro dos disléxicos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Vicente Martins&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dislexia é tema de novela da Globo. O papel de disléxica em "Duas Caras" cabe à atriz Bárbara Borges, que vive Clarissa, uma jovem que tem o sonho de ser juíza, mas sempre enfrentou dificuldades leitoras. Com o apoio da mãe, ela passará no vestibular para o curso de direito. Assim como Clarissa, os disléxicos são pessoas normais que, surpreendentemente, no período escolar, apresentam dificuldades em leitura e, em geral, problemas, também, com a ortografia e a organização da escrita. Como ajudar pais, especialmente mães, de disléxicos? O presente artigo mostra como os pais, docentes e psicopedagogos, conhecendo o cérebro dos disléxicos, poderão ajudá-los a ler e compreender o texto lido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leitura, como sabemos, seja para disléxicos ou não, é uma habilidade complexa. Não nascemos leitores ou escritores. O módulo fonológico é o único, no genoma humano, que não se desenvolve por instinto. Realmente, precisamos aprender a ler, escrever e a grafar corretamente as palavras, mesmo porque as três habilidades lingüísticas são cultural e historicamente construídas pelo homo sapiens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A leitura só deixa de ser complexa quando a automatizamos. Como somos diferentes, temos maneiras diferentes de reconhecer as palavras escritas e, assim, temos diferenças fundamentais no processo de aquisição de leitura durante a alfabetização. Esse automatismo leitor exige domínios na fonologia da língua materna, especialmente a consciência fonológica, isto é, a consciência de que o acesso ao léxico (palavra ou leitura) exige conhecimentos formais, sistemáticos, escolares, gramaticais e metalingüísticos do princípio alfabético do nosso sistema de escrita, que se caracteriza pela correspondência entre letras e fonemas (vogais, semivogais e consoantes). A experiência de uma alfabetização exitosa é importante para nossa educação leitora no mundo povoado de letras, literatura, poesia, imagens, ócones, símbolos, metáforas e diversidade de mídias e textos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A compreensão do valor da leitura em nossas vidas, especialmente, na sociedade do conhecimento, é base para desmistificarmos o conceito inquietante da dislexia e do cérebro dos disléxicos. A dislexia não é doença, mas compromete o acesso ao mundo da leitura. A dislexia parece bloquear o acesso de crianças especiais à sociedade letrada. Deixa-os, então, lentas, dispersas, agressivas e em atraso escolar. Os docentes, pais e psicopedagogos que lidam com disléxicos devem seguir, então, alguns princípios ou passos para atuação eficiente com aqueles que apresentam dificuldades cognitivas na área de leitura, escrita e ortografia. Vamos descrever cada um deles a seguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro princípio ou passo é o de se começar pela descrição e explicação da deslexia. Uma criança com deficiência mental, por exemplo, não pode ser apontada como disléxica, porque a etiologia de sua dificuldade é orgânica, portanto, de natureza clínica e não exclusivamente cognitiva ou escolar. Claro, é verdade que um adulto, depois de um acidente vascular cerebral, poderá vir apresentar dislexia. Nesse caso, trata-se, realmente, de uma dislexia adquirida, de natureza neurolingüística e que só com o apoio médico é que podemos intervir, de forma plurisdisciplinar e, adequadamente, nesses casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, tanto para a dislexia desenvolvimental (também chamada verdadeira porque uma criança já pode herdar tal dificuldade dos pais) como para a dislexia adquirida (surge após um AVC ou traumatismo), importante é salientar que os docentes, pais e psicopedagogos, especialmente estes últimos, conheçam melhor os fundamentos psicolingüísticos da linguagem escrita, compreendendo, assim, o processo aquisição da habilidade leitora e os processos psicológicos envolvidos na habilidade. Realmente, sem o conhecimento da arquitetura funcional, do que ocorre com o cérebro dos disléxicos, durante o processamento leitor, toda intervenção corre risco de ser inócua ou contraproducente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os processos leitores que ocorrem nos cérebros dos leitores, proficientes ou disléxicos, podem ser descritos através de quatro módulos cognitivos da leitura: (1) módulo perceptivo, como o nome sugere, refere-se à percepção, especialmente a visual, importante fator de dificuldade leitora; (2) módulo léxico, nesse caso, refere-se, por exemplo, ao traçado das letras e a memorização dos demais grafemas da língua (por exemplo, os sinais diacríticos como til, hífen etc.); (3) módulo sintático, este, tem a ver com a organização da estruturação da frase, a criança apresenta dificuldade de compreender como as palavras se relacionam na estrutura das frases (4) módulo semântico, este, diz respeito, pois, ao significado que traz as palavras nos seus morfemas (prefixos sufixos etc.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é uma tarefa fácil conhecer o cérebro dos disléxicos. Por isso, um segundo passo é o aprofundamento dos fundamentos psicolingüísticos da lectoescrita. A abordagem psicolingüística (associando a estrutura lingüística dos textos aos estados mentais do disléxico) é um caminho precioso para o entendimento da dislexia, uma vez que apresenta as conexões existentes entre questões pertinentes ao conhecimento e uso de uma língua, tais como a do processo de aquisição de linguagem e a do processamento lingüístico, e os processos psicológicos que se supõe estarem a elas relacionados. Aqui, particularmente é bom salientar que as dificuldades lectoescritoras são específicas e bastante individualizadas, isto é, os disléxicos são incomuns, diferentes, atípicos e individualizados com relação aos demais colegas de sala de aula bem como aos sintomas manifestados durante a aquisição, desenvolvimento e processamento da linguagem escrita. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessas alturas, todos que atuam com os especiais devem pensar o que pode estar ocorrendo com os disléxicos em sala de aula. Os métodos de alfabetização em leitura levam em conta as diferenças individuais? Os métodos pedagógicos, com raras exceções, se propõem a ser eficientes em salas de crianças ditas normais, mas se tornam ineficientes em crianças especiais. Por isso, cabe aos docentes, em particular, e aos pais, por imperativo de acompanhamento de seus filhos, entender melhor sobre os métodos de estudos adotados nas instituições de ensino. Os métodos de alfabetização em leitura são determinantes para uma ação eficaz ou ineficaz no atendimento educacional especial aos disléxicos, disgráficos e disortográficos. A dislexia é uma dificuldade específica em leitura, e como tal, nada mais criterioso e necessário do que o entendimento claro do processo da leitura ou do entendimento da leitura &lt;personname productid="em processo. ￼￼Não" w:st="on"&gt;em processo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não&lt;/personname&gt; menos importantes do o entendimento dos métodos de leitura, adotados nas escolas, devem ser objeto de preocupação dos educadores, pais e psicopedagogos, as questões conceituais, procedimentais e atitudinais sobre a dislexia, disgrafia e disortografia. O que pensam as escolas sobre as crianças disléxicas? O que sabem seus professores e gestores educacionais sobre dislexia? Mais do que simples rótulos das dificuldades de aprendizagem da linguagem escrita, a dislexia é uma síndrome ou dificuldade revestida de conceitos lingüísticos, psicolingüísticos, psicológicos, neurológicos e neurolingüísticos fundamentais para os que vão atuar com crianças com necessidades educacionais especiais. Reforça-se, ainda, essa necessidade de compreender, realmente, o aspecto pluridisciplinar da dislexia, posto que muitas vezes, é imperiosa a interlocução com outros profissionais que cuidam das crianças, como neuropediatras, pediatras, psicólogos escolares e os próprios pais das crianças. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maioria dos casos de dislexia, disgrafia e disortografia, a abordagem mais eficaz no atendimento aos educandos é a psicopedagógica (ou psicolingüística, para os lingüistas clínicos) em que o profissional que irá lidar com as dificuldades das crianças aplicará à sua prática educacional aportes teórico-práticos da psicopedagogia clínica ou institucional aliados à pedagogia e à psicologia cognitiva e à psicologia da educação. São os psicolingüistas que se voltam para a explicação da dislexia e suas dificuldades correlatas (disgrafia, dislexias). Hipóteses como déficits de memória e do princípio alfabético (fonológico) são apontados, pelos psicolingüistas, como as principais causas da dislexia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro passo para os que querem entender mais sobre dislexia é dar especial atenção à avaliação das dificuldades lectoescritoras. A avaliação deve ser trabalhada como ato ou processo de coletar dados a fim de se melhor entender os pontos fortes e fracos do aprendizado da leitura, escrita e ortografia dos disléxicos, disgráficos e disortográficos. Enfim, atenção dos psicopedagogos deve dirigir-se à avaliação das dificuldades em aquisição da linguagem escrita. Nesse sentido, um caminho seguro para a avaliação da dislexia, disgrafia e disortografia é pela via do reconhecimento da palavra. O reconhecimento da palavra começa pela identificação visual da palavra escrita. Depois do reconhecimento da palavra escrita, deve ser feita avaliação da compreensão leitora, especialmente no tocante à inferência textual, de modo que levando a efeito tais procedimentos, ficarão mais explícitas as duas etapas fundamentais da leitura e de suas dificuldades: decodificação e compreensão leitoras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O quarto e último passo para o desenvolvimento de estratégias de intervenção nos educandos com necessidades educacionais especiais em leitura, disgrafia e disortografia é o de observar qual dos módulos (perceptivo, léxico etc.) está apresentando déficit no processamento da informação durante a leitura. Portanto, é entendermos como o cérebro dos disléxicos funciona durante o ato leitor. Neste quarto passo, é imprescindível um recorte das dificuldades leitoras. A dislexia não é uma dificuldade generalizada de leitura, ou seja, não envolve todos os módulos do processo leitor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descoberto o módulo que traz carência leitora, através de testes simples como ditado de palavras familiares e não-familiares, leitura em voz alta, questões sobre compreensão literal ou inferência textual, será mais fácil para os psicopedagogos, por exemplo, atuar para compensar ou sanar, definitivamente, as dificuldades leitoras que envolvem, por exemplo, aspectos fonológicos da decodificação leitora e da codificação escritora: o princípio alfabético da língua materna, isto é, a correspondência letra-fonema ou a correspondência fonema-letra. &lt;br /&gt;
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Se o que está afetado refere-se ao campo da compreensão, os psicopedagogos poderão propor atividades com conhecimentos prévios para explorar a memória de longo prazo dos disléxicos que se baseia no conhecimento da língua, do assunto e do mundo (cosmovisão). Quando estamos diante de crianças disléxicas com as dificuldades relacionadas com a compreensão estamos, decerto, diante de casos de leitores com hiperlexia, parafasia, paralexia ou, se estão, também, superpostas dificuldades em escrita, ao certo, estaremos diante de escritores também hiperlexia, parafasia, paragrafia, termos clínicos, mas uma vez explicados, iluminarão os psicopedagogos que atuam com disléxicos e disgráficos. A paralexia é dificuldade de leitura provocada pela troca de sílabas ou palavras que passam a formar combinações sem sentido. A parafasia é distúrbio da linguagem que se caracteriza pela substituição de certas palavras por outras ou por vocábulos inexistentes na língua. A ciência e a terminologia, realmente, apontam, mais, claramente, as raízes dos problemas ou dificuldades na leitura, escrita e ortografia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. ALLIEND, G. Felipe, CONDEMARÍN, Mabel. Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Tradução de José Cláudio de Almeida Abreu. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987. &lt;br /&gt;
2. COLOMER, Teresa, CAMPS, Anna. Ensinar a ler, ensinar a compreender. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. &lt;br /&gt;
3. CONDEMARÍN, Mabel e MEDINA, Alejandra. A avaliação autêntica: um meio para melhorar as competências em linguagem e comunicação. Tradução de Fátima Murad. Porto Alegre? Artmed, 2005 &lt;br /&gt;
4. CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. Dislexia: manual de leitura corretiva. Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. &lt;br /&gt;
5. GARCIA, Jesus Nicacio. Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e matemática. Tradução de Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. &lt;br /&gt;
6. HOUT, Anne Van; ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação, tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. &lt;br /&gt;
7. JAMET, Eric. Leitura e aproveitamento escolar. Tradução de Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Loyola, 2000. &lt;br /&gt;
8. LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. &lt;br /&gt;
9. MARTINS, Vicente. A dislexia em sala de aula. In: PINTO, Maria Alice (org.). Psicopedagogia: diversas faces, múltiplos olhares. São Paulo: Olho d'Água, 2003. &lt;br /&gt;
10. STERNBERG, Robert J; GRIGORENKO, Elena L. Crianças rotuladas: o que é necessário saber sobre as dificuldades de aprendizagem. Tradução de Magda França Lopes. Porto Alegre: Artmed, 2003. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vicente Martins é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), em Sobral, Estado do Ceará. E-mail: &lt;a href="mailto:vicente.martins@uol.com.br" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;vicente.martins@uol.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4434060694234091859?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4434060694234091859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/como-conhecer-o-cerebro-dos-dislexicos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4434060694234091859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4434060694234091859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/como-conhecer-o-cerebro-dos-dislexicos.html' title='Como conhecer o cérebro dos disléxicos'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4520275850564510248</id><published>2011-01-04T10:53:00.000-08:00</published><updated>2011-01-04T10:53:23.591-08:00</updated><title type='text'>Novo livro da Neuroeducação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNsfhc3QUI/AAAAAAAAAMs/G4mllu0z25k/s1600/Neuroeducadores_G.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNsfhc3QUI/AAAAAAAAAMs/G4mllu0z25k/s1600/Neuroeducadores_G.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="goog_qs-tidbit goog_qs-tidbit-0"&gt;Com esta obra o educador terá em mãos uma ferramenta para melhor se aproximar dos alunos e ajudá-los em&lt;/span&gt; suas dificuldades de aprendizagem, de forma eficiente e rápida, como há muito se sonha fazer na escola.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4520275850564510248?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4520275850564510248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/novo-livro-da-neuroeducacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4520275850564510248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4520275850564510248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2011/01/novo-livro-da-neuroeducacao.html' title='Novo livro da Neuroeducação'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNsfhc3QUI/AAAAAAAAAMs/G4mllu0z25k/s72-c/Neuroeducadores_G.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8405068541638203071</id><published>2010-12-31T06:20:00.000-08:00</published><updated>2010-12-31T06:23:51.026-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MEMÓRIA -'/><title type='text'>Memória- base, holográfica....</title><content type='html'>O que é memória holográfica? Como é formada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A memória e a aprendizagem são as bases para todos os conhecimentos, habilidades intelectuais e mentais, e planejamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que ela falha quando mais precisamos dela?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A memória pode alterar o seu funcionamento devido a variados fatores como distúrbios cerebrais, neurais, danos no hipocampo, estresse, falta de sono, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como estimulá-la?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o mais importante: como estimular os alunos a obterem os benefícios das informações e conteúdos e armazená-los na memória de longo prazo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas perguntas dos processos mnemônicos e outras são as bases deste capítulo que fornece explicações e processos facilitadores para se ter não uma memória, mas sim um HD de arquivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magna Oliveira Melo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
leia mais no livro "O cérebro que aprende" &lt;br /&gt;
Para comprar entre em contato.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8405068541638203071?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8405068541638203071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/12/memoria-basse-holografica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8405068541638203071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8405068541638203071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/12/memoria-basse-holografica.html' title='Memória- base, holográfica....'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8405835558308294419</id><published>2010-12-23T06:44:00.000-08:00</published><updated>2010-12-27T09:03:57.236-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Emoções- Como controlo as minhas emoções'/><title type='text'>Como controlo as minhas emoções?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TRNhvnqUJdI/AAAAAAAAAMQ/3FevZIDWzqw/s1600/Sem+t%25C3%25ADtulo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="223" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TRNhvnqUJdI/AAAAAAAAAMQ/3FevZIDWzqw/s400/Sem+t%25C3%25ADtulo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;É&amp;nbsp; importante saber lidar com os proprios sentimentos, uma pessoa que&amp;nbsp;sabe controlar seus próprios sentimentos vai se sair bem em qualquer situação, mas as&lt;/span&gt; pessoas que não dominam suas emoções podem ser prejudicadas em muitas áreas da vida. Se a pessoa&amp;nbsp; não conseguir ter um relacionamento harmonioso com outras pessoas, devido a falta de um ajuste emocional, provavelmente terá problemas na vida pessoal e também na vida profissional, não importando o seu Q.I..&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Todos os nossos&amp;nbsp;sentimentos são derivações da tristeza, do medo, da alegria ou da raiva que são os sentimentos mais fortes que temos, é muito bom&amp;nbsp; reconhecê-los em nós. Para ter controle das emoções faz-se necessário este &amp;nbsp;reconhecimento dos próprios sentimentos assim como&amp;nbsp; de outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Às vezes pensamos que se conseguíssemos ter controle emocional seria muito bom, mas não é tão simples, não é verdade? Vamos imaginar uma situação comum hoje &lt;personname productid="em dia. Voc￪" w:st="on"&gt;em dia.&amp;nbsp;Uma pessoa&amp;nbsp;está dirigindo seu carro atrasada e irritada. Acaba levando uma fechada e&amp;nbsp;fica vontade de brigar com o suposto culpado, mas ela&amp;nbsp; consegue se controlar e não briga. Você&amp;nbsp; acha que ela tem controle emocional porque não explodiu? Infelizmente na verdade&amp;nbsp;&amp;nbsp;ela&amp;nbsp; controlou apenas a sua reação,&amp;nbsp; reprimiu a raiva que sentia, , ou seja, não conseguiu utilizá-la e nem modificá-la de&amp;nbsp;modo produtivo e acabou guardando tal emoção e&amp;nbsp;fingindo que não a sentiu.&lt;br /&gt;
O que aconteceu então?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta pessoa foi controlada por sua emoção porque houve neste caso certamente uma incongruência entre o que&amp;nbsp;ela expressou e o que&amp;nbsp;ela estava sentindo naquela hora. Se ficasse&amp;nbsp; reclamando&amp;nbsp; também teria tido&amp;nbsp; uso inadequado da sua emoção, pois este tipode&amp;nbsp;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; reclamação limita escolher as melhores ações porque faz com que a pessoa não veja uma alternativa. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Mas o quer dizer&lt;/b&gt; então controlar-se? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Tenho que expressar tudo e por pra fora o que sinto, mesmo ferindo ou magoando outras pessoas?&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;/span&gt;As explosões&amp;nbsp; deveriam ser evitadas, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;por outro lado&lt;/b&gt; ao suprimir uma emoção&amp;nbsp; dará a ela a liberdade de se manifestar como quer, onde quer, ou seja, pode&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&amp;nbsp;haver uma somatização para emoções reprimidas, gerando fortes reações sensoriais, desencadeando doenças psicossomáticas, como problemas de saúde e problemas mentais que podem resultar em violência, agressividade, uso de drogas, que também podem resultar em delinqüência, abandono e agressões a crianças, desemprego, evasão escolar, brigas de trânsito, violência doméstica entre tantos outros prejuízos emocionais. Deve ser feito, portanto uma ressignificação, ou seja, elaborar uma nova interpretação sobre o sentimento a fim de evitar as emoções reprimidas, e ao dar um novo significado para elas, as explosões serão evitadas naturalmente. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.1pt 0pt 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Pagamos um preço alto por este analfabetismo emocional, que muitas vezes podem resultar nestas conseqüências desastrosas. Muitos problemas podem evitados com um uso mais adequado das emoções.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Infelizmente nem sempre é &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;percebido como pode-se ter uma escolha emocional&lt;/b&gt; e a tendência é continuar cada vez mais presos a emoções que não geram nenhuma produtividade para os objetivos pessoais. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Mas o que é escolher a emoção mais correta e como sei quais são as corretas? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Muitas vezes os sentimentos que não são facilmente identificados. Sabe-se se é bom ou ruim, mas há uma incapacidade de descrevê-los ou nomeá-los, ter emoções e nem saber o que é, e achar &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;que tudo que acontece&lt;/b&gt; é incontrolável, achar que é “seu jeito de ser” e simplesmente não conseguir modificar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Para escolher e poder estar no controle a primeira regra é conhecer a estrutura das “próprias” emoções, tudo &lt;u&gt;o que&lt;/u&gt; sente, &lt;u&gt;como&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;quand&lt;/u&gt;o sente, assim como &lt;u&gt;o porque&lt;/u&gt; e qual comportamento tem quando manifestam-se estes sentimentos. Observar as emoções que trazem benefícios e quais te trazem apatias (inércia) ou pior, desastres emocionais para si e para outra pessoa. Não é considerado normal descarregar um sentimento ruim em alguém e não se dar conta do que é e porque fez isto, deve ser capaz de entender porque sente certas coisas e porque tem comportamentos inadequados, quando não os deseja. O impulso de culpar outras pessoas por seus sentimentos certamente é uma reação equivocada. Os estados emocionais não são fatores externos, mas sim o que acontece dentro de cada pessoa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
Torna-se mais fácil mudar o comportamento que temos frente ao problema quando se sabe qual é a estrutura dos sentimentos. Para isso é importante refletir sobre o assunto querer ver as opções que tem. Entender-se a si mesmo, suas ações e reações. Quanto mais você se conhece, mais entende suas necessidades. Quanto mais elaborada a referência de emoção, mais adequada e mais opções emocionais construídas com a razão vai ter, assim torna mais claro o controle emocional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="layout-grid-mode: line;"&gt;“Planos emocionais representam um acréscimo maravilhoso no automatismo emocional, permitindo que sejamos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;atores&lt;/i&gt; emocionais, não &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;reatores&lt;/i&gt;” (LeDoux, 2001, p.162).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="layout-grid-mode: line;"&gt;Muitos dos problemas emocionais são traumas causados por situações sofridas, ou seja, qualquer lembrança da experiência em questão pode dar a sensação de que a situação se manifesta novamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="layout-grid-mode: line;"&gt;Quando a pessoa não consegue fazer sozinha a mudança no sistema emocional e este limita sua qualidade de vida, causando um total descontrole emocional, deve procurar ajuda a fim de não perder parte da vida tendo emoções que não servem para nada ou pior podendo prejudicar sua vida e a de outros. Pois é dever de cada uma ajudar o seu cérebro a construir as conexões sinapticas mais adequadas para que as emoções sejam as mais produtivas possíveis.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="layout-grid-mode: line;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="layout-grid-mode: line;"&gt;Qualquer problema emocional, mesmo os mais intensos podem ser reformulados.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Uma das maneiras de tratar isto é reviver a situação em um momento que a pessoa esteja com emoção adequada. Se ela tiver um trauma muito profundo que gera a sensação de inviabilidade, ainda assim poderá ser ressignificado e uma vez refeita a história, a pessoa não tem mais a sensação anterior, pois houve uma intervenção em suas programações neurológicas, ou seja, houve uma neuroeducação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Magna de Oliveira Melo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8405835558308294419?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8405835558308294419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/12/como-controlo-as-minhas-emocoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8405835558308294419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8405835558308294419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/12/como-controlo-as-minhas-emocoes.html' title='Como controlo as minhas emoções?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TRNhvnqUJdI/AAAAAAAAAMQ/3FevZIDWzqw/s72-c/Sem+t%25C3%25ADtulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8229071896971664100</id><published>2010-12-16T12:55:00.000-08:00</published><updated>2010-12-16T13:00:05.856-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Neuroeducar'/><title type='text'>Como o professor deve falar  para o aluno entender?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoListParagraph" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-list: l0 level1 lfo2; tab-stops: 0cm; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoListParagraph" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 18pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Porque muitas vezes não entendemos o que uma pessoa está dizendo? Ou até presumimos o que ela vai dizer mesmo antes dele terminar de dizer?&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por que tendemos a&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;concluir com nossas palavras o que&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;deixou de ser especificado?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Muitas vezes, tem-se dificuldade em entender o que o outro está querendo dizer com o seu modelo de comunicação, já que tal modelo está sendo expresso em uma estrutura superficial. É o que se vê no exemplo a seguir:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 120.5pt; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 9pt;"&gt;Um fazendeiro do Texas, ao voltar para casa depois de um discurso político:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 120.5pt; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 9pt;"&gt;Esposa: “Quem fez o discurso?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 120.5pt; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 9pt;"&gt;Fazendeiro: “O prefeito.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 120.5pt; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 9pt;"&gt;Esposa: “Sobre o que ele falou.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 4cm; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-indent: 7.1pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 9pt;"&gt;Fazendeiro: “Bem, ele não disse.” (CHUNG, 2003, p.218)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 78pt; text-align: justify; text-indent: -7.1pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Às vezes o emissor começa a fala do meio para o fim ou do fim para o começo,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;presumindo que o receptor já conheça o assunto ou parte dele, quando, na verdade, este lhe é totalmente desconhecido, como, por exemplo: “Estou magoada com ela!” (Ela quem?/ Magoada como?), ou quando usa palavras passíveis de várias interpretações e&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ainda quando a pessoa omite ou ignora alguns pedaços do assunto. É necessário recuperar esses dados da informação, principalmente se o vocabulário do emissor for muito restrito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Para entender o conteúdo linguístico das palavras que o emissor está usando,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;deve-se tomar o cuidado de recuperar a estrutura profunda da linguagem utilizada por ele, ou seja, o conteúdo da mensagem, a representação total do seu significado. Caso contrário, o receptor poderá interpretar conforme o seu próprio conteúdo linguístico que pode diferir da experiência do emissor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 4cm; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 4cm; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;Um estudante de aviação estava fazendo seu primeiro voo solo. Ao ligar o rádio para receber as instruções a torre de controle perguntou: “Você poderia nos dá sua altitude e posição?”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="margin: 0cm 0cm 0pt 4cm; mso-line-height-alt: 5.0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;O piloto disse: “Tenho um 1,70m e estou sentado na frente.” (CHUNG, 2003, p.218)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Bandler e Grinder (1996), os criadores da programação neurolinguística, afirmam que a estrutura mais profunda são as mais completas representações linguísticas da experiência de uma pessoa. As palavras que usamos para descrever uma experiência não são a experiência. São apenas a melhor representação verbal que podemos apresentar. Assim, uma das medidas de sucesso para uma boa comunicação é como nossas palavras podem transmitir com cuidado e precisão o que queremos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Quando estamos no papel de emissor, devemos tomar o cuidado de falar exatamente o que queremos dizer e usar palavras que sejam acessíveis ao conteúdo do receptor da mensagem a quem nos dirigimos e que, por meio dos seus cinco sentidos, seja possível que ele tenha uma representação próxima da nossa. É necessário saber então que as palavras obrigatoriamente devem ser muito bem escolhidas, e isso não significa usar muitas palavras, mas usar boas palavras, procurando sempre levar em consideração a representação interna do receptor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Um bom exemplo é o caso ocorrido com um rapaz de 26 anos – hoje bem sucedido, mas que foi criado numa favela, – que reclamava da dificuldade encontrada na escola quando a professora se referia a frutas que não conhecia, tais como maçã, pera, pêssego.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Esse tipo de falha de comunicação ocorre muito em sala de aula, quando muitas vezes o professor fala levando em conta apenas sua representação de realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Outro exemplo é o caso acontecido com o aluno que, diante de um problema em que tinha que calcular o perímetro do rodapé de uma sala, não conseguia resolvê-lo. O professor presumiu que a criança não tinha adquirido a noção de perímetro e começou a explicar novamente o assunto; porém o aluno perguntou: “Professor o que é rodapé?”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Ou ainda um aluno do 5º ano fazendo uma prova em que o texto trazia a seguinte informação: “Uma velhinha que sabia andar de lambreta, passava todo dia pela frente da alfândega com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega, tudo malandro velho, começou a desconfiar da velhinha.”. A questão relativa ao texto foi: “O que o autor quis dizer com tudo 'malandro velho'?”. Grande parte dos alunos não entendeu a questão, pois, além de desconhecimento desse tipo de gíria, havia a necessidade de compreender antes o significado da palavra “alfândega”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;A pessoa deve se comunicar com clareza se pretende ser capaz de dar informações aos outros, assim como uma pessoa também&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;deve se comunicar com clareza se deseja conseguir de outras as&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;informações de que necessita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Bandler e Grinder (1977) desenvolveram um instrumento chamado metamodelo de linguagem, a magia transformacional dentro das pessoas. Usando as palavras,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;é possível promover mudanças dentro delas, porque vão ser feitas as perguntas certas. Ao responder às perguntas, a própria resposta já faz a transformação. Então a arte de fazer boas perguntas é fundamental para a excelência da comunicação. Esta descoberta se deu na observação do trabalho de alguns terapeutas, entre eles, Frits Pearls, Milton Erickson e Virgínia Satir. Todos tinham uma grande capacidade de comunicação, precisão e eficiência na qualidade de obter respostas que mudavam o modelo da percepção dos seus clientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;O metamodelo de linguagem é uma forma de comunicação que possibilita compreender o significado que determinada palavra tem para uma pessoa. Este modelo linguístico específico identifica se há &lt;i&gt;distorção&lt;/i&gt;, processo mental pelo qual algo dentro da experiência interior é representado de maneira incorreta e limitadora; &lt;i&gt;generalização&lt;/i&gt;, processo mental pelo qual uma experiência específica passa a representar toda uma classe de experiências;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ou &lt;i&gt;eliminação&lt;/i&gt;,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;processo mental através do qual excluímos, omitimos dados ou informações de uma experiência. De acordo com BANDLER e GRINDER (1996, p.70), “são as três características mais comum a todos os processos humanos de&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;modelagem”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Este modelo é usado para conseguir obter uma comunicação que consiste integralmente em uma frase bem estruturada, que intervém na comunicação linguística que se está usando para especificar o conteúdo. Utiliza-se este modelo para poder resgatar e construir uma representação interna a respeito do que se está falando e para que se tenha uma construção muito próxima da do emissor, ou seja, da sua representação interna. Por exemplo: Um aluno de 15 anos, cursando 1º ano do Ensino Médio, queixa-se de dificuldade de fazer amigos, refletindo numa dificuldade de aprender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;professora&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: O que &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;exatamente&lt;/b&gt; está te incomodando?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;aluno&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: Eu não tenho amigos na escola, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ninguém&lt;/b&gt; gosta de mim. (&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ninguém &lt;/b&gt;indica generalização).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;professora&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ninguém??!!!Como você sabe disso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;aluno&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: Eu sei , eu vejo no jeito dos colegas. (uma generalização, em que o jovem do caso pressupõe saber o que o outro sente).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;professora&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: como você sabe o que o outro pensa ou sente? Você poderia me explicar melhor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;aluno&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;:&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Bom, eu é que acho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="Standard" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;professora&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;: Observe, pois, da mesma forma que você gosta das pessoas, eles gostam de você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Magna O. Melo&lt;br /&gt;
Saiba mais no livro Neuroeducação para educadores.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8229071896971664100?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8229071896971664100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/12/como-o-professor-deve-falar-para-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8229071896971664100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8229071896971664100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/12/como-o-professor-deve-falar-para-o.html' title='Como o professor deve falar  para o aluno entender?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8008882488516610918</id><published>2010-09-24T06:46:00.001-07:00</published><updated>2011-01-11T05:09:33.826-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicopedagogia'/><title type='text'>Psicopedagogia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSxV-jw1CDI/AAAAAAAAAM0/It1-oqNgx1A/s1600/simbolo+paispedagoagia.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSxV-jw1CDI/AAAAAAAAAM0/It1-oqNgx1A/s1600/simbolo+paispedagoagia.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="msobodytext4" style="margin: 0cm 0cm 3pt; mso-pagination: none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Agency FB&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 150%;"&gt;É uma especialidade que investiga e compreende o processo de aprendizagem e a relação que o aprendiz estabelece com a mesma, levando em consideração a interação dos aspectos sociais, culturais e familiares. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 113%; margin: 2pt 0cm; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Agency FB&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 113%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;objetivo é facilitar ao indivíduo a construção cognitiva e a retomada do seu processo de aprendizagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 113%; margin: 2pt 0cm; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 113%; margin: 2pt 0cm; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 113%; margin: 2pt 0cm; mso-pagination: none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Psicopedagoga-Magna de Oliveira Melo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8008882488516610918?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8008882488516610918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/psicopedagogia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8008882488516610918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8008882488516610918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/psicopedagogia.html' title='Psicopedagogia'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSxV-jw1CDI/AAAAAAAAAM0/It1-oqNgx1A/s72-c/simbolo+paispedagoagia.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-6037192507358583024</id><published>2010-09-17T13:47:00.000-07:00</published><updated>2010-09-17T13:48:59.061-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dificuldades-o que os pais podem fazer'/><title type='text'>O que os pais podem fazer- 1ª parte</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O que os pais podem fazer&lt;br /&gt;
quando seus filhos têm problemas na escola&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Don A. Blackerby Ph.D.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Uma das maiores frustrações para os pais é descobrir que seus filhos têm dificuldades na escola. A maioria dos pais não sabe o que fazer nem onde buscar auxílio. A maneira mais óbvia de encontrar esse auxílio seria falar com os professores, na própria escola. No entanto, muitas vezes, os professores também não sabem o que fazer. Parte do problema deve-se ao fato de que os professores não são treinados extensivamente para lidar com alunos que têm dificuldades. Esse é um problema muito complexo, e com muitas causas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A culpa está em toda parte. Todos apontam o dedo para alguém, como sendo o responsável pelo problema. Os pais, muitas vezes, culpam os professores ou o sistema escolar. Os professores, muitas vezes, culpam os pais, a falta de apoio familiar, ou a falta de fundos para adquirir material e livros. TODOS culpam o aluno. Eles acusam o estudante de não fazer o esforço necessário, ou de ser preguiçoso, ou de não ligar para a escola. Freqüentemente, eles rotulam o aluno como incapaz de aprender e o colocam em classes especiais. Enquanto isso, o aluno continua com problemas, e o nível de frustração de todos continua a crescer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A maioria das soluções busca a mudança de comportamento e de ambiente do aluno. Nós podemos ensiná-lo, cortar-lhe os programas de TV, fazê-lo estudar por mais tempo, ou monitorar seu trabalho escolar para garantir que o mesmo seja realizado. Às vezes, mudamos de professores ou de escola, ou levamos o aluno a fazer seu trabalho de casa num local diferente, ou em horários diferentes. Na maioria das vezes, essas tentativas não trazem qualquer solução a longo prazo. Produzem uma grande quantidade de policiamento por parte dos pais e muito desacordo entre o aluno e seus pais. Isso fere sentimentos e causa ainda mais frustração tanto para os pais como para o estudante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Talvez seja a hora de buscar soluções em lugares diferentes. Talvez, a verdadeira resposta sobre como ajudar os alunos com dificuldade não esteja em mudar seu comportamento ou ambiente, mas sim na maneira como o estudante percebe a escola e o aprendizado. Em minha opinião, existem cinco áreas básicas, dentro das quais se originam os problemas escolares. São elas: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 18.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Atitude inadequada em relação à escola, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 18.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Falta de conhecimento sobre como aprender, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 18.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Falta de motivação, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 18.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Suposição de intenção negativa &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt 18pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 18.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Symbol; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: Symbol; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: Symbol; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;·&lt;span style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Reação inadequada dos pais e dos professores.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;ATITUDE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;: Certifique-se de que o aluno tem uma maneira adequada de pensar SOBRE a escola e o aprendizado, ou SOBRE certos assuntos. A forma como um aluno pensa sobre a escola define a existência ou inexistência de sentido da mesma. Se a escola não tiver significado positivo, ela se torna uma incubadora de problemas de comportamento. Eu uso uma metáfora: "Não saber o que significa a escola é como armar um quebra-cabeças sem olhar a figura da caixa. Sem esta, as peças, individualmente, não têm significado algum. Quando se observa a figura da caixa, vê-se de que maneira as peças devem ser combinadas – e de que maneira as diferentes partes do quebra-cabeças se relacionam entre si."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Pode-se descobrir qual é a atitude do estudante através da resposta à seguinte pergunta: "O que a escola significa para você?" Se ele responder coisas como: "Nada", ou "Não sei", ou "Lá eu vejo meus amigos" , ou "Eu tenho que freqüentá-la", isso demonstra que ele vê a escola como algo sem sentido. Na melhor das hipóteses, ele se obriga a fazer as tarefas que lhe são impostas. A escola não é nada interessante. Se ele disser: "A escola é chata, eu a odeio!", ou "Os professores implicam comigo", ou alguma variação disso, a escola significa um problema de comportamento após o outro. Se a resposta for alguma variação de: "É o lugar onde vou para aprender coisas novas", então a escola tem um significado positivo e será algo interessante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Um dos níveis em que a atitude e o significado realmente fazem a diferença, é a faculdade. Muitas vezes, os estudantes se matriculam na faculdade porque é isso que se espera deles, ou porque querem ter um nível superior. No entanto, muitas vezes, eles ainda não sabem o que desejam de uma profissão ou carreira. Eles ainda não imaginaram o que desejam fazer de suas próprias vidas. Quando isso acontece, muitas vezes o trabalho do curso não terá sentido para eles. Por isso, eles devem forçar a si próprios a estudar. Se ainda não aprenderam boas estratégias de aprendizado, o trabalho mais complexo do curso será ainda mais difícil para eles do que foi nos níveis inferiores. Isso, juntamente com a falta de sentido dos cursos, torna a faculdade uma experiência muito frustrante. Acrescente-se a essa frustração a experiência dos estudantes que começam a viver independentes pela primeira vez, e isso muitas vezes torna sua vida social muito mais tentadora do que o estudo. Suas notas caem ainda mais rapidamente. Aí, eles começam a pensar que a faculdade não é para eles. Quando eu recebo um desses estudantes para conversar, eu procuro eliciar sua Pergunta Virtual. Essa Pergunta Virtual é uma pergunta inconsciente que define quem eles são e qual é sua finalidade de estar aqui no planeta terra. Ela define a vida deles e o que REALMENTE importa para eles. Uma vez conhecendo sua Pergunta Virtual, eles podem escolher carreiras e tomar outras decisões importantes, para encontrar uma resposta a essa Pergunta Virtual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Outro fenômeno interessante que encontro quando trabalho com estudantes e seus pais, é a idéia de que eles gostam, ou não gostam, de determinadas matérias. A maneira como eles falam sobre elas faz parecer que isso é uma lei natural ou genética. Eles fazem comentários como: "Eu gosto de Inglês e de História." Adivinhe em que matérias eles se saem bem? Gostar ou não de uma matéria é uma questão de percepção – e a percepção pode ser mudada. Pense nas vezes, em sua vida, que você mudou a percepção de alguma coisa. Pode ter sido por influência de um professor, ou pela maneira como um amigo explicou o assunto, ou você descobriu um aspecto do assunto que captou o seu interesse. Um dos fatores que influencia fortemente o gostar ou não de uma matéria é a maneira como nós pensamos SOBRE ela. Se nós pensamos de uma maneira negativa, geralmente não vamos gostar dela porque ela não fará sentido para nós. Se tivermos uma forma boa ou útil de pensar sobre ela, então nós gostaremos dela, porque vemos sua finalidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eu fui professor de matemática. Assim sendo, sempre tive interesse em saber porque alguns alunos gostam de matemática e outros não. Até agora, encontrei quatro causas fundamentais dos problemas dos alunos em relação à matemática. São as seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l1 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eles não têm o conhecimento dos fatos matemáticos de maneira que os mesmos lhes sejam automáticos. Os fatos matemáticos são somar, subtrair, multiplicar e dividir os números de 0-9 ( ex.: 8x7=56, ou 9+6=15, ou 63:7=9). Ao invés desses fatos serem automáticos, muitos estudantes têm estratégias para computar tais respostas. Essas estratégias irão atrasá-los no futuro, quando estiverem lidando com problemas mais complexos. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l1 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eles não conhecem a terminologia da matemática de forma que possam compreender o professor ou a leitura do livro. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l1 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eles não têm uma estratégia para aprender matemática. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l1 level1 lfo2; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eles não tem uma maneira positiva de pensar sobre matemática, que ative seu interesse e motivação. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Vamos discutir as primeiras três causas na próxima seção. A última está muito relacionada com esta seção. Muitas vezes, quando pergunto a um aluno: "Em sua opinião, o que a matemática estuda?", recebo respostas que vão desde um "Eu não sei", até "Serve para controlar meu talão de cheques" ou "Serve para que eu possa fazer trocos." Nenhuma dessas respostas é inspiradora ou motivadora. Nem ajudaria a dar sentido a 99% da matemática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Eu ofereço a eles a minha versão: "Matemática é o estudo da manipulação dos números e letras para resolver problemas do mundo, que envolvam quantidades. Os números e as letras são medidas de quantidades." Então, eu lhes dou muitos exemplos de problemas, começando no primeiro grau e indo além. Por exemplo: "No primeiro ano, você aprende a manipular os números, somando-os. Assim, você resolve problemas como "Você tem 5 maçãs e o seu amigo tem 4. Quantas maçãs vocês têm, juntos?" Mais tarde, na quinta série, você aprende que existem frações, aprende a somar, subtrair, multiplicar e dividir frações. Depois, você aprende a solucionar problemas como ‘Sua mãe fez dois bolos para o dia de Ação de Graças, uma torta de maçã e uma de cereja. Sobrou ½ torta de maçã e 1/3 da torta de cereja. Que quantidade de torta sobrou?’ Em Álgebra, você aprende a usar fórmulas para resolver problemas como: ‘O Sr. Smith, proprietário da Smith Wholesale Clothes, desejava celebrar a chegada do ano 2000 com uma liquidação de 20%. Se ele tivesse uma camisa que originalmente vendia por $45, qual seria o preço de venda? O estudo da matemática continua assim, praticamente durante todo o tempo de escola." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Don A. Blackerby, Ph.D. é o fundador de SUCCESS SKILLS em Oklahoma City. Ele foi professor de matemática e diretor de escola, e fundou a SUCCESS SKILLS em 1981, a fim de focalizar o uso da Programação Neurolingüística (PNL) para ajudar os alunos com dificuldades na escola. Em 1996, ele escreveu um livro, &lt;b&gt;Rediscover the Joy of Learning&lt;/b&gt;, no qual descreve suas estratégias e processos baseados na PNL, para ajudar os alunos com problemas, inclusive aqueles que sofrem da Desordem da Deficiência de Atenção (ADD). Ele pode ser contatado de várias maneiras. Seu endereço : SUCCESS SKILLS, P.O.Box 42631, Oklahoma City, OK 73123 USA. E-mail: &lt;b&gt;&lt;a href="mailto:info@nlpok.com"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;info@nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Site: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nlpok.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;www.nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Trad. Hélia Cadore &lt;br /&gt;
Publicado na revista&lt;b&gt; &lt;a href="http://www.nlpanchorpoint.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Anchor Point&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; de setembro 2000. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-6037192507358583024?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/6037192507358583024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-1-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6037192507358583024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6037192507358583024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-1-parte.html' title='O que os pais podem fazer- 1ª parte'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8884745897640059757</id><published>2010-09-17T13:45:00.000-07:00</published><updated>2010-09-17T13:49:40.964-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dificuldades-o que os pais podem fazer'/><title type='text'>O que os pais podem fazer- 2ª parte</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;strong&gt;O que os pais podem fazer&lt;br /&gt;
quando seus filhos têm problemas na escola -&amp;nbsp;2ªparte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Don A. Blackerby Ph.D.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;APRENDIZADO:&lt;/strong&gt; Certifique-se de que o estudante sabe COMO aprender e como realizar as tarefas que lhe são propostas. Nossas escolas presumem que os alunos já sabem como aprender na sala de aula, e que não há necessidade de ensinar-lhes estratégias de aprendizado que os ajudem a aprender de maneira apropriada. Muitos estudantes têm problemas porque aquilo que eles tentam fazer NÃO FUNCIONA. A maioria das "habilidades de estudo" são simplesmente atividades que podem ou não gerar o aprendizado na mente. Por exemplo, duas maneiras comuns aconselhadas aos alunos para aprender a escrever as palavras são: 1. Escreva a palavra 5-10 vezes, e/ou 2. Escreva a palavra muitas vezes, mentalmente, até lembrar-se. Nenhuma dessas atividades funciona bem e muitos estudantes se rebelam contra essas tarefas cansativas e repetitivas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;shapetype coordsize="21600,21600" filled="f" id="_x0000_t75" o:preferrelative="t" o:spt="75" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" stroked="f"&gt;&lt;stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/stroke&gt;&lt;formulas&gt;&lt;f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/f&gt;&lt;f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/f&gt;&lt;/formulas&gt;&lt;path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect" o:extrusionok="f"&gt;&lt;/path&gt;&lt;lock aspectratio="t" v:ext="edit"&gt;&lt;/lock&gt;&lt;/shapetype&gt;&lt;shape alt="imagem exemplo" id="Imagem_x0020_2" o:allowoverlap="f" o:spid="_x0000_s1026" style="height: 90.75pt; left: 0px; margin-left: 58.25pt; margin-top: 0px; mso-position-horizontal-relative: text; mso-position-horizontal: right; mso-position-vertical-relative: line; mso-position-vertical: absolute; mso-wrap-distance-bottom: 3.75pt; mso-wrap-distance-left: 3.75pt; mso-wrap-distance-right: 3.75pt; mso-wrap-distance-top: 3.75pt; mso-wrap-style: square; position: absolute; text-align: left; visibility: visible; width: 98.25pt; z-index: 1;" type="#_x0000_t75"&gt;&lt;imagedata o:title="imagem exemplo" src="file:///C:\Users\hp\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.gif"&gt;&lt;/imagedata&gt;&lt;wrap anchory="line" type="square"&gt;&lt;/wrap&gt;&lt;/shape&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Outra tarefa de aprendizado que incomoda os alunos é a tabuada. A maioria deles apenas repete-a muitas vezes, para aprendê-la. Isso é muito cansativo, repetitivo e ineficiente. Eu quero que eles combinem o visual e o auditivo, desenhando um triângulo como o que aparece abaixo. Eles fazem uma imagem interna com os números e símbolos dos fatos matemáticos. Aí, eles fecham os olhos ou tapam o desenho e dizem a tabuada a partir da imagem interna (ex.: 7 X 8 = 56, 56 : 7 = 8, 8 X 7 = 56, etc.) Isto liga a audição, falando em voz alta, e a representação visual. Isso é muito mais interessante e eficaz, porque estamos usando mais de um sentido, e é rápido e fácil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Em meu livro, &lt;i&gt;Rediscover the Joy of Learning&lt;/i&gt; (ainda não traduzido para o português, Redescubra a Alegria de Aprender) eu abordo muitas das estratégicas básicas de aprendizado que acredito que os estudantes necessitam para sobreviver ou para prosperar na escola. Elas funcionam muito bem, e os alunos parecem gostar de usá-las porque são rápidas, eficientes e divertidas. Eu procuro garantir que os estudantes com os quais trabalho saibam o que é que chamo de "estratégias básicas de sobrevivência do aprendizado". São elas: &lt;br /&gt;
1) Saber como aprender a soletrar as palavras, &lt;br /&gt;
2) Saber como aprender a tabuada, &lt;br /&gt;
3) Saber como memorizar dados e fatos, &lt;br /&gt;
4) Saber como aprender o vocabulário ou a terminologia de modo a melhorar a compreensão da leitura, e &lt;br /&gt;
5) Saber como ler com compreensão. &lt;br /&gt;
Pela minha experiência, se eles souberem minhas estratégias de aprendizado para essas cinco tarefas acadêmicas, eles não apenas podem sobreviver à escola mas aproveitar ao máximo tudo o que a escola oferece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A fim de mostrar a relação entre saber o que significa um assunto e qual a estratégia de aprendizado para ele, voltemos ao estudo da matemática. Você se recorda de que na última seção, dissemos que "Matemática é o estudo da manipulação dos números e letras para resolver problemas do mundo, envolvendo quantidades. Os números e as letras são as medidas das quantidades." Assim, quando você está aprendendo matemática, você está aprendendo como resolver problemas no mundo. Isso estabelece uma estratégia para o aprendizado de matemática, em que você figura em sua mente (à medida que a lição está sendo apresentada) respostas para as seguintes perguntas: "Que tipo de problema é este?" e "Como vou solucioná-lo?" Você liga essas duas respostas em uma figura mental. Depois você revisa verbalmente as respostas para as duas perguntas, como "Quando eu tenho esse tipo de problema, eu o resolvo da seguinte maneira." Então, quando você está fazendo um teste e lê a pergunta, você pergunta a si mesmo: "Que tipo de problema é este?" e tão logo a resposta aparece em sua mente, o "como resolvê-lo" surge ao mesmo tempo. Esta estratégia é muito útil nos problemas com palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;MOTIVAÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; Assegure-se de que o aluno está ligado na escola e nas várias tarefas de aprendizado que deve cumprir. Eles se ligam quando a escola ou as tarefas servem os SEUS critérios de valor. Os critérios são o que importa para o estudante. Eles são os padrões pelos quais o comportamento é avaliado e julgado. Se um estudante valoriza o aprendizado, ou o fazer bem feito, ou ser competente, por exemplo, e se ele sabe como alcançar esses critérios, aí ele se liga à escola. Se um estudante ainda não fez a conexão com seus próprios critérios, ele não se ligará à escola. Ele fica muito indiferente e passivo. Muitos atletas se ligam ao esporte porque valorizam a competição e "ser o melhor", mas não se ligam às atividades escolares porque ainda não encontraram uma maneira de ser competitivos ou os melhores na sala de aula. Às vezes, a ligação que falta deve-se ao fato de que eles foram ensinados COMO ser excelentes no esporte, e não foram ensinados como aprender na sala de aula. Outros exemplos de critérios seriam: ser criativo, ser independente, ser responsável, ser apreciado, ser único, pertencer, etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Ligar os alunos à escola, ou ao aprendizado, ou às tarefas de casa, ou a outras tarefas escolares é relativamente fácil. A arte de fazer isso compreende três etapas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol type="1"&gt;&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Identificar a hierarquia dos valores mais importantes para ele. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Conectar a tarefa à hierarquia. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="color: black; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-list: l0 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Criar motivação, com base nessa ligação.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Don A. Blackerby, Ph.D. é o fundador de SUCCESS SKILLS em Oklahoma City. Ele foi professor de matemática e diretor de escola, e fundou a SUCCESS SKILLS em 1981, a fim de focalizar o uso da Programação Neurolingüística (PNL) para ajudar os alunos com dificuldades na escola. Em 1996, ele escreveu um livro, &lt;b&gt;Rediscover the Joy of Learning&lt;/b&gt;, no qual descreve suas estratégias e processos baseados na PNL, para ajudar os alunos com problemas, inclusive aqueles que sofrem da Desordem da Deficiência de Atenção (ADD). Ele pode ser contatado de várias maneiras. Seu endereço : SUCCESS SKILLS, P.O.Box 42631, Oklahoma City, OK 73123 USA. E-mail: &lt;b&gt;&lt;a href="mailto:info@nlpok.com"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;info@nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Site: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nlpok.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;www.nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Trad. Hélia Cadore &lt;br /&gt;
Publicado na revista&lt;b&gt; &lt;a href="http://www.nlpanchorpoint.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Anchor Point&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; de setembro 2000. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8884745897640059757?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8884745897640059757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-2-parte_17.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8884745897640059757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8884745897640059757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-2-parte_17.html' title='O que os pais podem fazer- 2ª parte'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-276013070264754385</id><published>2010-09-17T13:43:00.000-07:00</published><updated>2010-09-17T13:50:28.011-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dificuldades-o que os pais podem fazer'/><title type='text'>O que os pais podem fazer- 3ª parte</title><content type='html'>&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O que os pais podem fazer&lt;br /&gt;
quando seus filhos têm problemas na escola - 3ª parte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;Novamente, o critério são os valores importantes &lt;b&gt;para o aluno&lt;/b&gt;. Eles são os padrões pelos quais ele medem a si próprios. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;A fim de descobrir a hierarquia dos valores importantes, descubra (talvez em contextos diferentes) em que o aluno "está ligado" ou "desligado". Se ele estiver "ligado", significa que algum critério foi satisfeito ou encontrado. Se ele estiver "desligado", significa que algum critério foi violado ou não satisfeito. Quando você encontrar uma oportunidade assim, procure a resposta para a pergunta&lt;b&gt;: O que faz com que isso (em que está ligado/ou desligado) seja tão importante para você?&lt;/b&gt; Depois, ouça o critério. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quando você achar que tem um critério, verifique-o, perguntando curiosamente: &lt;b&gt;"Então, isso (o critério) é importante para você?"&lt;/b&gt; É necessário conseguir uma resposta plena, positiva. Se você obtiver uma resposta fraca ou apenas de desejo, você não chegou aos critérios dele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quando você obtiver a resposta completa, positiva, você pode construir uma hierarquia, perguntando: &lt;b&gt;"O que faz com que isso (o critério) seja tão importante para você?"&lt;/b&gt; Novamente, busque critérios. O segundo critério deve ter valor mais alto. O primeiro critério realmente serve ao segundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Continue esse processo para construir uma hierarquia, até que você tenha uma resposta circular ou um critério do tipo de auto-conceito (como "Eu me sinto bem" ou "Eu gosto de mim". Uma resposta circular seria: "Quando eu faço as coisas certas na escola, eu me sinto bem, e quando eu me sinto bem, eu faço as coisas certas na escola." &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Como você está construindo a hierarquia, pergunte continuamente a si próprio: &lt;b&gt;" De que maneira pode a escola ou a tarefa servir esses critérios?"&lt;/b&gt; Quando você consegue uma intuição ou idéia, faça perguntas do tipo: &lt;b&gt;"Você já pensou sobre o fato de que (a tarefa) pode ajudá-lo a realizar seus (critérios)?"&lt;/b&gt; Os estudantes poderão, às vezes, dizer que não, mas você pode ver as rodas girando e aumentando o entusiasmo, à medida que eles pensam em tais possibilidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Continue a construir a hierarquia e fale sobre as ligações (ou faça com que eles falem sobre essas ligações) e seu entusiasmo aumentará ainda mais, até que eles realmente "deslanchem".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Don A. Blackerby, Ph.D. é o fundador de SUCCESS SKILLS em Oklahoma City. Ele foi professor de matemática e diretor de escola, e fundou a SUCCESS SKILLS em 1981, a fim de focalizar o uso da Programação Neurolingüística (PNL) para ajudar os alunos com dificuldades na escola. Em 1996, ele escreveu um livro, &lt;b&gt;Rediscover the Joy of Learning&lt;/b&gt;, no qual descreve suas estratégias e processos baseados na PNL, para ajudar os alunos com problemas, inclusive aqueles que sofrem da Desordem da Deficiência de Atenção (ADD). Ele pode ser contatado de várias maneiras. Seu endereço : SUCCESS SKILLS, P.O.Box 42631, Oklahoma City, OK 73123 USA. E-mail: &lt;b&gt;&lt;a href="mailto:info@nlpok.com"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;info@nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Site: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nlpok.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;www.nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Trad. Hélia Cadore &lt;br /&gt;
Publicado na revista&lt;b&gt; &lt;a href="http://www.nlpanchorpoint.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Anchor Point&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; de setembro 2000. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-276013070264754385?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/276013070264754385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-3-parte_17.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/276013070264754385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/276013070264754385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-3-parte_17.html' title='O que os pais podem fazer- 3ª parte'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-5745359029139882800</id><published>2010-09-17T11:20:00.000-07:00</published><updated>2010-09-17T13:59:39.437-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dificuldades-o que os pais podem fazer'/><title type='text'>O que os pais podem fazer- 4ª parte</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Don A. Blackerby Ph.D.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;O que os pais podem fazer&lt;br /&gt;
quando seus filhos têm problemas na escola- 3ª parte&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;INTENÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; Muitas vezes, quando um estudante começa a ter problemas na escola, os pais ou professores começam a reagir, como se eles estivessem fazendo isso de propósito. Em outras palavras, eles presumem uma intenção negativa por detrás dos comportamentos. Às vezes eles chamam o aluno de preguiçoso, desmotivado ou descuidado. A percepção do aluno quando esses tipos de rótulos são usados, é de que algo está errado com ele. A fim de proteger sua auto-estima, o aluno vai lutar ou retrair-se, de várias maneiras. De fato, se essa rotulação continuar, a luta para salvar sua auto-estima torna-se a preocupação principal, mais do que o desejo de solucionar o problema com a escola.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quando os pais e professores procuram uma intenção positiva por detrás do comportamento, os alunos tornam-se mais abertos para resolver o problema real. O pai ou professor é percebido como um aliado, ao invés de um inimigo. Às vezes, a intenção positiva real é difícil de encontrar porque ela pode estar enterrada profundamente e fora do âmbito do consciente. Quando assumimos que os alunos querem se dar bem na escola, e que eles o fariam se soubessem como e o que fazer de maneira diferente, nós estamos presumindo uma intenção positiva por detrás de sua dificuldade escolar. Quando ligamos a noção de intenção positiva com o fato de que ninguém os ensina a aprender na sala de aula da maneira que realmente funciona, e que ninguém os ensinou como pensar sobre a escola de modo a torná-la significativa, isso nos ajuda a ver o empenho do aluno que tem problemas. Isso nos conduz a resolver o problema sem culpa ou crítica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Então, como encontrar uma intenção positiva escondida, inconsciente? Coloque-se dentro da experiência da outra pessoa e adivinhe a intenção positiva, através da resposta à pergunta: "O que este comportamento faria por mim?" (lembre-se de que você é ele), ou "Como esse comportamento poderia me beneficiar? " ou "O que estou querendo que aconteça quando me comporto dessa forma?" Lembre-se de procurar razões POSITIVAS ligadas aos critérios DELE.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Você também pode fazer diretamente à outra pessoa qualquer das seguintes perguntas. É EXTREMAMENTE importante que você faça isso com rapport, reforçado pelo cuidado, aceitação, tom de curiosidade e gentileza. Essa é a razão porque é tão importante que você acredite na noção de intenção positiva. Se você não acredita que ele tem uma intenção positiva, suas atitudes não verbais o denunciarão, e você será incongruente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quando você recebe uma resposta às questões acima, você pode eliciar as intenções mais importantes incorporadas, tomando a resposta recebida e fazendo as mesmas perguntas sobre ela. "E o que isso faz para você?" Você pode eliciar uma corrente de intenções encadeadas, cada uma mais poderosa do que a anterior, continuando a fazer perguntas sobre cada resposta que recebe. Quando você tiver uma idéia de uma possível intenção positiva, verifique, fazendo a seguinte pergunta: "Então, o que você está realmente querendo com esse comportamento é ............................?" &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Uma vez sabendo qual é a intenção positiva, fale com o aluno como se isso fosse verdadeiro. Aplauda e aprecie o fato de ele estar tentando fazer algo positivo e ofereça-se para ajudá-lo a alcançar a intenção positiva. Comente o fato de que, com o tipo de pessoa que ele é, a intenção positiva é mais consistente do que o comportamento negativo. Ajude-o a ter um novo comportamento que seja consistente com o tipo de pessoa que ele é &lt;b&gt;E &lt;/b&gt;que vai satisfazer sua intenção positiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quanto mais você pratica esta técnica, tanto mais treinado e natural você se tornará em fazer as perguntas e ouvir as respostas, e em encontrar a intenção positiva. Pela minha experiência, à medida que você fizer isso mais e mais, você vai descobrir que as outras pessoas o tratarão significativamente melhor E que você também trata os outros melhor. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;REAÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt; Muitas vezes, o elemento crucial sobre encontrar e resolver o problema real está na reação dos pais, professores e/ou orientadores do aluno. Se ela for considerada crítica ou julgadora, o aluno tem uma forte tendência a tomá-la como "algo pessoal" e lutar ou retrair-se. Isso transforma a situação num problema muito mais difícil de solucionar porque se torna uma questão de auto-estima, mais do que um problema escolar simples de resolver. Infelizmente, nossa sociedade e escolas têm uma forte tendência a culpar e/ou julgar. Uma das maneiras mais eficazes de reagir é procurar a intenção positiva por detrás do problema, com cuidado, amor, aceitação e apreciação; assim, surge uma comunicação maravilhosa. Então, você tem a oportunidade de ajudar os alunos, das maneiras mencionadas anteriormente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;RESUMO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Portanto, a arte de ajudar seu filho quando ele está com problemas na escola encontra-se principalmente no âmbito da comunicação, principalmente nas cinco áreas apresentadas neste artigo. Em meu livro &lt;i&gt;Rediscober the Joy of Learning&lt;/i&gt; ( Redescubra a Alegria de Aprender) e em meus seminários, eu trato com mais profundidade do assunto sobre como ajudar os alunos com outras estratégias de aprendizado ou quando eles possuem incapacidade de aprender, como ADD (Desordem da Deficiência de Atenção). Evitar zangar-se ou criticar é de vital importância. Também, é bom lembrar que uma das ferramentas mais importantes da comunicação é procurar a intenção positiva. Procurar a intenção positiva é um dos elementos fundamentais da comunicação eficaz, e é muito poderoso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Quando a comunicação é aberta e honesta, e você estiver procurando intenções positivas, é mais fácil procurar pelos elementos problemáticos e suas soluções. Agora, você pode observar as outras razões para "garantir que os alunos saibam como aprender" e/ou "garantir que eles se liguem à escola." Eles merecem essa abordagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: x-small; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Don A. Blackerby, Ph.D. é o fundador de SUCCESS SKILLS em Oklahoma City. Ele foi professor de matemática e diretor de escola, e fundou a SUCCESS SKILLS em 1981, a fim de focalizar o uso da Programação Neurolingüística (PNL) para ajudar os alunos com dificuldades na escola. Em 1996, ele escreveu um livro, &lt;b&gt;Rediscover the Joy of Learning&lt;/b&gt;, no qual descreve suas estratégias e processos baseados na PNL, para ajudar os alunos com problemas, inclusive aqueles que sofrem da Desordem da Deficiência de Atenção (ADD). Ele pode ser contatado de várias maneiras. Seu endereço : SUCCESS SKILLS, P.O.Box 42631, Oklahoma City, OK 73123 USA. E-mail: &lt;b&gt;&lt;a href="mailto:info@nlpok.com"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;info@nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Site: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.nlpok.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;www.nlpok.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial','sans-serif'; font-size: x-small; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Trad. Hélia Cadore &lt;br /&gt;
Publicado na revista&lt;b&gt; &lt;a href="http://www.nlpanchorpoint.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #993300; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;Anchor Point&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; de setembro 2000. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-5745359029139882800?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/5745359029139882800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-3-parte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/5745359029139882800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/5745359029139882800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/09/o-que-os-pais-podem-fazer-3-parte.html' title='O que os pais podem fazer- 4ª parte'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1260154340542641973</id><published>2010-08-13T06:40:00.000-07:00</published><updated>2011-01-10T04:41:25.893-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como fazer uma Monografia'/><title type='text'>Monografia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSr-aJ2vWNI/AAAAAAAAAMw/Oh6bWKiitR0/s1600/mongrafia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSr-aJ2vWNI/AAAAAAAAAMw/Oh6bWKiitR0/s1600/mongrafia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Preparar uma monografia requer tempo e conhecimento, além de decisão precisa sobre&amp;nbsp;um determinado&amp;nbsp;tema e esclarecimento das normas técnicas em conjunto com as normas da Universidade. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;É preciso entender, aprender sobre muitas coisas, como, as páginas, a qualidade do trabalho, entre outras coisas. O afeiçoamento pelo tema, deve ser levado em consideração na hora de delimitar o tema, ou seja você deve ter vontade, curiosidade ou necessidade de conhecer&amp;nbsp;sobre o assunto que escolheu.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;"As monografias foram adotadas pelo MEC – Ministério de Educação e Cultura – como exigência parcial para a conclusão de cursos universitários, sejam eles de graduação ou pós-graduação. Destina-se, desta forma, a alunos dos cursos de graduação e pós-graduação em fase de conclusão de curso." &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Mas acontece que muitas vezes tornamos este processo mais doloroso do que ele realmente é, e fazemos um bicho de sete cabeça em cima disso, passamos noites em claro pensando no trabalho. isso tudo é gerado apenas pela falta de conhecimento sobre como realizar esta tarefa, que é apenas mais uma etapa de todo processo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;É possível fazer um trabalho diferenciado e com mais facilidade, é claro que isso ainda vai exigir que você tenha claro que tem que ir a luta na pesquisa, porém isso tudo pode ficar agradável e você não precisa perder o sono por causa disso.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-size: large;"&gt;&lt;em&gt;Caso esteja precisando de orientação na sua monografia, em qualquer aspecto,&amp;nbsp;como, técnico ou um reforço para se sentir capaz de realizá-la, podemos ajuda-lo a distancia ou presencial.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Magna O. Melo&lt;br /&gt;
Neuroeducadora e Psicopedagoga&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1260154340542641973?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1260154340542641973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/08/monografia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1260154340542641973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1260154340542641973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/08/monografia.html' title='Monografia'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSr-aJ2vWNI/AAAAAAAAAMw/Oh6bWKiitR0/s72-c/mongrafia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1589144088733678078</id><published>2010-08-13T05:45:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T14:44:36.995-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atendimento em Neuroeducação'/><title type='text'>Atendimento em Neuroeducação</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TGU_u2sg2pI/AAAAAAAAAI0/s_1b0_sO5Cw/s1600/cerebro+computador.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TGU_u2sg2pI/AAAAAAAAAI0/s_1b0_sO5Cw/s200/cerebro+computador.bmp" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #351c75; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Magna de Oliveira Melo- Neuroeducadora&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394; font-size: large;"&gt;Este modelo foi desenvolvido para criar/remodelar as matrizes de inteligência e possibilitar a expressão máxima do potencial inteligente da consciência - genialidade pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É composto por um conjunto de técnicas, com estrutura mecânica quântica, que permitem neuroprogramar as matrizes de inteligência, segundo planejamento prévio. Esta estratégia de ação permite intervir em áreas específicas do sistema mental, e possibilitar os limitadores matriciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;Princípio técnico do modelo&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt; Colapsamento dirigido de estruturas lógicas, utilizando a imaginação criativa como veículo de trabalho, para alterar as neuroprogramações com limitadores matriciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem como objetivo criar nova estrutura funcional e conteúdo filosófico possibilitador, produzindo salto quântico na compreensão da realidade em questão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Várias técnicas de intervenção foram desenvolvidas, seguindo este princípio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;Como é desenvolvido o trabalho&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;. Diagnóstico - levantamento dos limitadores matriciais a serem trabalhados;&lt;br /&gt;
. Atendimentos individuais - desenvolvidos por um Neuroeducador, com o propósito de transformar em estruturas possibilitadoras, os limitadores matriciais identificados;&lt;br /&gt;
. Acompanhamento - após as intervenções, são realizados alguns encontros periódicos para avaliar os avanços obtidos e possibilitar ainda mais os resultados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;u&gt;Condições para a realização do trabalho&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="interno" style="border: currentColor; display: block; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TGVDDC6rPRI/AAAAAAAAAJE/VZzKGApo93Q/s1600/inteligencia+malha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394; font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" height="176" ox="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TGVDDC6rPRI/AAAAAAAAAJE/VZzKGApo93Q/s200/inteligencia+malha.jpg" width="200" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; color: #0b5394;"&gt;A pessoa deve ser normalmente inteligente e capaz de seguir instruções com a imaginação, e desejar se submeter ao processo de neuroprogramações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: large;"&gt;&lt;u&gt;O que uma pessoa pode esperar deste trabalho&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #0b5394;"&gt;&lt;span style="background-color: #f3f3f3;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;span style="background-color: #eeeeee;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee;"&gt;ornar-se tão genial em suas múltiplas inteligências, quanto o é nas inteligências que constituem o seu conjunto de talentos naturais, possibilitados geneticamente;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ser tão inteligente quanto a potencialização da malha de informações de seu sistema mental permite ser&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: #eeeeee; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1589144088733678078?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1589144088733678078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/08/atendimento-em-neuroeducacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1589144088733678078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1589144088733678078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/08/atendimento-em-neuroeducacao.html' title='Atendimento em Neuroeducação'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TGU_u2sg2pI/AAAAAAAAAI0/s_1b0_sO5Cw/s72-c/cerebro+computador.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8434989425285627929</id><published>2010-04-25T14:12:00.001-07:00</published><updated>2010-04-25T14:21:19.625-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TRABALHO apresentado no Simpósio de Neuroeducaçãosuperandoasdificuldadesdeatencao-1ª parte'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9Sx84HxhtI/AAAAAAAAAIU/1d2A5Pc9IMQ/s320/aa.jpg" tt="true" /&gt;&lt;a href="http://www.simposiodeneuroeducacao.com.br/videos.aspx?video=superandoasdificuldadesdeatencao1.flv"&gt;http://www.simposiodeneuroeducacao.com.br/videos.aspx?video=superandoasdificuldadesdeatencao1.flv&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8434989425285627929?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.simposiodeneuroeducacao.com.br/videos.aspx?video=superandoasdificuldadesdeatencao1.flv' title=''/><link rel='enclosure' type='video/x-flv' href='http://www.simposiodeneuroeducacao.com.br/videos.aspx?video=superandoasdificuldadesdeatencao1.flv' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8434989425285627929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/blog-post_25.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8434989425285627929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8434989425285627929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/blog-post_25.html' title=''/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9Sx84HxhtI/AAAAAAAAAIU/1d2A5Pc9IMQ/s72-c/aa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8418996757086474167</id><published>2010-04-23T13:02:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:30:59.973-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='NEUROEDUCAÇÃO - Livros'/><title type='text'>livros</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="background-color: yellow; font-size: large;"&gt;Livros da Neuroeducação:&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9RTXGReI/AAAAAAAAAHs/2rLZ5UoQb4g/s1600/tab_cerebro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="157" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9RTXGReI/AAAAAAAAAHs/2rLZ5UoQb4g/s400/tab_cerebro.jpg" tt="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9mcYNa1I/AAAAAAAAAH0/vD_QHN0-vxQ/s1600/tab_dificuldades.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9mcYNa1I/AAAAAAAAAH0/vD_QHN0-vxQ/s320/tab_dificuldades.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9zmhsC3I/AAAAAAAAAH8/Qlhl6jdWjzc/s1600/tab_filhos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9zmhsC3I/AAAAAAAAAH8/Qlhl6jdWjzc/s320/tab_filhos.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9-6SBiQI/AAAAAAAAAIE/AZa2Fw9nRCI/s1600/tab_virando_jogo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9-6SBiQI/AAAAAAAAAIE/AZa2Fw9nRCI/s320/tab_virando_jogo.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H-INjnxtI/AAAAAAAAAIM/x9VimBu-u9w/s1600/tab_genialidade.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H-INjnxtI/AAAAAAAAAIM/x9VimBu-u9w/s320/tab_genialidade.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8418996757086474167?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8418996757086474167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/livros.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8418996757086474167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8418996757086474167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/livros.html' title='livros'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S9H9RTXGReI/AAAAAAAAAHs/2rLZ5UoQb4g/s72-c/tab_cerebro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1603997820082108387</id><published>2010-04-20T12:56:00.000-07:00</published><updated>2011-01-04T09:12:10.563-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) - Medicamentos'/><title type='text'>Ritalina</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNUvvIOf3I/AAAAAAAAAMg/mXARg8TJSHE/s1600/ritalina.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNUvvIOf3I/AAAAAAAAAMg/mXARg8TJSHE/s1600/ritalina.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Em recente reportagem, a Revista Época falou de uma velha conhecida – a ritalina (metilfenidato), medicamento lançado nos anos 50 para tratar de um distúrbio em moda nos últimos tempos – o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, mais popularmente conhecido como TDAH.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O interessante da matéria é que ela não se referia a pessoas portadoras do problema ao qual o medicamento é indicado. E sim a outras que buscavam nele melhorar sua performance nos estudos e no trabalho. Ao assumirem uma carga grande de atividade, provavelmente além de suas possibilidades, elas necessitavam ficar mais atentas ou ligadas por um período maior de tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como todo remédio, a ritalina tem efeitos colaterais e um deles é o de diminuir o apetite. Muitas pessoas a utilizam para perder peso. Além de poder causar dependência física e psíquica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Houve um tempo em que para ser indicada bastava que uma criança fosse um pouco agitada. Pronto, o diagnóstico estava fechado. Era mais um caso de déficit de atenção. O pequeno paciente era medicado muitas vezes sem necessidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Como se vê, a ritalina foi e está sendo usada indiscriminadamente. Por ser um medicamento de tarja preta, só pode ser comprada mediante receita médica. Isso significa que pessoas autorizadas estão dando receitas sem o devido cuidado. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Seu uso foi banalizado. Mas por que se utiliza tanto esse medicamento mesmo sem necessidade? Talvez uma das coisas seja a busca de uma solução mágica para nossas mazelas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;'Super estudante' &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E não é por isso que as pessoas se drogam? Para tornarem as coisas “mais fáceis”, ao menos na aparência? Cria-se uma falsa realidade ou uma falsa pessoa para corresponder a uma expectativa, provando ser aquilo que não é – um super profissional ou um super estudante. E todos os problemas são resolvidos magicamente, tomando-se um comprimido de ritalina. Fácil, não?! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Nem tanto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A repórter de Época tomou o medicamento para escrever a matéria e constatou que apesar de num primeiro momento ter se sentido confiante e se lembrado de tudo, podendo até dispensar suas anotações, ao revisar seu trabalho decepcionou-se com o resultado e teve de refazê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Não só profissionais com uma carga grande de trabalho têm recorrido a ela. Cada vez mais esse medicamento tem caído na graça dos estudantes e de seus pais. Não por terem déficit de atenção ou algum problema de aprendizagem que justifique, até certo ponto, seu uso. Mas por irem em busca de uma excelência que vai além daquilo que são (ou que seus filhos são). Sem contar aqueles que por um motivo qualquer passam a irem mal na escola e já se procura enquadrá-lo em alguma doença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E o que é pior, ao medicarem seus filhos ou se auto-medicarem, passam a idéia do quanto não confiam em si e em seus rebentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Culpa de uma sociedade muito competitiva? Pode ser. Ninguém quer ficar para trás. Todos querem estar entre os primeiros. E para isso acabam lançando mão de qualquer coisa para conseguirem seus objetivos. Inclusive de remédios cujo esforço num primeiro momento parece ser mínimo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Só que não é tomando remédios que os jovens serão melhores alunos ou darão conta do recado. Salvo aqueles que tenham TDAH. Caso contrário, estarão criando a idéia para si próprios de que são incapazes e que só vão conseguir algo se usarem uma droga. Afinal, não terá sido por causa do metilfenidato que seus usuários vão pensar que concluíram seus estudos escolares?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;E a ritalina, por ser uma droga lícita, continuará sendo usada com a concordância dos pais e dos médicos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana Cássia Maturano&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1603997820082108387?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1603997820082108387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/ritalina.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1603997820082108387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1603997820082108387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/ritalina.html' title='Ritalina'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNUvvIOf3I/AAAAAAAAAMg/mXARg8TJSHE/s72-c/ritalina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4837959243894680334</id><published>2010-04-20T09:49:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:02:34.287-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Principais Sintomas'/><title type='text'>DÉFICIT DE ATENÇÃO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Principais sintomas do Déficit de Atenção&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S83agSo_8dI/AAAAAAAAAG0/uELf7cropNM/s1600/aten%C3%A7a%C3%B5.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="264" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S83agSo_8dI/AAAAAAAAAG0/uELf7cropNM/s320/aten%C3%A7a%C3%B5.jpg" width="320" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Esse tipo de comportamento pode ser de difícil identificação, portanto é importante saber que nem toda criança desatenta tem o Transtorno de Déficit de Atenção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A criança que tem Déficit de atenção não é menos inteligente que as outras crianças, porém não consegue desenvolver integralmente seu potencial, visto que a fixação da atenção é prejudicada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A desatenção é um efeito que muitas vezes enganam na hora do diagnóstico porque estas pessoas na verdade não têm um déficit de atenção para tudo. Muitas vezes conseguem prestar muita atenção em algumas coisas, principalmente quando são bonitas, novas, estimulantes, interessantes ou assustadoras. Isto pode ser uma inconsciente busca do cérebro por um estímulo que ative o córtex pré-frontal. Em termos práticos, uma pessoa não consegue fazer qualquer coisa, sem que sua cabeça fique voando entre seus pensamentos, frequentemente distraindo-se com qualquer coisa que lhe chame mais atenção, voltando novamente a se distrair com um outro movimento e assim por diante, cometendo erros freqüentes por não prestar atenção aos detalhes. Este efeito é muito comum nas atividades escolares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Entre os principais sintomas de desatenção estão a dificuldade em prestar atenção nos detalhes; errar por descuido nas atividades escolares pela dificuldade em manter a atenção; não seguir instruções; não terminar as tarefas; as vezes parece não escutar ou se faz de surdo; dificuldade em organizar tarefas e atividades; distrai-se facilmente com estímulos externos; evitar ou relutar em “realizar” esforço mental; perder coisas necessárias para as tarefas e ser facilmente distraído por qualquer estímulo externo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Muitas vezes a falta de atenção pode vir acompanhada do sintoma de impulsividade, e pode até ter um aspecto positivo quando este comportamento leva a uma ação. Entretanto no portador de TDAH o problema é que este comportamento se torna patológico, há uma falta de planejamento em função da busca intensa e constante da gratificação imediata e das novidades. A impulsividade é um dos sintomas muito persistentes, impulsivamente interrompe o que está fazendo para iniciar outra atividade e vai acumulando várias tarefas sem finalizá-las. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De acordo com Mattos (2004) as crianças portadoras de TDAH são muito impacientes e muito ansiosas; frequentemente estão expostas a riscos; podem provocar confusão; discussão; viver em conflito consigo mesma ou com outras pessoas. Novamente tudo isso é uma forma inconsciente de estimulação do córtex pré-frontal, que anseia por mais atividade. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa o indivíduo com TDAH não faz as coisas propositalmente, pois não as percebe e pode acabar se viciando no tal efeito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O vício acontece porque o cérebro tem produz uma substância química sempre que a pessoa apresentar quando tem o comportamento e isto vai produzir uma gravação neurológica cada vez mais forte contribuindo para que a pessoa se vicie nesta produção química. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo Goldstein (2004), existe o TDAH do tipo não específico; a pessoa apresenta algumas características, mas um número insuficiente de sintomas para chegar a um diagnóstico completo. Esses sintomas, no entanto, desequilibram a vida diária desta pessoa. Esses sintomas também podem ser explicados por outros transtornos, por isso é preciso uma investigação minuciosa, a fim de descartar outras possibilidades de diagnóstico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Segundo Benczik (2002) é comum nestas crianças, quando não conseguem fazer as tarefas se fecharem e não se sentirem estimuladas a tentarem fazê-las novamente, temendo um novo fracasso. Estas crianças tendem geralmente a produzir menos do que são capazes. Neste caso os elogios e encorajamento podem ajudar muito para que seu processo de aprendizagem seja mais eficiente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Autor: Magna de Oliveira Melo &lt;br /&gt;
Neuroeducadora e Psicopedagoga&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4837959243894680334?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4837959243894680334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/sintomas-do-deficit-de-atencao.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4837959243894680334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4837959243894680334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/sintomas-do-deficit-de-atencao.html' title='DÉFICIT DE ATENÇÃO'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S83agSo_8dI/AAAAAAAAAG0/uELf7cropNM/s72-c/aten%C3%A7a%C3%B5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-7016459945929628143</id><published>2010-04-14T13:18:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:10:06.898-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='II Simpósio de Neuroeducação 2010'/><title type='text'>II Simpósio de Neuroeducação</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YhGnSSpcI/AAAAAAAAAGU/DMB0hRL55SY/s1600/logoSimposio.jpg" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YhGnSSpcI/AAAAAAAAAGU/DMB0hRL55SY/s320/logoSimposio.jpg" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Apresentação &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YhclT5oMI/AAAAAAAAAGc/6D5rVmHnapA/s1600/instituto.gif" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YhclT5oMI/AAAAAAAAAGc/6D5rVmHnapA/s320/instituto.gif" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Bem-vindo ao II Simpósio de Neuroeducação! Uma excelente oportunidade para você conhecer a Neuroeducação e saber mais sobre este campo de trabalho, sua metodologia, benefícios e eficácia de resultados. Serão dois dias de muito aprendizado, troca de experiências e interatividade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Com o tema Dificuldades de Aprendizagem têm solução este Simpósio tem por objetivo gerar oportunidade científica para que o Instituto de Pesquisas em Neuroeducação continue efetivando sua missão de promover Projetos de Pesquisa com foco nas diferentes limitações do aprendizado humano, desenvolvendo estudos, investigando resultados e comprovando a eficácia das ferramentas de intervenção da Neuroeducação na superação das dificuldades pesquisadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Para mostrar a potencialidade da Neuroeducação e demonstrar as nuances da sua prática clínica, a agenda do Simpósio foi organizada com muitas atividades. Serão palestras abordando temas atualíssimos no campo das neurociências, um interessante workshop sobre a interação mecânica quântica entre os comandos da mente e os registros cerebrais dos movimentos corporais, apresentações de estudos de casos de Dificuldades de Aprendizagem solucionadas por neuroeducadores e cases de sucesso de escolas que adotaram a prática da Neuroeducação, no seu dia-a-dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Aguardamos você! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Inscrição &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Investimento R$ 350,00 ( pagamento à vista no boleto ou em 3x no cartão de crédito )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observação: Sindicalizados ao SIEEESP terão a 5ª inscrição como cortesia. Aproveite!&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YslOW7VrI/AAAAAAAAAGs/HHiO2T8L0CY/s1600/dific.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YslOW7VrI/AAAAAAAAAGs/HHiO2T8L0CY/s320/dific.bmp" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;II Simpósio&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
01 e 02 de maio de 2010&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Programação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
“Dificuldades de Aprendizagem têm solução” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
01 de maio &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tema do dia: “Neuroeducação: Neurotecnologia que elimina dificuldades de aprendizagem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
08:00 às 09:00h - Welcome-coffe e entrega de material&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
09:00 às 9:50h - “Dificuldades de Aprendizagem têm solução”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palestrante: Prof. Esp. Susan Leibig &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
09:50 às 10:50h - “A prática clínica da Neuroeducação - Um relato do dia-a-dia de consultório&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de três neuroeducadoras”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Simone Schmidt Neves&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Magna de Oliveira Melo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Silvia Marcia Reze Schitini&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10:50 às 11:20h - Coffebreak&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11:20 às 11:45h - Estudo de caso “A Neuroeducação no tratamento das dificuldades de memória&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de um Professor”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Daniella Carvalho Tonioli &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11:45 às 12:10h - Estudo de caso “Os reflexos da timidez no processo de aprendizagem no adulto”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Maria Luiza Ramos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12:10 às 12:35h - Estudo de caso “Preguiça e Procrastinação: A Neuroeducação como instrumento &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de uma vida mais ativa”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Talita da Silva&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12:35 às 13:00h - Estudo de caso “Andragogia: Crenças limitantes, um obstáculo na busca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
da excelência“.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Ninete Aparecida Mendes da Rocha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13:00 às 15:00h - Almoço&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15:00 às 15:45h - Palestra de reflexão: "Da identidade e do papel do aluno como agente ativo no processo Ensino-Aprendizagem". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palestrante: Prof. Ms. Luiz Felippe Matta Ramos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15:45 às 16:10h - Estudo de caso “Eliminando o medo de errar com a Neuroeducação”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Cândida Maria Cavalcante Soares &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16:10 às 16:35h - Estudo de caso ”A Neuroeducação e os problemas de aprendizagem &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
do idioma estrangeiro”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Cláudia Guimarães Moraes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16:35 às 17:00h - Estudo de caso:“A Neuroeducação no tratamento da Fobia de Palco”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducador: Prof. Esp. Sergio Rodrigues Araujo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
02 de maio &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tema da manhã: “A Neurociência da Aprendizagem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
08:30 às 09:00h - Welcome-coffe&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
09:00 às 10:50h - “Dificuldades de Aprendizagem comprometem o desenvolvimento da&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inteligência?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilitador: Prof. Dr. Armando Rocha&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10:50 às 11:20h - Coffebreak&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11:20 às 12:00h - “Neurogênese e Neuroplasticidade: possibilidades de transformação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerebral estimuladas pela Neuroeducação”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilitadora: Prof. Ms. Denise Pirillo Nicida&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12:00 às 13:00h - Workshop: “Uma abordagem mecânica quântica da Memória: Como utilizar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a mente para manter o tônus muscular do corpo sem a necessidade de fazer &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
movimentos físicos” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Facilitadora: Prof. Esp. Susan Leibig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13:00 às 15:00h - Almoço&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tema da tarde: “A prática da Neuroeducação no ambiente escolar”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15:00 às 15:45h - Case de Escola: Colégio Integrar – São Paulo - SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A Neuroeducação como ferramenta de inclusão na Educação Especial”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretora da Escola e Neuroeducadora: Prof. Esp. Silvana Borella de Oliveira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Esp. Solange do Amaral Cavalcanti&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15:45 às 16:15h - Case de Escola: “A Neuroeducação fazendo a diferença, nos alunos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
com dificuldade de Aprendizagem, em uma escola pública”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Sandra Borelli de Barros&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
16:15 às 17:00h - Case de Escola: Escola Educarte – Cruzeiro - SP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Neuroeducando alunos para superarem dificuldades de aprendizagem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretora de Escola: Prof. Esp. Elaine Aparecida Ferreira Elisei&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuoreducadora: Prof. Esp. Patrícia Mara Mota da Silva Vilena Pinto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neuroeducadora: Prof. Sandra Gonzalo Cabot&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
17:00h - Encerramento do II Simpósio de Neuroeducação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-7016459945929628143?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/7016459945929628143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/ii-simposio-de-neuroeducacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7016459945929628143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7016459945929628143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/ii-simposio-de-neuroeducacao.html' title='II Simpósio de Neuroeducação'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S8YhGnSSpcI/AAAAAAAAAGU/DMB0hRL55SY/s72-c/logoSimposio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-9034452359692249104</id><published>2010-04-04T07:02:00.000-07:00</published><updated>2011-02-12T12:37:36.953-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lição de casa'/><title type='text'>lição de casa</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #b45f06; font-size: large;"&gt;Minha nossa!!!Quanta lição de casa!!! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="background-color: #b45f06;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;Seu filho esquece-se de fazer a lição de casa ou lembra somente em cima da hora? Muitas vezes faz tudo correndo&amp;nbsp; já que não há mais tempo para terminá-la? Sabia que pode ser apenas desorganização do tempo ao conteúdo escolar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Estas ilustrações e este pequeno texto foram produzidos por um aluno do 4º ano do ensino fundamental.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7igLTwGXoI/AAAAAAAAAF8/EPLCRLJ0i5Q/s1600/a+apela+fran.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7igLTwGXoI/AAAAAAAAAF8/EPLCRLJ0i5Q/s200/a+apela+fran.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7igWkwUDjI/AAAAAAAAAGE/nWk7Kwr8qA0/s1600/a+appelada.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="125" nt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7igWkwUDjI/AAAAAAAAAGE/nWk7Kwr8qA0/s200/a+appelada.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;ffffffffff&amp;nbsp;nº:7&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;4ºano B&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: x-small;"&gt;profª. Mariana&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: blue;"&gt;Um dia ffffffff(eu) estava na escola B. J.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: blue;"&gt;E um dia a profª. Mariana me deu uma papelada de lição de casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Quando cheguei em casa fui ver a lição de casa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7if1oR6k9I/AAAAAAAAAF0/24HO6h0QyIY/s1600/a+apaelada+francia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7if1oR6k9I/AAAAAAAAAF0/24HO6h0QyIY/s200/a+apaelada+francia.jpg" width="197" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #eeeeee; color: blue;"&gt;E então,CCCCAAAABBBBBBBBUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMMMMMMMMMMMMMMMM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Minha mochila estourou,e eu disse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #eeeeee; color: blue;"&gt;_My god!!Quanta lição!!!!!!!!!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #eeeeee; color: blue;"&gt;Então eu não fiz a lição de casa&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Seu filho&amp;nbsp;costuma dizer que tem muita lição de casa, esquece-se de faze-la ou lembra somente em cima da hora? Muitas vezes faz tudo correndo e já que não há mais tempo para terminá-la? Sabia que pode ser apenas desorganização do tempo ao conteúdo escolar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Este comportamento é muito comum ao se iniciar o 6º ano do ensino fundamental. As disciplinas e os conteúdos aumentam e também há troca de professores frequentemente. Às vezes acontece de a criança não conseguir se adaptar tão facilmente a nova fase e com isso se perder na organização escolar. Com este tipo de comportamento é possível até iniciar&amp;nbsp;até uma falsa dificuldade de aprendizagem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;No entanto, tudo isso pode ser temporariamente se os pais estiverem dispostos a dar uma forcinha nesta adaptação. Neste período pode acontecer de os pais acharem que a criança já está mais crescida e tem condições de lembrar de tudo sozinha, e tem mesmo, mas muitas vezes não tem uma estratégia para fazer isso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Não estamos falando da matéria em si que o professor passa na sala de aula, já que isto ele tem que desenvolver o exercício e a vontade de prestar mais atenção, pois o controle dos professores passa a ser menor do que vinha sendo até o 5º ano e as crianças precisam desenvolver certas habilidades que a partir de agora será de extrema importância para o seu sucesso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Uma questão muito importante é não deixar para depois o que é dever fazer agora, quando fazemos isso estamos colaborando para criar um hábito muito comum que é o da proscratinação, e deixamos a preguiça dominar e se instalar cada vez mais no nosso programa mental. Se houver repetição deste comportamento, o cérebro passa a utilizar esse mesmo circuito nas próximas vezes em que houver “coisas” a fazer, até que isto se torne um vicio e vamos nos tornando dependentes desta química cerebral, mesmo sem a nossa percepção. Então, não deixe a preguiça dominar, devemos combatê-la com firmeza.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Para dar uma forcinha nesta organização e um pontapé na preguiça podemos fazer uso de uma tabela. Os pais podem desenvolvê-la junto com a criança, e esta deve conter horários para estudo, lição de casa, trabalho e provas, quando houver. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Deverá ser estabelecido de comum acordo, sem imposição, os melhores horários e por quanto tempo deverá se dedicar à atividade de acordo com a necessidade do caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;Abaixo segue um exemplo de tabela, nesta, a criança anota diariamente antes de iniciar a lição de casa, de preferência ao chegar a casa, pois terá mais facilidade para lembrar caso não tenha anotado. Ela deverá colocar qual é a matéria, quando foi passada a lição e para quando é a próxima aula, Segue da mesma forma a respeito dos trabalhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;A tabela deve ficar em lugar visível, onde possa se vista com freqüência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;A regra é fazer a lição do dia no mesmo dia e ficar de olho nas datas. Toda vez que termina uma lição a criança devera colocar um X , já que esta tarefa estará cumprida. Isso pode motivar a criança a querer cumprir a próxima missão ou seria a próxima lição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: white; color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: red; font-size: large;"&gt;As crianças que utilizarem desta ferramenta não correrão o risco de esquecer-se de fazer nenhuma lição de casa, mesmo&amp;nbsp; que tenha sido passada a uma semana atrás.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7ibqqB5Z_I/AAAAAAAAAFs/u4WEolJzUQI/s1600/Sem+t%C3%ADtulo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7ibqqB5Z_I/AAAAAAAAAFs/u4WEolJzUQI/s320/Sem+t%C3%ADtulo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Magna de Oliveira Melo&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Neuroeducadora e Psicopedagoga&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-9034452359692249104?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/9034452359692249104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/licao-de-casa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/9034452359692249104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/9034452359692249104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2010/04/licao-de-casa.html' title='lição de casa'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/S7igLTwGXoI/AAAAAAAAAF8/EPLCRLJ0i5Q/s72-c/a+apela+fran.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3883373745356498996</id><published>2009-10-15T17:13:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:13:42.874-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA - Porque um disléxico não compreende o que lê?'/><title type='text'>Porque um disléxico não compreende o que lê?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observando um cenário de uma criança de 10 anos lendo em voz alta uma frase simples como “O CAVALO MARROM PULOU POR CIMA DO MURO DE PEDRA E CORREU PELO PASTO” seria simples para a criança que pense no som das palavras, mas para um disléxico da mesma idade que constrói imagens com as palavras lidas, o processo torna-se mais difícil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira palavra “O” já causa um vazio na imaginação, pois não há imagem nela. Isso já desencadeia uma confusão mental. A criança se concentra e força-se para ultrapassar essa imagem em branco e diz “O” forçando-se a ler a próxima palavra. Esta palavra “CAVALO” PROPUZ UMA IMAGEM mental de um cavalo e concentrando-se diz “cavalo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “MARROM” transforma a imagem anterior num “cavalo marrom” continuando a sua concentração diz “marrom”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “PULOU” faz o cavalo se erguer no ar. A criança continua se concentrando e diz “pulou”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “POR” novamente produz o vazio e concentrando-se mais ela diz “por”. A palavra “CIMA” faz o cavalo marrom se erguer e concentrando, diz “cima”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “DO” produz o branco novamente aumentando sua confusão, porém o seu limite da confusão ainda não foi atingido. Agora ela precisa dobrar a concentração para ir adiante para a próxima palavra “DO” e ao fazer isso ela pode até omitir esta palavra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “MURO” produz a imagem de um muro e com a concentração redobrada diz “ muro”. A palavra “DE” produz branco de novo mas ela ainda consegue dizer “de”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “PEDRA” transforma o muro num muro de pedra e ainda com a concentração redobrada ele diz “pedra”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra seguinte “E” produz espaço em branco novamente e desta vez atinge o limite da confusão que a deixa sem orientação. Ela para, mais confusa, duplamente concentrada e agora desorientada. A única maneira dela continuar lendo é aumentando ainda mais a concentração, mas como agora ela está desorientada os sintomas da dislexia vão aparecer. É possível que ela deixe de dizer a palavra “E”’ ou substitua por “i” “a” “o’ e agora já não consegue mais formar uma percepção clara das palavras na página.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora ela faz um esforço muito grande para se concentrar e gasta muita energia para conseguir continuar lendo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A palavra “ CORRER” como ela esta desorientada é substituída por corro e faz uma imagem de si mesmo correndo que não tem relação com o “cavalo marrom”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A próxima palavra “PELO” produz a imagem vazia novamente. Ela para de novo, mais confusa, ainda mais desorientada. A única maneira dela continuar lendo agora é quadruplicando o esforço para a concentração, mas quando faz isso deixa de dizer a palavra “pelo”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse tipo de confusão já pode ter produzido uma sensação de tonteira, se sente enjoada e as palavras não estão mais nítidas na página. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A última palavra “PASTO” ela precisa decifrar letra por letra para pronunciar o som da palavra e vai ver um capinzal, mas apesar disso consegue pronunciar a palavra “pasto”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando termina ela fecha imediatamente o livro e o afasta, como se dissesse “CHEGA DISSO”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se perguntar o que ela acabou de ler poderá dizer “um lugar onde o capim cresce”. Ela até tem a imagem de um cavalo no ar, ele mesmo correndo, um muro de pedra, mas não consegue relacioná-las.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem ouve esta criança lendo pode dizer com certeza que ela não entendeu nada do que leu, mas ela não se importa de não entender, só está aliviada de ter sobrevivido a aflição dessa leitura. Se fosse um pouco mais velha saberia não entendeu o que acabou de ler e poderia voltar a ler. Mas vendo o cenário acima, você acha que adiantaria? Não.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Se for um adulto vai reler algo importante de três a dez vezes para entender ou então vai desistir. &lt;br /&gt;
Se&amp;nbsp; você se encaixa neste exemplo ou seu filho, não desista&amp;nbsp;achando que&amp;nbsp;precisará ser sempre assim,&amp;nbsp; procure ajuda e melhore sua capacidade para ler com mais conforto e mais facilidade. Tudo é modificavel!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Magna de Oliveira Melo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referencia bibliográfica- DAVIS, Ronald D. o dom da dislexia . Rio de Janeiro: Rocco, 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3883373745356498996?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3883373745356498996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/10/porque-um-dislexico-nao-compreende-o.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3883373745356498996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3883373745356498996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/10/porque-um-dislexico-nao-compreende-o.html' title='Porque um disléxico não compreende o que lê?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-8792389152677829918</id><published>2009-10-09T10:25:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:14:17.072-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA  - Sinais de Dislexia nas diferentes fases da infância e escolarização'/><title type='text'>Sinais de Dislexia nas diferentes fases da infância e escolarização</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/Ss93Z_oCRTI/AAAAAAAAAFg/qDm_VTh67Cc/s1600-h/letras+invertidas.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/Ss93Z_oCRTI/AAAAAAAAAFg/qDm_VTh67Cc/s320/letras+invertidas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;É importante destacar que a precocidade da identificação de alguns sinais de Dislexia são perceptíveis desde a pré-escola e, de acordo com SHAYWITZ (2006), o primeiro sinal de um problema de linguagem (e de leitura) pode ser o início tardio em começar a falar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A seguir, serão elencadas algumas orientações, direcionadas especificamente aos educadores, com a finalidade de fornecer-lhes mais uma ferramenta, que possam auxiliá-los a identificar características que sugiram investigação específica, segundo SHAYWITZ (2006). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Na &lt;strong&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;pré-escola&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; observar as seguintes características e/ou dificuldades quando a criança começar a falar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Problemas de aprendizagem de rimas infantis comuns (quando o aluno não consegue decorar uma rima simples – “Um dois, feijão com arroz”);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Falta de interesse pelas rimas;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Palavras mal pronunciadas; persistência da chamada linguagem de bebê;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Dificuldade em aprender e lembrar o nome das letras, cores e números;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Deficiência em saber o nome das letras de seu próprio nome.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;1º e 2º anos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Deficiência em entender que as palavras podem ser divididas em partes (guarda-chuva), e que depois esta palavra pode ser dividida em duas palavras (com significados distintos) e por fim em sons;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Incapacidade de aprender a associar letras e sons, incapaz de fazer a correspondência do grafema B ao som “B”;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Erros de leitura que não demonstram conexão alguma dos sons com as letras (ler a palavra casa como pote);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Incapacidade de ler palavras simples de uma só sílaba ou de pronunciar mesmo as palavras mais simples (pó, pá, meu, dói, ai, deu);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Reclamações sobre o quanto é difícil ler, podendo sair do local ou esconder-se na hora da leitura;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Histórico de problemas de leitura presentes em pais e irmãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Nesta fase, também devem ser observados indícios de pontos fortes, nos processos de pensamento, além daqueles de fala e leitura:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Curiosidade;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Grande imaginação;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Capacidade de descobrir como as coisas acontecem;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Forte envolvimento com idéias novas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Boa compreensão do ponto essencial das coisas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Boa compreensão de novos conceitos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Maturidade surpreendente;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Grande vocabulário para sua faixa etária;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Satisfação ao resolver quebra-cabeças e problemas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Talento para construção de modelos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Excelente compreensão de histórias que lhe são lidas ou contadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;A partir do 3º ano:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em relação à fala:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Pronúncia incorreta de palavras longas, desconhecidas ou complicadas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Ruptura de palavras – omite ou confunde a ordem das partes de uma palavra (escola por secola, salada por sadala);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Discurso não fluente, contendo pausas ou hesitações freqüentes;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Uso de linguagem imprecisa, utilizando termos como coisa, negócio em vez de utilizar o nome correto do objeto (disnomia – incapacidade para recordar nomes próprios);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Incapacidade de encontrar a palavra correta, confundindo palavras que tenham sonoridade semelhante, mas com sentido diverso (frito por grito);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Necessidade de tempo maior para elaborar uma resposta oral ou incapacidade de dar uma resposta verbal de maneira rápida ao ser questionado;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Dificuldade de lembrar partes isoladas de informação verbal (memória imediata) como datas, nomes, números de telefones, listas aleatórias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em relação à leitura:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Progresso muito lento na aquisição das habilidades de leitura;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Falta de estratégias para a leitura de palavras novas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Problemas ao ler palavras desconhecidas (novas ou não familiares) que devem ser pronunciadas em voz alta; tentativa de adivinhar a palavra ao lê-la; falhas na organização dos sons das palavras quando as pronuncia;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Inabilidade para ler palavras funcionais, como por exemplo: em, na, e, aquela;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Medo acentuado em ler em voz alta; quando o faz apresenta uma leitura contaminada por substituições, omissões, e palavras mal pronunciadas, além de um ritmo pouco fluente, lento, entrecortado e trabalhoso; não tem inflexão e parece a leitura de uma língua estrangeira;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Desempenho desproporcionalmente fraco em testes de múltipla escolha, além de não conseguir finalizá-los no tempo estabelecido;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Substituições de palavras de mesmo significado quando não consegue pronunciar, como: blusa por roupa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Dificuldade de leitura e conseqüente incompreensão dos enunciados dos exercícios de Matemática;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Escrita (à mão) confusa, com ortografia desastrosa, mas grande facilidade ao utilizar o editor de textos, possuindo rapidez para digitar;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Extrema dificuldade para aprender uma língua estrangeira;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Falta de entusiasmo em relação à leitura; evita ler livros ou até mesmo uma frase; quando pode, faz escolha por textos que sejam pequenos, tenham letras maiores e muitas figuras (características esperadas para alunos de anos anteriores);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Com o decorrer do tempo pode aumentar a precisão da leitura, porém ainda continua a ser sem fluência e trabalhosa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Auto-estima em declínio, presença de sofrimentos nem sempre visíveis;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Histórico familiar com as mesmas características em relação à aprendizagem, leitura e ortografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Mesmo apresentando estas características relacionadas a problemas fonológicos, há indícios de habilidades nos processos de pensamento de alto nível:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Excelentes habilidades de pensamento: contextualização, raciocínio, imaginação e abstração;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Capacidade de entender “o todo”;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Capacidade para ler e compreender palavras já aprendidas relativas a uma determinada área de interesse;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Vocabulário de alto nível, em relação à sua idade e escolaridade, no que diz respeito às palavras que ouve;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Compreensão acima da média, daquilo que lhe foi lido;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;• Excelência em áreas que não dependam de leitura, como artes visuais, computação, ou em áreas que não exijam relacionar a fatos imediatos, filosofia, biologia, neurociências.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ao trabalhar com alunos disléxicos (ou alunos portadores de outros distúrbios), deve-se sempre verificar aquilo que ele tem preservado em relação a suas habilidades específicas, valorizá-las e incentivá-los a desenvolvê-las muito mais. Desta forma é possível sair do quadro de insucesso ou fracasso escolar e resgatar sua auto-estima, fazendo-o acreditar e perceber que tem capacidade para outras tarefas, e não fixar-se somente numa inabilidade devido ao distúrbio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SHAYWITZ, Sally. Entendendo a dislexia. Tradução: Vinicius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2006.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Autora do artigo: Kátia Lima – Pedagoga especialista em distúrbios de aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acompanhamento pedagógico particular de 1º a 9º ano&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tel: 55487035 / cel 75143968- e-mail: katialima64@gmail.com&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-8792389152677829918?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/8792389152677829918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/10/sinais-de-dislexia-nas-diferentes-fases.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8792389152677829918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/8792389152677829918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/10/sinais-de-dislexia-nas-diferentes-fases.html' title='Sinais de Dislexia nas diferentes fases da infância e escolarização'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/Ss93Z_oCRTI/AAAAAAAAAFg/qDm_VTh67Cc/s72-c/letras+invertidas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3105683282599278045</id><published>2009-09-17T11:15:00.000-07:00</published><updated>2011-02-04T06:01:18.322-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA  - Dificuldade de Leitura'/><title type='text'>Dificuldade de Leitura</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Dificuldade de Leitura&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKCGHPUYzI/AAAAAAAAAD0/k90Akmj6a5Y/s1600-h/ler.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKCGHPUYzI/AAAAAAAAAD0/k90Akmj6a5Y/s320/ler.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;Quando uma pessoa tem dificuldades para ler ou para escrever, mesmo tendo recebido educação apropriada, suas oportunidades de sucesso na escola e na vida são diminuídas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;Freqüentemente associamos estas dificuldades com uma menor capacidade intelectual, mas o problema real pode ser um distúrbio de aprendizado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;A dislexia é um tipo de distúrbio de aprendizado que interfere na maneira como a pessoa percebe e processa letras, números e símbolos. Um diagnóstico de dislexia deve ser feito por um profissional, mas existem alguns sinais que pais e professores podem observar assim que a criança começa a aprender a ler e escrever, como; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKCmz0rcvI/AAAAAAAAAD8/R4F3IWH7pag/s1600-h/sobre+as+letra.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKCmz0rcvI/AAAAAAAAAD8/R4F3IWH7pag/s320/sobre+as+letra.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;• &lt;span style="color: red;"&gt;Letras e números percebidos e escritos de forma invertida ou de cabeça para baixo. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;• Dificuldades em aprender alguns fonemas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;• Memorizar novas palavras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;• Problemas com a coordenação motora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;• Dificuldades com leitura&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: red; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #38761d;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;Se seu filho apresenta algum destes sinais procure um profissional da escola ou um especialista em psicopedagogia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #38761d; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3105683282599278045?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3105683282599278045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/09/dificuldade-de-leitura-quando-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3105683282599278045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3105683282599278045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/09/dificuldade-de-leitura-quando-uma.html' title='Dificuldade de Leitura'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKCGHPUYzI/AAAAAAAAAD0/k90Akmj6a5Y/s72-c/ler.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-2792638584866406957</id><published>2009-09-15T10:41:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:45:51.582-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MEMÓRIA -'/><title type='text'>MEMÓRIA</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/Sq_QnH9KcvI/AAAAAAAAADc/UAYNYm674Ws/s1600-h/memÃ³ria" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/Sq_QnH9KcvI/AAAAAAAAADc/UAYNYm674Ws/s320/mem%C3%B3ria" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: x-large;"&gt;ME&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: x-large;"&gt;MÓ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="background-color: #f3f3f3; font-size: x-large;"&gt;RIA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;Cada individuo tem uma percepção única da realidade, um mapa mental que é formado por todo o aprendizado, experiências, crenças e sensações recebidas pelos sentidos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A memória é muito importante para a aquisição da aprendizagem, é um processo de retenção de informações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A memória e a aprendizagem são as bases para todos os conhecimentos, habilidades e planejamentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;O aprendizado é registrado e processado pelo cérebro construindo arquivos se dividindo em memória do trabalho, memória imediata e memória de longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A memória pode sofrer alterações no funcionamento devido a variados fatores como, distúrbios cerebrais, neurais, danos no hipocampo, estresse, falta de sono, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;A pessoa refém melhor a informação quando esta está associada a uma emoção, alem disso é preciso que o conteúdo seja significativo para que seja armazenado na memória de longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;É importante um professor saber como a memória retém informações para transmitir os conteúdos de uma forma mais atraente e interessante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #741b47; font-family: Times, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-2792638584866406957?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/2792638584866406957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/09/cada-individuo-tem-uma-percepcao-unica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/2792638584866406957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/2792638584866406957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/09/cada-individuo-tem-uma-percepcao-unica.html' title='MEMÓRIA'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/Sq_QnH9KcvI/AAAAAAAAADc/UAYNYm674Ws/s72-c/mem%C3%B3ria' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-6903234108934797223</id><published>2009-07-19T07:48:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:39:47.986-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA  - PEI: Uma nova proposta de intervenção na Dislexia e Síndrome de Irlen'/><title type='text'>Dislexia de leitura</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SmMy9NA0fgI/AAAAAAAAADE/z_2KkgoCtH0/s1600-h/DISLEXIA.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360184008547532290" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SmMy9NA0fgI/AAAAAAAAADE/z_2KkgoCtH0/s320/DISLEXIA.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 95px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 125px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;strong&gt;PEI: Uma nova proposta de intervenção na Dislexia e Síndrome de Irlen&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ler é mais difícil que falar. Enquanto a fala é aprendida naturalmente pelo homem, a leitura é ensinada por meio de um código de criação humana altamente complexo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O bom leitor é aquele que desenvolve as habilidades de decodificação desses códigos de maneira eficiente. Daí a necessidade de conceituarmos a dislexia como uma dificuldade que está relacionada com a percepção do texto escrito. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A percepção visual do texto relaciona-se com os movimentos sacádicos e com as fixações do olho. Para Shaywitz, a leitura está relacionada com a percepção visual que é a capacidade de retirar informações e conhecimento do mundo visível. (Shaywitz, 2006). Por outro lado, numa abordagem psicolingüística, a dislexia é uma dificuldade na aprendizagem da leitura relacionada ao reconhecimento da correspondência entre os símbolos gráficos (grafema), o fonema e a transformação dos símbolos gráficos em linguagem verbal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A descoberta da Síndrome de Irlen, cujo foco está no processamento visual e na sensibilidade à luz, disponibilizou aos profissionais uma ferramenta que ameniza as dificuldades. Estas ferramentas são os chamados “overlays” ou lâminas de contraste e os filtros espectrais que proporcionam conforto na leitura e mais concentração a esses pacientes. O ganho com esse novo método nos faz entusiastas desse recurso, mas, de alguma forma, nos leva a outra inquietação: o que mais podemos fazer para melhorar as dificuldades de aprendizagem relacionadas à leitura e escrita dessas pessoas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Não sabe se organizar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;é desatento&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;começa e não termina uma tarefa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;é impulsivo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;tem boas idéias, mas não consegue colocá-las no papel&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;estuda, mas não consegue tirar boas notas na escola&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;não compreende o que lê&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;a auto estima comprometida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Essa é uma realidade que encontramos quando se trata de pessoas com dificuldades de aprendizagem. Na experiência do consultório atendo pacientes com dificuldades de aprendizagem e outros que usam os filtros espectrais e apresentam dislexia. Os filtros liberam essa pessoa do esforço e do desconforto tornando-as mais atentas e menos estressadas no que se refere ao visual. Já o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;PEI (Programa de Enriquecimento Instrumental)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, criado pelo Prof Dr. Reuven Feuerstein, desenvolve e aprimora as operações mentais que estão deficientes e que impedem um bom desempenho acadêmico ou profissional. São elas: o trabalho com mais de uma fonte de informação, análise e síntese, percepção visual, orientação espaço-temporal, dentre muitas outras (Gomes, 2002). E a mais importante delas: &lt;strong&gt;o sentimento de competência&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“O uso dos filtros e o PEI modificaram minha vida, agora não tenho medo de enfrentar desafios... em pouco tempo, já consegui ler dois livros com um nível de compreensão que não tinha antes!”, é o que afirma a paciente Erica Werber de 24 anos. Já Rafael Horta, 16 anos, que utiliza os filtros espectrais há quase um ano e está passando pelo PEI, a sensação é de mais segurança na escola, além da leitura ter se tornado um prazer e as notas terem melhorado. A diferença já é perceptível pela família e pela escola. As pessoas que passam ou passaram pelo programa (tendo dislexia ou não) tornaram-se conscientes de suas dificuldades e de seus processos e passaram a criar novas estratégias para melhorar seu conhecimento e elevar seu sentimento de competência muitas vezes comprometido pelo fracasso escolar/profissional ou por uma dificuldade no processamento visual. Nas palavras do Prof. Feuerstein: “Educar é uma aposta no outro”. Por isso, o PEI precisa ser conhecido nas escolas e clínicas para que a educação ganhe um novo olhar sobre o processo de aprendizagem e a hora de começar é agora! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;Autora do artigo: Suely Mesquita Psicopedagoga Clínica e Institucional do Hospital de Olhos ( BH)Mediadora do PEI pelo ICELP – Israel e Professora Universitária.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-6903234108934797223?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/6903234108934797223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/07/dslexia-de-leitura.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6903234108934797223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6903234108934797223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/07/dslexia-de-leitura.html' title='Dislexia de leitura'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SmMy9NA0fgI/AAAAAAAAADE/z_2KkgoCtH0/s72-c/DISLEXIA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1003348152960965205</id><published>2009-06-02T06:52:00.000-07:00</published><updated>2011-01-04T09:19:04.136-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISTÚRBIO DO Processamento Auditivo Cental'/><title type='text'>PAC</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNWdNoN6RI/AAAAAAAAAMk/TI9wDb_S2BM/s1600/depac.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNWdNoN6RI/AAAAAAAAAMk/TI9wDb_S2BM/s1600/depac.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #6600cc;"&gt;Como ouvimos os sons? O pavilhão auricular é responsável por captar os sons provenientes do ambiente, que são conduzidos pelo canal auditivo até chegar a membrana timpânica. O tímpano recebe então esta vibração vinda das ondas sonoras e, a transmite aos ossículos, movendo o martelo que faz vibrar a bigorna e por sua vez vibra o estribo. O estribo está anatomicamente ligado à cóclea pela janela oval (pequeno orifício), que lhe transmite o sinal elétrico. A cóclea está conectada ao nervo vestíbulo-coclear, VIII par craniano, que envia a este o impulso nervoso. O impulso nervoso é conduzido ao centro de audição do córtex cerebral, que é responsável por interpretar estes sinais nervosos.O que é Processamento Auditivo Central (PAC)?“Processamento auditivo se refere aos processos envolvidos na detecção, na análise e na interpretação de eventos sonoros. Estes processos acontecem no sistema auditivo periférico e no sistema auditivo central. É desenvolvido nos primeiros anos de vida, portanto é a partir da experienciação do mundo sonoro que aprendemos a ouvir.” É o processo de decodificação das ondas sonoras desde a orelha externa até o córtex cerebral, ou seja, a capacidade de analisar, associar e interpretar as informações sonoras que nos chegam pelo sentido da audição.Quais são as habilidades auditivas centrais testadas?Como ainda não conseguimos identificar com detalhes como o sistema auditivo realiza o processamento auditivo, identificamos algumas habilidades que devem ser testadas: Atenção seletiva: é a capacidade de selecionar estímulos, é avaliado através de estímulos verbais de escrita dicótica. Detecção do som: é a capacidade de perceber, identificar a presença de um som , é avaliado através de audiometria , discriminação vocal , timpanometria e pesquisa de reflexo. Sensação sonora: é quando um estímulo é recebido pelo sentido da audição , é quando o indivíduo tem a sensação se o som é alto ou baixo , forte ou fraco ,longo ou curto. Discriminação: é o processo de detectar diferenças entre os estímulos sonoros. Localização: é saber local da origem do som, é avaliado através da localização sonora em cinco direções. Reconhecimento: requer aprendizado, é avaliado através de logoaudiometria pediátrica, para o reconhecimento de frases na presença de mensagem. Compreensão: dar significado ao som escutado. Memória: arquivar informações e recuperá-las quando houver necessidade , é avaliado através de memória seqüencial para sons verbais (pa ,ta, ca) e não verbais (guizo, coco, sino, agogô).O que é um distúrbio do processamento Auditivo Central (DPAC)?“É uma falha no desenvolvimento das habilidades perceptivas auditivas”; mesmo com audição normal, é totalmente diferente de perda auditiva. Em geral encontra-se associado a dificuldades de aprendizagem. Crianças portadoras de distúrbio de aprendizagem tem dificuldades em vários aspectos do processamento auditivo lingüístico e apresentam falhas cognitivas .É possível que comprometimentos lingüísticos ou cognitivos possam ser resultantes de problemas perceptuais. Sintomas do Distúrbio do processamento Central Auditivo (DPAC): - Apresenta dificuldade em manter atenção aos sons;- Dificuldade em escutar em ambientes ruidosos;- Dificuldade na aprendizagem da leitura e escrita;- Dificuldade em compreender o que lê;- Necessidade de ser chamado várias vezes ("parece" não escutar);- Não entende o que foi dito;- Solicita com freqüência a repetição das informações: Ah? O quê? Pode repetir?- Dificuldade em entender expressões com duplo sentido ou piadas ou idéias abstratas;- Dificuldade ao dar um recado ou contar uma história;- Problemas de memória para nomes, datas, números e etc;- Dificuldade em acompanhar uma conversa, aula ou palestra com outras pessoas falando ao mesmo tempo;- Problemas de fala (troca /L/R/S/E/CH/), principalmente os sons /R/ e /L/;- Alterações de pronúncia;- Dificuldade em localizar a origem dos sons.- Dificuldades com o significado das palavras;- Inversões de letras;-Dificuldade em associar letras do alfabeto com seus respectivos sons;- Rendimento escolar Inferior em leitura, gramática, ortografia, matemática;- Dificuldade em aprender uma língua estrangeira.O que pode causar o DPAC?- Genética, um grande número de casos é hereditário, pais e filhos apresentam características semelhantes;- Otites freqüentes durante os 3 (três) primeiros anos de vida (Processos alérgicos respiratórios, tais como sinusites, rinites e até mesmo refluxo gastro-faríngeo estão comumente associados);- Permanência em UTI-Neonatal por mais de 48 horas;- Experiências auditivas insuficientes durante a 1ª infância.Os sintomas comportamentais de crianças encaminhadas para a avaliação do PAC:Crianças com alteração de comportamento, de atenção e dificuldades auditivas não orgânicas.Crianças com suspeita de distúrbio de aprendizagem, cuja queixa é apresentada pelos pais ou professores.Crianças encaminhadas por apresentarem distúrbio de comportamento social.Laura Niquini de Faria Fonoaudióloga do Hospital de Olhos -CRFa. 6143/MGReferências Bibliográficas:1 CIASCA, S. M. (org.) Distúrbios de aprendizagem: proposta de avaliação interdisciplinar. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003, 220p.2 MÖOJEN, S. M. P. Caracterizando os Transtornos de Aprendizagem. In: BASSOLS, A. M. S. e col. Saúde mental na escola: uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Editora Mediação, 2003.3 AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.4 http://www.nimh.nih.gov/publicat/learndis.htm &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1003348152960965205?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1003348152960965205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/06/pac.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1003348152960965205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1003348152960965205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/06/pac.html' title='PAC'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNWdNoN6RI/AAAAAAAAAMk/TI9wDb_S2BM/s72-c/depac.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-2380960486370441062</id><published>2009-06-02T06:37:00.000-07:00</published><updated>2011-01-21T09:19:51.846-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atendimentos- Marque sua consulta'/><title type='text'>Atendimentos</title><content type='html'>Atendimentos para crianças, adolescentes e adultos para:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Foco de Atenção&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Falta de atenção&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Distúrbio de memória&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Esquecimento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bloqueios de aprendizagem&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Timidez&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Baixa auto-estima&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Preguiça&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Avaliação para Sindrome de Irlem (dislexia de leitura)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Limitações como: Falar em Público, apresentar trabalhos, reuniões &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Focalizar/estabelecer metas pessoais, escolares ou profissionais&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;etc.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;
Tel : 2309 8243/ 8117 5807 / 8214 9058&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ou encaminhe um e-mail para- &amp;nbsp;&lt;a href="mailto:neuroeducacaomagnamelo@yahoo.com.br"&gt;neuroeducacaomagnamelo@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-2380960486370441062?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/2380960486370441062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/06/marque-sua-consulta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/2380960486370441062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/2380960486370441062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/06/marque-sua-consulta.html' title='Atendimentos'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3515978059205618398</id><published>2009-06-02T06:20:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:04:50.384-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Transtorno'/><title type='text'>Transtorno de Atenção</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #a64d79; font-size: x-large;"&gt;TRANSTORNO DE ATENÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKGAXf_rbI/AAAAAAAAAEE/gwN9nSnhMqE/s1600-h/impulsivo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKGAXf_rbI/AAAAAAAAAEE/gwN9nSnhMqE/s320/impulsivo.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;o TDAH, (sigla que representa transtorno de deficit de atenção e hiperatividade) é caracterizado por uma série de problemas relacionados com falta de atenção, hiperatividade e impulsividade, e causam muitos problemas quando não tratado, podendo transformar a vida da criança e de quem tem que lidar com ela, insuportável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A vida da criança portadora do distúrbio torna-se muito prejudicada em vários aspectos; como fracasso escolar e comprometimento nas relações sociais e afetivas. O TDAH é muito controverso no sentido de se entender suas características, pois elas variam bastante de uma criança para outra, podendo muitas vezes um aspecto ser mais marcante em uma criança e em outra evidenciar um outro aspecto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Normalmente este comportamento é acompanhado de excesso de atividade e de muita agitação, sendo o aluno considerado indisciplinado, bagunceiro e não bem-vindo pelo grupo. Geralmente a criança hiperativa é tida como um aluno problema, o que acaba agravando muito sua auto-estima. Ele tem muita dificuldade de manter a sua atenção, mesmo que por curtos períodos. Costuma ser muito impulsiva, age sempre sem pensar, envolve-se freqüentemente em acidentes, encostando e derrubando objetos por onde passa, prejudicando o rendimento em classe, normalmente deixa suas tarefas inacabadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O hiperativo não consegue parar quieto, faz muitas perguntas e nunca espera as respostas. Pode muitas vezes ser agressivo e é freqüentemente considerado desastrado. Esse tipo de comportamento é de difícil identificação, visto que nem toda criança muito agitada tem o Transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade ou vice-versa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Muitas vezes a criança pode ter mais os outros sintomas do que a hiperatividade. Segundo Barkley (2002), uma criança com TDAH tem muita dificuldade em controlar seu comportamento e este é o problema central para a maioria das crianças que tem o transtorno, já que o comportamento muito desinibido pode causar grande prejuízo, pois traz como conseqüência o comportamento agitado, impulsivo e desatento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3515978059205618398?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3515978059205618398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/06/transtorno-de-atencao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3515978059205618398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3515978059205618398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/06/transtorno-de-atencao.html' title='Transtorno de Atenção'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKGAXf_rbI/AAAAAAAAAEE/gwN9nSnhMqE/s72-c/impulsivo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1013268097010735124</id><published>2009-04-14T06:43:00.000-07:00</published><updated>2009-06-02T06:58:42.267-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Simpósio de Neuroeducação'/><title type='text'>Simpósio de Neuroeducação</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;Curso Pré-Simpósio:01 de maio&lt;/span&gt;

&lt;div align="justify"&gt;O Curso Pré-Simpósio desenvolverá nos participantes a capacidade de identificar sintomas do Distúrbio do Processamento Auditivo Central (DPAC), além de prepará-los para compreender melhor as necessidades de seus portadores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Processamento Auditivo se traduz como o processo de decodificação das ondas sonoras, que acontece a partir da orelha externa e vai até o córtex cerebral, envolvendo a capacidade de analisar, associar e interpretar informações sonoras captadas pelo sentido da audição. O DPAC é decorrente de desordem no desenvolvimento destas habilidades auditivas produzindo desorganização no processamento cerebral das informações recebidas pelo sistema auditivo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O DPAC afeta pessoas de todas as idades e é caracterizado por falhas nas construções neurológicas das habilidades perceptivas auditivas, provocando dificuldades na aprendizagem escolar. Portadores do DPAC apresentam dificuldades em manter a atenção nos sons, em aprender a ler e escrever, entender o que lêem, parecem sempre “desligados” e precisam ser chamados à atenção várias vezes. Além disso, pedem com freqüência para as pessoas repetirem as informações (O quê? Ahhhnnn?), têm dificuldade para entender piadas, idéias abstratas ou com duplo sentido, para relatar conversas que ouviram, gravar nomes, datas, entender o que uma pessoa fala em contextos onde há outras falando ou sons periféricos ocorrendo simultaneamente. O Distúrbio pode ter várias causas. Entre elas: a herança genética, processos alérgicos respiratórios, otites freqüentes durante os primeiros anos de vida e experiências auditivas insuficientes durante a primeira infância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste curso, neuroeducadores, educadores e pessoas interessadas no assunto aprenderão tudo sobre o processo de decodificação das ondas sonoras que chegam ao cérebro pelo sentido da audição, sobre o Distúrbio do Processamento Auditivo Central e conhecerão a visão inovadora da Neuroeducação sobre a estrutura mecânica quântica utilizada pelo sistema mental para representar as informações auditivas. Vale à pena conferir! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Programa: 09:00 às 12:00h&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prof. Dr. Fernando Capovilla detalhando o PAC e o DPAC. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;15:00 às 18:00h&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Prof. Esp. Susan Leibig mostrará as possibilidades que as ferramentas de intervenção da Neuroeducação apresentam para ajudar no tratamento do DPAC. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Facilitadores:&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Prof. Dr. Fernando C. Capovilla&lt;/strong&gt; - psicólogo, Mestre em Psicologia Experimental da Aprendizagem e do Desenvolvimento (Universidade de Brasília, 1984), PhD em Psicologia Experimental Humana (Temple University, Philadelphia, 1989), Livre-Docente em Neuropsicologia Clínica (Universidade de São Paulo, 2000). Professor orientador do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IP-USP). Coordenador do Laboratório de Neuropsicolinguística Cognitiva Experimental, e da Unidade de Reabilitação de Distúrbios de Cognição e Linguagem. Coordenador de Projeto do Observatório Nacional de Educação do Inep-Capes. Orientou 32 teses e dissertações e publicou 50 livros e centenas de artigos nas áreas de avaliação de desenvolvimento da linguagem oral, escrita e de sinais e de intervenção para prevenção e tratamento de distúrbios de linguagem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Prof. Esp. Susan Leibig&lt;/strong&gt; – neuroeducadora e criadora da metodologia ensinada na Pós-graduação Lato Sensu em Neuroeducação é diretora do Instituto de Pesquisas em Neuroeducação, pós-graduada em Distúrbios de Aprendizagem, master trainer em Programação Neurolinguística, coach e membro do IASH – Institute for the Advanced Study of Health (Ca. USA).
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;Simpósio:02 e 03 de maio&lt;/span&gt;

Para mostrar a Neuroeducação e demonstrar as nuances da sua prática clínica, a agenda do Simpósio foi organizada com palestras, workshop e muitas apresentações de estudos de casos, desenvolvidos por neuroeducadores, pós-graduados em Neuroeducação, que apresentarão cases trabalhados por eles, descrevendo as intervenções realizadas durante os atendimentos e mostrando os resultados que muitas pessoas têm obtido com a eficácia funcional desta neurotecnologia. Como afirma a Dra. Susan Leibig, 'uma das grandes contribuições da Neuroeducação para o universo da Educação é o auxílio que ela pode oferecer, em curto prazo, na superação das dificuldades de aprendizagem dos seres humanos nas mais diversas áreas, habilidades e competências'. Nos próximos dias incluiremos as apresentações que abrilhantarão estes dois dias de muitas novidades e novos conhecimentos.

Eu, &lt;strong&gt;Magna de Oliveria Melo&lt;/strong&gt; estarei apresentando um estudo de caso sobre a importância da neuroeducação na prática interventiva de problemas com a atenção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1013268097010735124?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.simposiodeneuroeducacao.com.br' title='Simpósio de Neuroeducação'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1013268097010735124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/04/simposio-de-neuroeducacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1013268097010735124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1013268097010735124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/04/simposio-de-neuroeducacao.html' title='Simpósio de Neuroeducação'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3924798120342166923</id><published>2009-03-16T11:18:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:11:07.501-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Transtorno de Atenção'/><title type='text'>Transtorno de Atenção</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Dificuldade de Aprendizagem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKHrIK8WBI/AAAAAAAAAEM/ugoyQ06o1SQ/s1600-h/cÃ§a+tda.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKHrIK8WBI/AAAAAAAAAEM/ugoyQ06o1SQ/s320/c%C3%A7a+tda.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A criança com Transtorno de atenção sabe que todos a acham preguiçosa, desastrada ou que incomoda demais, mas tenta controlar sua atitude porque a criança com o transtorno tem necessidade de se sentir “enturmada” e motivada. Desde cedo percebe a necessidade de aprovação e de aceitação, desejo de agradar e uma grande ansiedade por causa disto, afirma Condemarín at. al (2006), só que frequentemente faz as atividades mal feitas para acabar logo e se quer fazer bem feito geralmente não consegue. Aumentando os riscos de fracassar novamente ao não atingir o que se espera dela. Costuma sentir que ninguém a entende porque não é igual às outras crianças e gostaria de ser. “As crianças tiram o sarro de mim, fazem gozações. Eles me chamam de minhoca e de supertartaruga lerdinha. Todos acham engraçado, menos eu” (BENCZIK e ROHDE,1999, p.19).&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ao longo da vida a história pessoal vai se estabelecendo, e é construída pelo significado que daremos de acordo com as nossas percepções dos acontecimentos que serão registrados em nossa mente. Quando a criança sentir-se culpada ou confusa por seus pais brigarem por causa dela e ter medo disso, principalmente ao ver a professora mandar bilhetes para a mãe sobre seu comportamento, suas notas, sua distração ou falar que sempre se mete em confusão, ela está construindo uma história que poderá aftar improdutivamente sua vida academica e social. "Fico triste. Às vezes tento disfarçar, finjo que não ligo, mas não é verdade. Queria que todos me dissessem: - Olha, o Pedro foi o melhor, como eu gostaria que a minha tarefa fosse realmente a melhor”. (BENCZIK e ROHDE,1999, p.23) Um fator fundamental para o aprendizado é a atenção e quando essas crianças não conseguem se concentrar, não aprendem o que é ensinado. A criança até pode saber é para fazer, mas não consegue, já que constantemente age sem pensar, não consegue controlar o comportamento, faz uma coisa e pensa em outra. “Não há como negar a importância da atenção no processo de aprendizagem, por exemplo, aprender a “prestar atenção” a detalhes de forma e de posição é fundamental para a aprendizagem da alfabetização” (Benczik, 2002). É necessário dar possibilidade de a pessoa passar por experiências externas que vão possibilitar que o seu sistema mental construa circuitos neurais necessários para esta operação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O nosso trabalho terapêutico e individualizado&amp;nbsp; tem como objetivo principal dar possibilidades para que o cliente possa se reorganizar em suas estruturas neurológicas, possibilitando que construções sinapticas sejam construídas ou organizadas a fim de fornecer meios eficazes para sua total funcionalidade cerebral. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210463630"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210203969"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209960664"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Através de um diagnóstico prévio, será levantado os matriciais limitadores a serem trabalhados e serão realizadas encontros periódicos as intervenções necessárias ao ajuste do foco de atenção&lt;/span&gt;.&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3924798120342166923?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3924798120342166923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/03/transtorno-de-atencao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3924798120342166923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3924798120342166923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/03/transtorno-de-atencao.html' title='Transtorno de Atenção'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKHrIK8WBI/AAAAAAAAAEM/ugoyQ06o1SQ/s72-c/c%C3%A7a+tda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-3549897372681159921</id><published>2009-03-16T11:02:00.000-07:00</published><updated>2011-02-11T06:16:44.233-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA DE LEITURA- Síndrome de Irlen'/><title type='text'>dislexia de leitura</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #7f6000; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;O que é dislexia de leitura?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKLP3K2eII/AAAAAAAAAEc/JV2AfZ1rcOU/s1600-h/perdido+nas+letras.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKLP3K2eII/AAAAAAAAAEc/JV2AfZ1rcOU/s400/perdido+nas+letras.jpg" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;Dificuldade relacionada à manutenção da atenção, compreensão e memorização e à atividade ocular durante a leitura levando a um deficit de aprendizado. A Dislexia de Leitura afeta pessoas de todas as idades, com inteligência normal ou superior à média e está relacionada a uma desorganização no processamento cerebral das informações recebidas pelo sistema visual. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;Devido ao esforço despendido no processamento das informações visuais, a leitura torna-se mais lenta e segmentada, o que compromete a velocidade de cognição e a memorização, produzindo cansaço, inversões, trocas de palavras e perda de linhas no texto, desfocamento, sonolência, distúrbios visuais, dores de cabeça, irritabilidade, enjôo, distração e fotofobia, após um intervalo relativamente curto na leitura. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;Embora a causa da dislexia de leitura esteja relacionada às alterações neurobiológicas no processamento cerebral, problemas oculares contribuem significativamente para os sintomas da dislexia, pois estima-se que 85% de todo o aprendizado dependa das informações recebidas através do sistema visual. A avaliação oftalmológica dos pacientes disléxicos deve ser dinâmica considerando a atividade ocular durante a leitura e o esforço contínuo de foco para longe, perto e distâncias intermediárias (quadro negro, livros e cadernos e computador), o fluxo de informações constante e a percepção e cognição cerebral. Este fluxo deve se processar, de maneira contínua através de movimentos sacádicos e fixações que refletem o estilo de leitura de cada pessoa, e que independem até certo ponto da dificuldade do texto. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;O estilo de leitura é caracterizado através do DPLC - diagnóstico padrão de leitura e cognição. Através do DPLC, a eficiência da leitura, aprendizado e memorização são obtidos antes e após o uso do filtros seletivos. No Hospital de Olhos, o DPLC é obtido através do rastreamento da atividade ocular dinâmica, associada a testes da visão funcional, contraste, estereopsia e fotosensibilidade e são sempre precedidos por laudos neuro e psicopedagógicos, já que a abordagem da dislexia de leitura é sempre multidisciplinar. Os sintomas são: - Sensibilidade à luz (luz do sol, luzes fortes, luzes fluorescentes, faróis, iluminação das ruas)- Estresse e Esforço (atividades visuais, audição, TV, cores)- Matemática (erros de alinhamento, velocidade, exatidão/precisão)- Distração (leitura, audição, trabalho, provas)- Dores de cabeça - Desempenho comprometido nos esportes com bola- Acompanhamento de objetos em movimento- Sonolência em viagens de carro ou ônibus- Direção Noturna- Cansaço/Fatiga geral- Uso de computador- Audição “retardada”- Baixa concentração no estudo e provas - Leitura de Música- Percepção de profundidade- ADD/HD- Dores de estômago- Explosões de comportamento- Náusea/Tontura- Seguir com os olhos- Ansiedade - Nervosismo. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/iHU-UyZyFG0/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iHU-UyZyFG0&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/iHU-UyZyFG0&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-3549897372681159921?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.dislexiadeleitura.com.br' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/3549897372681159921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/03/dislexia-de-leitura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3549897372681159921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/3549897372681159921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2009/03/dislexia-de-leitura.html' title='dislexia de leitura'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKLP3K2eII/AAAAAAAAAEc/JV2AfZ1rcOU/s72-c/perdido+nas+letras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-5907347124416922452</id><published>2008-11-21T05:39:00.000-08:00</published><updated>2010-08-13T06:18:44.925-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A. Sessões em Neuroeducação on line'/><title type='text'>Atendimentos on line</title><content type='html'>&lt;span style="color: #cc33cc; font-family: verdana; font-size: 130%;"&gt;As sessões em neuroeducação são realizadas individualmente,&amp;nbsp;com crianças, adolescentes ou adultos. Costumam ter duração de aproximadamente cinquenta minutos, dependendo de cada pessoa. O cliente segue passos direcionados pelo orientador através de projeções holográficas. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-5907347124416922452?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/5907347124416922452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/11/atendimentos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/5907347124416922452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/5907347124416922452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/11/atendimentos.html' title='Atendimentos on line'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-6089720529603019103</id><published>2008-10-21T16:53:00.000-07:00</published><updated>2010-08-13T06:14:29.807-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='neuroeducação'/><title type='text'>NeuroEducar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKRshg3SXI/AAAAAAAAAE8/uGclc_nrAqs/s1600-h/cerebro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKRshg3SXI/AAAAAAAAAE8/uGclc_nrAqs/s400/cerebro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941130"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210203959"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209960654"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;O cérebro comanda todos os órgãos do corpo com mensagens químicas, através das sinapses; os circuitos elétricos. A neuroeducação trabalha com as informações do sistema mental baseado no conceito do mapa holográfico cerebral, que é construído pelo cérebro na medida em que vai este codificando a realidade. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;strong&gt;A neuroeducação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941131"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;foi criada por Susan Leigib. É um composto de técnicas com estrutura da mecânica quântica&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt; que permitem neuroprogramar as matrizes de inteligência, intervindo em áreas especificas do sistema mental e criar possibilidades, permitindo potencializar suas matrizes lógicas. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941120"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Podemos dizer que a neuroeducação é um processo que visa potencializar o uso do cérebro por meio de um processo educacional; Neuro - Educar. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;Se os padrões mentais internos estiverem desajustados, ou seja, com um funcionamento neuronal insatisfatório, podem provocar problemas&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt; de variadas ordens, incluindo a dificuldade para a aprendizagem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;A neuroeducação vem trabalhando no conceito de tela mental e imaginação, sendo que através de ferramentas capazes de intervir sobre as dificuldades de aprendizagem em um processo rápido, fácil e sem esforço para o cliente, é possível “neuroprogramar” as dificuldades para tornar a aprendizagem mais fácil e agradável. Tais ferramentas possibilitam ao individuo atingir o seu potencial máximo de funcionalidade, transformando limitações em capacidades como possibilita a melhora da qualidade de vida do indivíduo. Todo estímulo, seja interno como um pensamento ou externo, como as palavras, gestos ou algum acontecimento no meio ambiente desencadeia no cérebro uma representação interna da realidade. Com isto esta mistura do que acontece no meio ambiente com o que acontecem em nossa mente formam nossa percepção. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Ao longo da vida a história pessoal vai se estabelecendo, e é construída pelo significado que daremos de acordo com as nossas percepções dos acontecimentos que serão registrados em nossa mente. A tendência do ser humano é relacionar um momento vivido anteriormente ao momento da realidade a qual está vivendo, pois o cérebro sempre busca referências de comparação e muitas vezes estas comparações levam às percepções desconectadas com a realidade e também às sensações desconhecidas que produzem consequentemente reações muitas vezes desnecessárias e inúteis. É preciso ter o conhecimento deste processo para poder mudar o padrão mental e desencadear uma mudança na percepção. Com a mudança surge a sensação de ter mais domínio das ações. Todos têm os meios para fazer isso. Não é possível mudar o passado, mas podemos alterar definitivamente a representação interna sobre ele, ou seja, alterar a forma como tais registros são representados em nossa mente e reestruturar fisicamente o cérebro. Goleman (1995) diz que o conhecimento que temos de nós mesmos, de nossos sentimentos ou intuição é fundamental para que possamos ter confiança, conhecendo nossos pontos fortes e fracos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Quando determinadas sensações tornam-se persistentes e freqüentes podem impedir uma pessoa de levar uma vida normal, que gera alguma improdutividade nas suas habilidades, capacidades e ações. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210203961"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209960656"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941121"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210463622"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;É preciso, portanto buscar o referencial comparativo da pessoa que apresenta um problema, ou seja, quando uma pessoa se compara a outra pessoa cujo considere ser melhor que ela, faz com que a pessoa se valorize para menos, já que não atinge o seu referencial de comparação. O exemplo é quando um irmão que é melhor que o outro; sua referencia estará sempre no irmão, o qual é considerado sempre melhor e isto faz com que não se compare a si mesmo quanto às melhoras que podem acontecer ou já aconteceram, mas sempre com um referencial inatingível. Isto quer dizer que ela busca comparação no meio ambiente, quando esta comparação deveria ser sempre quanto a si mesma, o quanto pode ser melhorada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Com a neuroeducação é possível desgravar tal sensação para poder tirar a sensação de insignificância. Possivelmente trabalhando na pessoa esta sensação e deixar a sensação na pessoa de que ela é igual a outras pessoas, nem menos e nem mais. Quando apaga a inferioridade a sensação agradável costuma aparecer naturalmente. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941123"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210463624"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210203963"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209960658"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Antes, porém é preciso descobrir em que a pessoa se acredita inferior, pode ser qualquer coisa ou qualquer pessoa. Se acreditar em alguém que disse que era algo a menos do que ela é, a pessoa passa a se comportar tal qual lhe foi dito e não percebe que esta atitude não é natural. Deve-se achar a fonte desta história pessoal da pessoa, de onde saiu a sua conclusão de que ela é assim ou tem que ser assim, ou seja, lá o que ela acredita ser. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941124"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210463625"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210203964"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209960659"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Esta crença pode geralmente vir acompanhada de muita culpa, devendo o cliente ser tratado totalmente a sua relação com este sentimento. Pode ser preciso desconstruir as sinapses de tudo que há em relação a esta crença e posteriormente fazer novas construções sinápticas. Temos que dar a &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;sensação de igualdade e com cuidados para não transformar o sentimento em superioridade, isto que dizer que os dois pólos devem receber novos significados. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210463629"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc210203968"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209960663"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/" name="_Toc209941129"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;A neuroeducação possibilita que o ser humano possa expressar-se livremente levando-o a sua genialidade. O trabalho terapêutico individualizado com a neuroeducação tem como objetivo principal dar possibilidades para que o cliente possa se reorganizar em suas estruturas neurológicas, possibilitando que construções sinapticas sejam construídas ou organizadas a fim de fornecer ao cliente, meios eficazes para sua total funcionalidade cerebral. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Magna O. Melo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #009900; font-size: large;"&gt;Neuroeducadora e Psicopedagoga&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-6089720529603019103?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/6089720529603019103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/neuroeducar-o-crebro-comanda-todos-os.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6089720529603019103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/6089720529603019103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/neuroeducar-o-crebro-comanda-todos-os.html' title='NeuroEducar'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKRshg3SXI/AAAAAAAAAE8/uGclc_nrAqs/s72-c/cerebro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-1350088249014795228</id><published>2008-10-21T16:39:00.000-07:00</published><updated>2011-01-04T09:28:54.271-08:00</updated><title type='text'>QUEM EDUCA QUEM?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNYvEcJh-I/AAAAAAAAAMo/7qQitGIwIXU/s1600/professor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNYvEcJh-I/AAAAAAAAAMo/7qQitGIwIXU/s1600/professor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O livro “quem educa quem?” faz os educadores pararem para refletir sobre sua prática. A autora faz neste livro muitas criticas com relação a alguns aspectos da educação, como, a necessidade do diploma universitário, as aprendizagens fora da sala de aula, os erros no ensino de educação artística, e também com a postura dos professores. Fanny cita vários artigos e palestras, muitas vezes questionando as perguntas e experiências, melhor dizer a falta de experiência de professores, a descrença entre eles mesmos, o conteúdo extremamente desvinculado da vida humana e de outros conteúdos e a preocupação exagerada por parte das escolas e dos pais apenas com o vestibular, preocupação esta, já desde a educação infantil. Ajudar o aluno a ter novas experiências, sentindo prazer é muito importante, ela diz, só o aprendizado cognitivo não torna o ser humano feliz, há uma preocupação da autora com o primeiro da classe, que segundo ela, não vive a vida, o aluno deveria competir com ele mesmo, superar suas próprias deficiências e falhas, o primeiro da classe tende a aceitar tudo, não questiona, não tem chance de crescer como pessoa. Fanny pesquisou alunos a respeito das aulas de arte e diz que os alunos gostam mais das aulas de artes, pela liberdade de pensar e desenvolver as próprias idéias livremente fazendo porque gosta, enquanto nas aulas de classe só faz o que a professora manda evidentemente que não são todas as aulas de arte que as crianças gostam, mas foram colhidas respostas das próprias crianças o porque gostam de uma e de outra não. Quando a autora fala sobre como saem despreparados dos cursos superiores e além de tudo ganham tão mal que precisam ministrar muitas aulas para viver alem de tudo diz ela ganham tão mal que precisam ministrar muitas aulas para viver, sabemos muito bem do que ela está falando, pois é fácil comprovar isso, continuamos saindo despreparados. Mesmo o livro tendo sido escrito há tanto tempo, ainda nada mudou. Essa falta de preparação impede o professor de trabalhar o lado criativo do aluno, já este também não o tem, ficando evidente a preocupação apenas com o cognitivo. A escola também não fornece nenhum incentivo, atolando o professor com planejamentos elaborados antecipadamente, limitado e sem possibilidades de conquistas junto aos alunos, é impossível fazer um bom trabalho dessa maneira, não há ligação com o aluno. O educador deve saber o seu papel na história e valorizar isso, ter postura de educador onde quer que seja, ser um transformador de si e dos alunos, para que possam atuar na sociedade com criticidade e ter segurança ao ensinar. A escola é muito separada da vida, Fanny relata que em uma de suas palestras havia professores de educação artística que nunca tinham ido ao teatro, ou seja, os professores são despreparados em suas próprias funções e foram preparados por professores também mal preparados, ficando totalmente perdidos, não sabem o que é arte, nem como e o que ensinar, muito menos o que significa desenvolver a criatividade. Há uma incapacidade de despertar o interesse e a curiosidade tão importante para um aprendizado significativo da criança. O professor deveria estimular, o que hoje em dia é só teoria, que a criança traga conceitos de sua própria realidade, tornando o conhecimento em qualquer área muito mais amplo, tanto para o aluno quanto para o professo Em um dos capítulos ela aborda a respeito do visual das escolas, onde entrevista Madalena Freire e o artista plástico Valdir Sarubbi, os três têm a mesma opinião sobre como são decoradas as escolas, dizem que uma olhada e já se nota-se qual é a proposta da escola, e como a professora encara o processo educacional e quais os valores que estão em jogo. É importante que a sala não tenha tantos detalhes e que não atrapalhem o efeito visual na hora de expor um trabalho feito pelos alunos feita em sala de aula. As brincadeiras de rua, as cantigas de roda os brinquedos inventados e muitas vezes desinventados, segundo Fanny são brincadeiras educativas insubstituíveis, e que qualquer lugar bem aproveitado se torna educativo. Defende bem os aspectos sentimentais e as experiências pessoais, assim como deveríamos todos nos educadores fazer, mas teimamos em fingir que não entendemos isso e ainda insistir em conteúdos isolados. Os trabalhos produzidos pelas crianças na escola são muito importantes para elas, pois é a sua expressão, devendo ser levado pra casa e aceito pela família, ela tem necessidade de mostrá-lo, pois coloca neles parte de si e sente necessidade de expor, cabe a família entender este processo e recebê-los. A autora aborda um tema muito comum hoje em dia em projetos escolares que é o concurso dentro da escola, em que premia o melhor trabalho feito por alunos, segundo ela este tipo de premiação destina precocemente a criança a uma área especialista podendo bloquear manifestações posteriores, a criança deveria se expressar com liberdade, o educador deve saber respeitar e entender isso. Este capítulo é muito especial, devemos perceber o que podemos fazer com as crianças quando colocamos em nosso planejamento algo assim. O nome da escola é um atestado ideológico, diz a autora, há falta de imaginação na escolha do nome, muitas vezes infantilizando a escola mesmo quando já não é apenas uma escolinha infantil ou então nomes tão incompreensíveis para as crianças ou nomes que elas sentem vergonha em dizer onde estudam. No capítulo que trata a respeito dos mestres que contribuíram em sua formação, entrevista seus três grandes mestres que é Antônio Candido de Mello e Souza, João Vilanova Artigas e Paulo Freire, também falando de seus mestres. O relato de Paulo Freire é comovente, fala de como aprendeu com a fome, com os amigos, as namoradas, os alunos, a mulher, enfim, e diz que aprender a lidar com a liberdade e a autoridade é essencial à formação de qualquer educador. Os três têm em comum que seus primeiros mestres foram seus pais, a família tão comentada atualmente como ponte entre a escola e o aluno, os mestres têm também consciência de sua história, e valorizam a pesquisa. A necessidade dos diplomas, abordado no livro, nós nos deparamos com situações de pessoas muito bem em suas carreiras sem ter estudado em escola e outras em carreiras completamente diferentes das que se formaram, concluindo que na escola não há uma ligação com a vida afastando muitas vezes os estudantes que fogem dela,como alguns relataram, preferindo estudar sozinhos, ser autodidata. O que tem em comum entre essas pessoas, é que todas elas lêem muito e aprenderam com a experiência da vida. Ou seja, a experiência vivida ensina mais que a escola, e a leitura interessada na escolha que fez é muito mais abrangente, pois ensina conteúdo vinculado ao fazer útil, na hora em que a necessidade impõe, existindo uma ligação entre o aprender por prazer, por querer. A leitura deste livro nos remete a variadas sensações, ora nos faz sentir raiva, ora prazer, muitas vezes descrença na educação, nos professores e nas escolas, mas o maior recado da autora é a conscientização de como anda nossa prática e mudá-la se necessário. ABRAMOVICH, Fanny, quem educa quem?, Summus editorial. 9ºed. São Paulo. 1985. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-1350088249014795228?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/1350088249014795228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/quem-educa-quem-o-livro-quem-educa-quem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1350088249014795228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/1350088249014795228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/quem-educa-quem-o-livro-quem-educa-quem.html' title='QUEM EDUCA QUEM?'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/TSNYvEcJh-I/AAAAAAAAAMo/7qQitGIwIXU/s72-c/professor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-7877395442374725089</id><published>2008-10-21T09:22:00.000-07:00</published><updated>2011-02-17T08:25:07.666-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='EMOÇÃO - Como controlar a emoção'/><title type='text'>como controlar a emoção</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #009900; font-size: 130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKNfs8Ax7I/AAAAAAAAAEk/CBOOSA2Rtok/s1600-h/CARINHAS2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKNfs8Ax7I/AAAAAAAAAEk/CBOOSA2Rtok/s400/CARINHAS2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #006600; font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;EMOÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;A emoção está relacionada com a percepção que temos sobre a realidade e são construídas através de associações de idéias, pensamentos e sentimentos. Os pensamentos se originam no córtex cerebral produzindo substâncias químicas que geram informações sensoriais, identificadas pelo organismo como sentimentos que fica acomodado na rede neural e é ligado a outros conforme as idéias sobre os mesmos vão sendo construídas. A pessoa pode não saber por que tem tais sensações, mas toda vez que se a experimenta, o processo emocional envolvido se intensifica e se não ela consegue criar novos significados para as tais experiências e acaba se viciando nas sensações. As pessoas quando dominam suas emoções podem ser prejudicadas e pagar um preço alto pelo analfabetismo emocional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKOVuq-EnI/AAAAAAAAAEs/RzQMHGSAEGQ/s1600-h/CARINHAS.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKOVuq-EnI/AAAAAAAAAEs/RzQMHGSAEGQ/s320/CARINHAS.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;Muitos problemas podem ser evitados com um uso mais adequado das emoções. Este domínio acontece quando várias opções de emoções estão disponíveis e as escolhemos de maneira consciente. A saúde mental depende de aprendizado emocional, pois muitos estão relacionados com a organização dos sentimentos. Se a pessoa não consegue por si mesma fazer a mudança e isto a a limita sua qualidade de vida, ela deve procurar ajuda. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;Em relação às crianças, quando os adultos respeitam os seus sentimentos e conversam com elas a respeito deles, sejam positivos ou negativos, ocorre um fortalecimento da auto-estima da criança e faz com que se ela se sinta valorizada. A escola também deve se lançar ao desafio de uma educação também na área emocional, a fim de ajudar a desenvolver em cada aluno os princípios dos valores morais e éticos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;Magna O Melo. Livro: “O cérebro que aprende” cap.6- ed. Allprint, São Paulo: 2008. Mais informações Ou comprar o livro: e mail;&amp;nbsp; &lt;a href="mailto:mom@psicoterapeutas.com.br"&gt;mom@psicoterapeutas.com.br&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #006600;"&gt;Se este&amp;nbsp;texto te interessou, leia também o texto&amp;nbsp;"como controlar minhas emoções"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-7877395442374725089?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/7877395442374725089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/emoo-emoo-quando-mal-direcionada-impede.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7877395442374725089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7877395442374725089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/emoo-emoo-quando-mal-direcionada-impede.html' title='como controlar a emoção'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKNfs8Ax7I/AAAAAAAAAEk/CBOOSA2Rtok/s72-c/CARINHAS2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-859121211660614792</id><published>2008-10-21T09:09:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:42:28.862-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DÉFICIT DE ATENÇÃO - Sistema Educacional e o Aluno com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)'/><title type='text'>TDAH</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKPUrOFGRI/AAAAAAAAAE0/H5ni4kigbZM/s1600-h/ESCOLA.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKPUrOFGRI/AAAAAAAAAE0/H5ni4kigbZM/s320/ESCOLA.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc33cc;"&gt;&lt;em&gt;Sistema Educacional e o Aluno com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)&lt;/em&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #6633ff;"&gt;O sistema de ensino atualmente tenta manter um padrão entre os alunos e espera que todos eles correspondam da mesma maneira. Quando um aluno é diferente ou tem um ritmo de aprendizado diferente é considerado aluno problema ou com dificuldades de aprendizado. Segundo Condemarín et. al (2006) é muito importante que no sistema educacional haja adequação às necessidades dos alunos para possibilitar tanto o seu desenvolvimento psicossocial, quanto à realizar novas aprendizagens. O comportamento e o aprendizado do ser humano estão relacionados a processos neurais específicos e o processo de comunicação entre os neurônios influencia diretamente o comportamento e o aprendizado. Aprender novas habilidades significa reestruturar fisicamente o cérebro, mexendo na forma de como o cérebro funciona. Algumas crianças não têm exatamente o que podemos chamar de problemas de aprendizagem, mas seu ritmo de aprendizagem necessita mais da ajuda do professor do que a outra criança, de uma estratégia diferente para aprender ou ainda falta amadurecimento cerebral. o processo de maturação começa na parte posterior do cérebro até chegar à parte frontal e a última área que está madura (mielinizadas) será a região frontal do cérebro. Esta região que é a responsável pela capacidade de concentração, de percepção e de alternar o foco entre diferentes tarefas, como, organizar, planejar manter a atenção e o autocontrole, pela linguagem e pelo pensamento sofisticado. Tais faculdades só adquiridas com a experiência. Este processo indica que cada criança tem seu tempo de maturação e cada cérebro tem sua própria forma de funcionar, o pode justificar certas dificuldades na aprendizagem em algumas fases da vida da criança. Devem ser respeitados os processos de maturação no cérebro para que a construção dos circuitos neurais tenha condição de fazer da melhor maneira possível. Isso requer uma diferenciação na aprendizagem, pois tal processo é muito subjetivo, único em cada individuo, seu tempo de aprendizagem precisa ser levado em consideração sempre. Da infância até a vida adulta, à medida que nosso cérebro amadurece a precisão das conexões entre as regiões também vai evoluindo e a qualidade destas conexões pode determinar a probabilidade, no entanto a influência externa influencia em uma maturação mais eficiente ou não. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #6633ff;"&gt;A criança com problemas de atenção sofre muito na escola, segundo Benczik (2002), e este problema tem aumentado nos últimos vinte anos, pois para um bom desempenho escolar do aluno, ele depende cada vez mais da atenção e concentração por tempos cada vez mais longos, assim como ficar horas sentada na cadeira. Temos que reconhecer a mecânica do nosso sistema educacional e os motivos pelos quais os alunos não conseguem satisfazer as exigências propostas. Segundo a ABDA, (2006) os médicos dizem que é importante diferenciar "dificuldades em se adaptar a um sistema educacional" de "impossibilidade de aprendizagem". Crianças com TDAH, por exemplo, têm inteligência e capacidade de aprendizado igual à de uma outra criança e são bastante criativas, no entanto é preciso dar chance para que ela se desenvolva e observar as suas deficiências. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #6633ff;"&gt;O sistema social tem regras que dita o que às pessoas devem ou não devem fazer e como devem se comportar, tanto o ambiente escolar quanto o ambiente familiar tem suas próprias regras estando ou não de acordo uma com a outra. No caso de crianças com TDAH Condemarín et. al (2006) diz que as percepções dos limites devem ser apoiadas e repetidas muito mais do que com as outras crianças. As crianças comparam as regras da família com as da escola e se são muito diferentes ficam extremamente difícil para elas compreendê-las. É preciso uma relação estreita entre a escola e a família e principalmente com o professor, não pode haver de forma alguma contradições entre eles. Deve haver uma sólida união para o mesmo fim que é ajudar a criança com dificuldades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #6633ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-859121211660614792?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/859121211660614792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/sistema-educacional-e-o-aluno-com.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/859121211660614792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/859121211660614792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/sistema-educacional-e-o-aluno-com.html' title='TDAH'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKPUrOFGRI/AAAAAAAAAE0/H5ni4kigbZM/s72-c/ESCOLA.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-7122278891546679633</id><published>2008-10-14T08:24:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:33:12.075-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O CEREBRO QUE APRENDE - Lançamento do Livro'/><title type='text'>lançamento do livro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SPS6DYxy1ZI/AAAAAAAAAAM/TUWbzZvxDNQ/s1600-h/Convite.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257031232401888658" src="http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SPS6DYxy1ZI/AAAAAAAAAAM/TUWbzZvxDNQ/s320/Convite.jpg" style="cursor: hand;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Magna de Oliveira Melo
Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-7122278891546679633?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/7122278891546679633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/blog-post.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7122278891546679633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/7122278891546679633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/blog-post.html' title='lançamento do livro'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SPS6DYxy1ZI/AAAAAAAAAAM/TUWbzZvxDNQ/s72-c/Convite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2444632754581889113.post-4359907824789798633</id><published>2008-10-14T07:56:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T12:41:17.304-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='DISLEXIA - A vida secreta da criança com dislexia'/><title type='text'>DIFICULDADE DE LEITURA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;strong&gt;Dislexia &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKJSzDwE7I/AAAAAAAAAEU/vV9A8m46y9E/s1600-h/ler2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" mq="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKJSzDwE7I/AAAAAAAAAEU/vV9A8m46y9E/s320/ler2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Daniel da 7ª serie sabe que vão pedir a classe para ler em voz alta uma peça que estão fazendo as dez hora. Quando faltam 15 para as 10, ele começa a jogar bolinhas de papel no colega de classe. É só uma questão de tempo até que a professora perceba o seu comportamento e o mande para sentar lá fora. Desta vez Daniel venceu, ele se livrou de ler em voz alta na frente dos colegas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Embora os colegas saibam que ele tem um transtorno de aprendizagem, não tem sabem o suficiente para não zombarem dele.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Frequentemente a criança com dislexia se vê em situações nas quais as pessoas a sua volta não sabem de seu problema, então pode decidir manter em segredo por vergonha, embaraçada ou anormal e isso provoca uma tremenda pressão sobre a criança, que fica com medo de ser descoberta. Pode sentir que a única solução é evitar situações em que possa ser descoberta. Fugindo de grupos teatrais, faltar muito à aula, inventar uma doença quando tem uma prova, sair do parque quando as crianças estão pulando corda ou jogando bola. O adulto dislexo também costuma evitar situações para evitar que seu segredo seja descoberto. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Muitas vezes os pais não entendem esses como medos são reais e que deve percorrer com seu filho e precisa também compreender esta sensibilidade do seu filho quanto a não quere que saibam do “problema”. Vamos imaginar; você tem medo de ir até ao supermercado e preencher um cheque para pagar a conta? Tem medo de ir até a outra cidade dirigindo e encontrar um endereço? Tem medo de preencher um formulário no consultório médico? Tem medo de seguir direções para chegar a uma loja? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Normalmente responderemos que “não, é claro que não”, no entanto o autor do livro “A vida secreta da criança com dislexia”, Robert Frank, que é dislexo, garante que muitas destas situações são assustadoras para ele, mesmo sendo ele um PHD, algumas coisas são muito complicadas. Ele diz que quando um bairro é muito distante ele tem medo de não encontrar o caminho de volta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Nesta situação se você é adulto pede ajuda, mas e a criança que não está preparada? Investigue se seu filho tem medo de andar de bicicleta, jogar jogos de tabuleiro, ler em voz alta. Talvez a criança tenha medo de ler em voz alta não somente por medo de parecer estúpida, mas também por ser descoberta, muitos de nós não gostamos que outras pessoas saibam coisas ruim a nosso respeito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #009900;"&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;Este medo é irreal, ninguém vai perder nada se for descoberto, mas a carga emocional é muito grande para a criança e para ela este medo é real, como uma nuvem negra. O &lt;strong&gt;medo&lt;/strong&gt; pode ser muito mais incapacitante do que a &lt;strong&gt;dislexia&lt;/strong&gt; em si. Temos que ajudar a descobrir estratégias e que a manter uma atitude positiva. Estimule o seu filho a falar sobre seu medos e aflições, e faça o saber que você não vai rir dele, lembre –se que para você pode ser fantasioso, mas para ela é muito real. Nunca diga para ele não se preocupar e que ele vai se sair bem, em vez disso escute-o e fale sobre estratégias e maneiras de lidar com novas situações. Faça o saber que ele pode vir falar com você a qualquer momento sobre o que o está perturbando. Com seu apoio e estímulo será mais fácil. &lt;/span&gt;Assunto: A vida secreta da criança com dislexia –Robert Frank – ED.M. Books &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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Neuroeducadora / Psicopedagoga/ Mestre em Programação Neurolínguistica&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2444632754581889113-4359907824789798633?l=aaprendizagem.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/feeds/4359907824789798633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/dislexia-daniel-da-7-serie-sabe-que-vo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4359907824789798633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2444632754581889113/posts/default/4359907824789798633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aaprendizagem.blogspot.com/2008/10/dislexia-daniel-da-7-serie-sabe-que-vo.html' title='DIFICULDADE DE LEITURA'/><author><name>Magna Melo</name><uri>https://profiles.google.com/104828468019218255855</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh5.googleusercontent.com/-HnHR3Cn1s04/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAPs/3nEWe2xBGbo/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_kFO9nVBfl2E/SrKJSzDwE7I/AAAAAAAAAEU/vV9A8m46y9E/s72-c/ler2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
